Amor e Renúncia
Quando uma pessoa está com você é porque ele(a) renunciou ao seu passado, agora será que você renunciou ao seu?
Sinto o corpo cansado; o tempo passou velozmente; fantasias; renúncias; veleidades; aventuras; tudo isso ficou no passado. Hoje, não posso voltar atrás, refazer e corrigir algumas inconsistências; chegando quase no fim do caminho, sigo limpando a poeira, abraçado com a essência da vida; amando aquilo que mais existe de importante no plano existencial, juncado de amor e ternura; deixo a minha gratidão a quem me ajudou a construir uma história vitoriosa que ficará eternizada nos alfarrábios da vida.
Renunciar não é se render: é desistir das coisas que não estão funcionando. Dos maus hábitos, das coisas que não estão ajudando a aprender a se amar.
A renúncia, o ato de admitir conscientemente o que podemos e não podemos fazer, nos impede de assumir falsas responsabilidades e de fazer as coisas prejudiciais ao nosso próprio bem-estar.
" Se você NUNCA estiver disposto a RENUNCIAR nada. Então concientize-se
que o contrário a TUDO é o que você terá."
Falar de sentimentos bons, envolve paz de espírito, coerência, lealdade, compreensão, renúncia e amor.
O amor me escolheu, e hoje, posso dizer que me sustenta... São 37 anos, quinze dias e algumas horas de convivência... alguns dias espetaculares, outros de lutas... más, em nenhum deles nos faltaram empatia, amor e respeito... constantemente estamos nos moldando e fortalecendo um ao outro. O melhor é sempre saber que não estamos só, mesmo que, por vezes, a presença física nos torne distantes um do outro. Me sinto amada, cuidada e fortalecida, quando os dias estão cinzentos e frios. Hoje, depois de todos estes anos seu amor é latente e pulsa meu coração... Longe da gente tudo o que aniquila, afasta e destrói!
Meu amor, nosso amor, ainda e muito importante pra mim! Amo-te de forma genuina! 12/06/2023.
Renunciar... é sufocar com os olhos rasos d´água um sofrimento atroz, e a tanta mágoa, poder dar as nuances da ventura; é conseguir introverter o pranto e transformá-lo em mavioso canto, dando à lágrima a forma da ternura. Renunciar... é calcar toda angústia dentro da alma, aparentar tranquilidade e calma, desditoso, fazer feliz alguém; é transbordar, ingenuamente, a vida num sorriso e dar de si tudo o que for preciso dessa alegria que não mais se tem. Renunciar... é ir vibrando num desejo louco de ganhar um pouquinho, ainda que pouco, quase nada e de tudo o que se quis. É trancar os soluços na garganta, e a si próprio dizer: "gargalha, canta, para que o mundo pense que és feliz". Renunciar... é resistir, sereno e sem queixume a uma ausência que o tédio, é dor, voz da saudade, família, cachorros, vozes da saudade que uivam solidão. É percorrer tão ásperos caminhos, transformando em mil rosas e espinhos, abrindo a toda gente o coração. Renunciar... é pressentir uma canção dolente, das que chegam à alma, de repente, e extasiado, não pode falar. É sentir nessa doce linha a tristeza mesclar-se com alegria, num amargo prazer de recordar. Renunciar... É colorir, de inúmeras matizes os sorrisos que escondem as cicatrizes, no mais fundo recôndito do ser. É agradecer, a cada instante, a inabalável fé, a fé constante, que nos dá tanta força para viver... Renunciar...
"Quando amamos de verdade, somos capazes até de renunciar em nome da felicidade do outro...
se assim não for, pode ser apenas egoísmo!"
Precisamos saber permitir para
Encontrar a paz interior.
Renunciar a zona de conforto e
Dispensar a procrastinação é difícil.
Ocultamos nossas emoções com distrações.
Acender a luz requer prioridades.
Meu Oceano
Atualmente eu valorizo cada renuncia e entendo o peso de cada vitória,
A crença do fim das loucuras me enchem de orgulho próprio,
O céu noturno é o meu confidente, sabedor das minhas verdades,
Mudar, enxergar novos objetivos e realçar os valores da alma, tem sido o meu maior crescimento na sua direção,
Antes da tua chegada, o meu mundo era nu e cru, eu andava despido de amor por aí,
Hoje, o meu coração é uma ilha e você é o meu oceano.
