Amor e Renúncia

Cerca de 239 frases e pensamentos: Amor e Renúncia

⁠RENÚNCIA - é o Amor que se depura.
SIMPATIA - é o Amor que sorri.
ALTRUÍSMO - é o Amor que se engrandece.

Inserida por cardosojose





⁠❤

Quando Se Tem AMOR, Renunciar a Vida De Solteiro Não é Sacrifício!

Inserida por elaiine_santos

Renunciamos, muitas vezes, ao amor que sentimos.
Mas não nos esqueçamos de pedir que nos devolvam
para que possamos caminhar inteiros.

Inserida por BALSAMELO

A renúncia é a maior prova de amor, inclusive, quando entendemos ser ela a prova da sabedoria ao renunciarmos àquilo que nos faz sofrer.
25.04.12

Inserida por BALSAMELO

Mãe: você é a única expressão de um amor verdadeiro e de permanente renúncia.

Que o nosso Criador possa fortalecer esta fonte de onde nasce tanta doação, disposição para a renúncia e, sobretudo, nos acolhe sempre em todos os momentos de nossas caminhadas.

Inserida por BALSAMELO

"O amor não é sofrimento, renúncia ou sacrifício.
O amor está acima de tudo.
O amor é o fluido natural da vida!
- Transcende..."
☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel

⁠Se não era o fim, eu quero ouvir... O amor ao qual renunciei, o meu sonho inacabado... Um ao outro era tudo que tínhamos naquela época. Muito tempo se passou? Se posso desejar alguma coisa, além daquele futuro que nunca mais terei... Eu quero ouvir algo além de uma despedida... Porque, sem você, o meu coração não para de doer!

Inserida por italo0140

Por vocês, eu vivi uma escalada de amor, e me fiz de armadura como espinhos no caule das roseiras, defendi os mais raros exemplares de flores do planeta. E cruzei de norte a sul, E desta forma, chegamos até aqui: Pai e Filhos numa missão de amor incondicional.

Inserida por jozedegoes

Onde está? O que? A beleza da vida! A verdade! A moral! A ética! A paz! O amor! A santidade!

Inserida por rodrigovitoria19

Eu abri mão de um amor. Não por falta de coragem pra lutar, mas pelas circunstâncias e as coisas. Por amor, renunciei um amor.

Inserida por Denivaldosilva

Thomas Barnardo: O Homem que Não Trancava o Amor.

Thomas John Barnardo (Dublin, 4 de julho de 1845 — Surbiton, 19 de setembro de 1905) foi um filantropo irlandês.

Nas ruas frias de Whitechapel, onde a neblina parecia esconder a própria compaixão dos homens, caminhava um jovem médico com os olhos marejados de fé e um coração inquieto. Thomas John Barnardo não buscava glória nem fama. Buscava um sentido.
Chegara a Londres com o sonho de ser missionário na China queria curar corpos e salvar almas. Mas bastou-lhe uma noite nas vielas de miséria para entender que Deus o chamava de outro modo, em outro idioma, mais silencioso e urgente: o idioma das lágrimas infantis.

Foi ali, sob o fulgor pálido dos lampiões a gás, que encontrou Jim Jarvis um menino descalço, sujo de frio, esquecido do mundo.
Jim não lhe pediu nada. Apenas existia como uma pergunta muda à consciência de quem passava.
Barnardo ajoelhou-se diante dele e, num gesto que selaria o destino de milhares, ofereceu-lhe o que as ruas jamais dariam: uma mão estendida e um olhar que não desviava.

Daquele encontro nasceu uma obra de ternura revolucionária.
Ele abriu uma casa simples, com janelas pequenas e um letreiro singelo, mas onde nenhuma porta se trancava. A inscrição à entrada tornava-se lei moral:

“Aqui, nenhuma criança será recusada.”

Na Londres industrial, onde a caridade era privilégio e a pobreza, crime, Barnardo ousou contradizer o mundo. Alimentava quem tinha fome, ensinava quem ninguém queria educar, e amava os que o destino parecia ter esquecido.
Nas suas escolas, o alfabeto vinha acompanhado do pão; e cada palavra aprendida era uma escada erguida para o alto, um degrau rumo à dignidade.

Houve dias em que o desânimo o cercou. A indiferença das autoridades, o preconceito dos ricos, o peso da fome que não cessava — tudo o empurrava para o abatimento.
Mas Barnardo não se deteve. Dizia que “não há fechadura para o amor de Deus”, e caminhava outra vez pelas mesmas ruas, buscando novos rostos para acolher.
E, assim, foi multiplicando lares, como quem semeia abrigo no deserto.

Quando a morte o chamou, em 1905, mais de sessenta mil crianças haviam atravessado as portas que ele nunca trancou. Sessenta mil destinos que deixaram de ser sombras e voltaram a ser infância.
E quando a cidade dormiu naquela noite, talvez tenha sido o próprio céu que acendeu suas luzes para recebê-lo não como um missionário que partia, mas como um pai que voltava.

Hoje, a sua obra ainda vive, e o nome Barnardo ressoa nas escolas e abrigos do Reino Unido como um eco de misericórdia.
Mas a verdadeira herança que ele deixou não se mede em prédios, nem em números, nem em instituições.
Está gravada no invisível: no instante em que uma criança sente que alguém acredita nela.

