Amizades Antigas
Somos um povo novo, resultado da miscigenação de culturas mais antigas, como índios, europeus e africanos. Temos que ter orgulho do que somos, os primeiros de um mundo sem fronteira. Um país pacificador sem guerra e sem arsenal nuclear.
BANDEJAS DE PRATA
Tentar curar feridas antigas causando outras, apenas causarão dor e sofrimento maiores. Tem que tratar, cuidar...mas cuidar com jeitinho. Tem que querer! Tem que lutar! Tem que persistir e insistir pra ver a cura , de fato, acontecer. Tem que bater o pé no chão e não olhar pra trás, ainda que tentado. Não aceite as coisas assim, de 'mãos beijadas' e viva a fingir que não há nada há que tratar. Nem tudo que se oferta em bandejas de prata, são apreciadas à vida, ainda que por hora enganem a visão. Nem sempre faz sol, mas também não chove a toda hora! Não há tempo ruim, se soubermos usar aquilo que 'tivermos' ao nosso alcance à nosso favor.
Na Europa, nas antigas civilizações, os contos de Fadas constituíam uma forma de entretenimento tanto para crianças como para adultos, contadas principalmente entre as comunidades agrícolas, na época do inverno, chegando a dizer-se que "os contos de Fadas representam a filosofia da Roda de Fiar".
> (Marie-Louise Von Franz em "A Interpretação dos Contos de Fadas"; citada por Bárbara Vasconcelos de Carvalho em "A Literatura Infantil - Visão Histórica e Crítica")
Não Está Aqui
Guardo labirintos de palavras.
Entre sombras e colunas antigas,
mais que livros repousa o mistério.
Sem buscar, mãos tocam
o mais espesso dos tomos,
aquele que murmura entre poeiras:
decifra-me ou devoro-te.
Olhos distantes, o objeto contempla.
Folha a folha, uma alma se abre.
Cada página, um suspiro,
cada linha, um abismo.
Leitura feita em silêncio sagrado,
onde o tempo se curva
diante da persistência.
Mesmo o guardião da palavra
não ousa compreender.
Um menino detém o gesto.
O corpo se cristaliza.
O silêncio se parte:
— Que houve?
Lábios tremem:
— A página… em branco.
Mas eis que o branco se move.
Letras nascem do que se vê.
No convento onde tudo cala,
escreve-se o invisível.
E assim,
o manuscrito respira.
✨ 🕊️🏳️Paz sobre Israel 🇮🇱
Lá onde o céu toca as muralhas antigas, Ecoam orações em pedras vivas. Jerusalém, jardim do eterno clamor, Suspira esperança, em meio à dor.
Sobre colinas banhadas de promessas, Corre o vento que a profecia expressa. Mesmo entre lanças, muros e pranto, Há um Deus que vela — em paz e em manto.
Choram as mães, oram os anciãos, Clamam por paz nas multidões. Mas Deus, em seu trono de glória e luz, Ainda estende os braços por meio da cruz.
Shalom, palavra que abraça e cura, Promessa eterna que o tempo apura. Israel, na palma do Altíssimo está, E a paz verdadeira um dia virá.
Em lembranças antigas ou em sonhos adiante, o agora se esconde num instante. Mas na serenidade calma, há a verdade: viver o presente é a melhor felicidade. No tempo presente, a vida encontra sua plenitude.
Livro: O respiro da inspiração
Talvez me sente no chão, encoste as costas na parede e revire antigas lembranças, memórias dessas histórias que a gente vive no agora,
onde seu ombro, abraço e abrigo, são fuga de uma realidade onde nem eu nem você queríamos estar,
pois no fundo o que nos une, é o desejo da fuga de nós mesmos, de criarmos um universo paralelo particular.
Raízes do Afeto
Nas fotos antigas, desbotadas no tempo,
Sorrisos guardados em preto e branco —
São laços que tecem, silentes, seu assento
No meu coração, como um rio sagrado.
Vejo nas tuas mãos as linhas que herdaste,
O mesmo tremor da avó ao cantar.
No teu olhar profundo, o que me contaste:
Amores antigos a nos sussurrar.
Na mesa posta, na receita esquecida,
No jeito de dobrar o pano de chão,
Vive a ternura de outra vida,
Semente lançada em gerações.
O amor ancestral não morre, repousa:
É seiva na árvore, é voz no vento...
Sangue que flui e não se esgota,
Abraço de séculos no meu momento.
Observo a delicadeza do tempo e me deparo a equilibrar-me
nos fios da emoção quando antigas lembranças me vêm a mente como nuvens doces a povoar meu coração.
As estórias antigas e populares contadas e usadas como histórias nos manuscritos históricos, nos ajudam ao amadurecimento da nossa personalidade contemporânea dentro da tênue presente no passado e futuro.
Fui tomado pela melodia de antigas canções,
de lembranças que tinham até orações,
pareciam tão reais,
que podia tocá-las,
apreciá-las,
são momentos que não voltam mais.
Ainda bem!!!
Assim posso guardá-las,
sob o manto de algo assaz.
Escrever é uma das formas mais antigas de oração. Escrever é acreditar que a comunicação é possível, que outras pessoas são boas, que você pode despertar sua generosidade e seu desejo de fazer melhor.
Sou das antigas prefiro duvidar e negar o relativisar e manifestar das coisas.
Porque as coisas e as pessoas foram feitas pra nos iludir...
É tempo de algo novo acontecer
As vestes antigas já não servirão
Pois o novo se apresenta agora
E coisas velhas não mais determinarão
- Antigas paixões vindo a tona.
Acho que só vou jogar uma lona.
O melhor a fazer é ignorar (eu acho).
- Bom, esse seria um amor possível
Só não sei se é reciproco.
Ah! dessa vez vale a pena.
- Ele não é temporário como rena.
Ele é diferente, especial, inteligente. Compartilhamos a mesma vibe.
- Dois polos positivos se encontrando.
- Pensando bem, que tal dar mais uma chance para o amor?
Hoje bateu uma tristeza, deve ser a alma se despindo de antigas folhas já cansadas de esperar pelo vento.
Preciso te encontrar ...
Naquelas fotos antigas
Naquelas praças floridas,
Preciso te encontrar...
Nos meus velhos diários,
Nos trechos dos meus
livros favoritos ...
Eu fico até a imaginar
O teu jeito todo tosco,
O teu olhar angelical,
O teu amor tão envolvente
O teu sorriso que mexe com
minha mente...
Ser pobre em espírito, é ter um ser esvaziado das coisas antigas, e desembaraçados para rebeber coisas novas.
Mas...reforma dá trabalho. Imagina você ter que desmontar todas as crenças antigas e ultrapassadas e substitui-las por novas crenças. Dar nova forma! Ou seja, reformar...formar de novo...
TEMPO DE CRIANÇA
Guardo na minha lembrança
as antigas brincadeiras.
Era grande a gritadeira
lá na minha vizinhança
no meu tempo de criança.
Jogar bola e pedalar,
fazer a pipa voar,
soltar forte o peão,
tudo na recordação...
que vontade de voltar!