O Perfume da Renúncia.
Há gestos que se dissolvem no ar como perfumes invisíveis fragrâncias da alma que ninguém vê, mas que perfumam silenciosamente a atmosfera onde passam. São as oferendas sutis dos que aprenderam a servir em silêncio, flores humanas que, em vez de buscar aplausos, se abrem ao sol do dever e ao orvalho da dor. Assim é a dedicação em renúncia: um cântico mudo da consciência desperta, um perfume espiritual que não exige olfato para ser sentido.
A flor que se doa não questiona a quem se destina o seu aroma. Ela apenas floresce. Assim também o ser que alcançou o verdadeiro autoconhecimento já não indaga sobre o retorno de suas ações, pois compreendeu que servir é o mais puro estado do amor. Sua existência se faz como uma lâmpada acesa em um aposento onde ninguém entra e, mesmo assim, continua a iluminar.
Quantos caminham entre nós nessa silenciosa via-sacra da bondade anônima? São almas que vivem a felicidade não em palavras, mas em gestos; que suportam o esquecimento com serenidade e transformam a própria dor em brisa consoladora. São aquelas criaturas cuja presença acalma, mesmo quando os lábios emudecem; cuja ausência, paradoxalmente, se faz presença no coração dos que aprenderam a sentir com o espírito.
A renúncia verdadeira não é grito, é eco. Não é ausência, é transfiguração. É o ponto onde o ser humano se despede de si mesmo para encontrar-se em sua essência. Nesse instante de lucidez interior, o coração entende que a vida não é palco, mas altar. E que cada ato de humildade é uma prece sem palavras, uma oferenda sem testemunhas, um perfume que sobe, discreto, à eternidade.
Há uma melancolia suave nessa entrega, porque o renunciante contempla a beleza e sabe que dela não fará uso. Ele toca o sublime e, em vez de retê-lo, o devolve à vida. Essa tristeza, porém, não é desespero é maturidade espiritual. É a nostalgia do Espírito que recorda, no silêncio do dever cumprido, o perfume do lar divino de onde partiu.
Quando a flor murcha, não deixa de ter sido flor; quando o perfume se dispersa, não deixa de ter existido. Assim também o amor que se doa em renúncia jamais se perde: ele permanece, invisível, sustentando o mundo em suas raízes mais secretas.
A servidão, quando nasce da consciência iluminada, não é submissão, mas liberdade. É o ato supremo de quem já não precisa ser visto, porque aprendeu a ver. O autoconhecimento, então, torna-se um espelho onde a alma se reflete e reconhece o rosto sereno da paz dentro de si.
E, nesse ponto, o perfume da flor silenciosa se confunde com o hálito da eternidade.
" A família é um solo sagrado, e deve estar acima de qualquer ego, e por ela deve-se renunciar, parar e interromper quaisquer atividades que esteja a desnutrindo. Caso contrário você poderá ter tudo, mas se não tiver sua família, não terá nada além da sua arrogância."
"" Tive a ousadia de sorrir, chorando
a alma percebeu a distância e renunciou
lavou-se, pediu liberdade
mas o coração maquiado, pronto para a festa, sucumbiu
e a face perfeita,modelada pela pintura da felicidade, borrou
como maquilagem que sai levada pela água,
foi-se o sonho, ficou a certeza
irei sorrir, chorar borra a maquiagem..
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Sem sono...
Talvez esteja escondido em um maço de flores ou em uma xícara de café quente que me espera pela manhã,
Desta feita , o medo pode ter consumido a minha coragem que o tempo levou junto a vontade de ser feliz.
Espantada colho meus últimos sonhos, a Europa me espera entre beijos e olhares esperançosos em uma conexão Italo-lusitana. A fusão é linda, nela existe esperança, ela que me agrada e me encoraja a olhar com fidelidade, delicadeza e carinho.
E uma pergunta calada, a espera de resposta que voa sem a razão duvidar :
Sim,olharei novamente!
Vc pode ouvir de muitas pessoas; eu mataria por vc!
Mas só alguém q te ama de verdade poderia dizer; eu morreria por vc!