" Alguns homens constroem monumentos de pedra. Outros, como Thomas Barnardo, edificam catedrais de ternura dentro da alma humana. "

Há quem diga que alguns seres se comprazem em cultivar a estima da pobreza, como se nela repousasse um símbolo de virtude ou redenção. Tais observações, lançadas com a frieza das conveniências humanas, soam muitas vezes como sentenças ditas sem alma e, quando atingem o ouvido de quem sente, doem profundamente.

A dor que nasce desse julgamento não é apenas pessoal: é o reflexo da incompreensão coletiva diante das almas que sofrem em silêncio. Enquanto uns observam de longe, outros carregam, nos ombros invisíveis, o peso de mundos interiores dores que não se exibem, mas que educam.

É então que se faz clara a urgência de criarmos núcleos de esclarecimento, não sobre a miséria material, mas sobre o amor ignorado. Esse amor que ainda não aprendeu a ver o outro sem medir-lhe o valor; que não sabe servir sem exigir aplausos; que ainda confunde compaixão com piedade.

Cultuar o amor ignorado é erguer templos de consciência onde antes havia indiferença. É ensinar o coração a compreender antes de julgar, a servir antes de censurar. É abrir, no deserto moral da humanidade, o oásis do entendimento.

Porque o verdadeiro amor aquele que transcende a forma e a posse não necessita de palmas, nem de discursos. Ele apenas é, e em sendo, ilumina.

E talvez seja essa a maior riqueza que possamos distribuir: a de transformar o sofrimento em escola, a crítica em semente, e o silêncio em voz do bem.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Tornar-se independente significa correr o risco de se afirmar renunciando a aprovação daqueles que fingem nos amar.

Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valorize pelo que sou, não pelo que tenho. Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida me proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento e não brinque com ele. E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo. Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar que o amor existe, que é superior ao ódio e ao rancor. Que nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas. Que me lembre sempre que levamos alguns socos da vida, mas só assim percebemos que não somos feito de vidro. Que me faça inteligente a ponto de rir de mim mesmo, e não como os ignorantes que só conseguem rir dos outros. Que me acalme pelos dias sujeito a falhas e picos de estresse devido ao excesso de informações, que o meu passado pode até fazer parte do que sou, mas não me define em quem realmente sou e quero me tornar, porque eu nunca tive medo de mostrar quem eu realmente sou, porque todos temos defeitos. E falsidade não é um dos meus, que me lembre sempre que, fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados, mas que o difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

A sua vida espiritual é alimentada por gotas de renúncia.

Inserida por lucas_rodrigues_3

Evangelho

O Evangelho se define, em renúnciar as nossas vontades, e viver segundo vontade de Cristo sem meio termo.
Viver a vida em Cristo, não é viver como pensamos, ou como queremos, tem que ter Ordem e decência (1ªcorintions 14;40).
Se aceitamos, o unigênito filho de Deus como nosso único e suficiente salvador de nossas vidas, sabemos que à partir desse momento, o que prevalecerá será a plena vontade de Deus.
Temos que obedece-lo, e praticar boas obras (Efésios 2:10) Vigiando e Orando (Mateus 26;41).
A motivação de viver a vida em Cristo, não é, e nem pode ser motivado pelos bens, mas saber que Jesus aqui viveu sua vida em obediência a Deus Pai e deixou para aquele que o segue um exemplo de santidade. (seja santo por que ele é santo
1ª Pedro 1.15;16)

Devemos praticar as mesmas obras que Jesus praticou, Ele foi o primeiro para nós dar exemplo das grandes obras e feitos, sendo assim temos Nosso Senhor como alvo em quem espelhar.

Conclusão:

Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;
vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia.
Iª Pedro 2 :9;10

Por : P.Henrique Barros

Inserida por henrique_barros

" Soy lo que me quedo
lo que insiste
renunciar no es palabra grata en mi corazón...

Inserida por Nedya

Só quem ama consegue renunciar a pessoa de que gosta.

Inserida por lukinhass156

A renuncia pode causar perdas, mas contudo, conquista - se o que há de valor nesta vida.

Inserida por jaciel-santos

Aguerrido

Diga não a desistência!
Diga não a renúncia!
Diga não ao abandono!
Diga não a deserção!

Diga sim a paixão!
Diga sim ao amor!
Diga sim a amizade!
Diga sim ao apreço!
Diga sim, mas não apenas diga, diga e vá!

Inserida por MatheusHDiogo

A vida e feita de escolhas, e para cada escolha que fizermos, renunciaremos outra, sempre vai ser assim... Mas não podemos fazer as coisas pensando nas consequências, porque tudo, tudo que a gente faz tem consequência, para o bem ou para o mal., mas a vida continua, não somos perfeitos, e estamos longe de ser, o amor é a única coisa que nos torna iguais, o amor é a única coisa que pode criar conexão entre dois mundos diferentes, e como você disse, vivemos em mundos diferentes, e mesmo assim tivemos uma conexão, o que isso pode ser? Além de amor!... O amor é como a gravidade, ela não se aplica ao tempo nem ao espaço, exatamente como eu me sinto a você, não importa aonde vou, meu coração sempre vai bater feliz ao pensar em você... E isso, não é ilusão!

Inserida por UmAlguemApaixonado