Amiga te Conhecer foi um Prazer
A grande vitória de José não foi ter saído da prisão e se tornar o segundo homem mais poderoso do Egito;
mas em sendo o segundo mais poderoso, não mandar matar a Potifar e sua mulher; e também seus próprios irmãos que o venderam por inveja.
Ref. Tiago 2:13
Renato Mendes Urso
O nosso cilo sempre foi sazonal por isto nosso amor nunca acabou, nossas almas se encontraram após várias tormentas e pronto, somos felizes assim, pertencemos um ao outro.
Mulher doce encanto, tive a sorte de encontrar, foi num destes sonhos mágicos que durou quanto tinha que durar, deixando em mim a magia do amor de uma doce mulher.
Divagou Lucius, nestes termos:
-Não sei se o privilégio de saber certos assuntos, para mim, foi uma "amarga" benção ou está sendo uma "doce" maldição! Às vezes penso que não ter recebido certas informações, me trariam um estado melhor de paz e menos inquietação na Alma. Ter tido o privilégio de conhecer certos assuntos "secretos", talvez, tenha sido semelhante a ser espetado diariamente com a ponta de uma lâmina, em alguma parte do Corpo. Talvez, penso, se eu não conhecesse, teria menos perturbação? Ou as informações a mim dadas, elevam-me e elevaram-me a ponto de me fazer saber apaziguar certos conflitos?
De qualquer forma, oscilo entre a dúvida de não ter conhecido e ter conhecido. Só o Destino poderá me dizer...
Às 11h29 in 05.03.2024
Sobre o Dízimo
- Primeiro, é importante você saber que foi com o imperador Constantino que o dízimo voltou a ser exigido novamente; isso a partir do 3° Século. Antes de Constantino, o dízimo não era praticado por Jesus, os Apóstolos e nem a igreja primitiva. Os motivos da volta da cobrança do dízimo foram por causa da institucionalização do Cristianismo por Constantino, que gerou uma máquina monstruosa de templos, sacerdotes e funcionários, assim, o estado precisava arrecadar fundos para manter essa máquina gigantesca.
- Segundo, antes da Lei, o dízimo era uma ação voluntária e expressão de agradecimento, reconhecimento e honra a Deus. Abraão deu o dízimo de forma voluntária, ninguém lhe obrigou (Gênesis 14:20). Melquisedeque não pediu e nem cobrou, muito menos inventou que se Abraão não desse, um espírito devorador iria devorar as finanças dele.
- Terceiro, na lei, o dízimo foi institucionalizado e passou a ser de carácter obrigatório, não pelo dinheiro ou bem em si, mas pelo propósito do mesmo.
Ele servia para os mantimentos do templo (MALAQUIAS 3:10) e para as necessidades e mantimentos dos levitas, que não haviam recebido terras e serviam exclusivamente no templo.(Números 18:21 e 24). Assim, quando o povo parava de devolver o dízimo (o que gerava falta de mantimento no templo e de recursos para a subsistência dos levitas e suas famílias), Deus os punia com pestes. As pestes de insetos, principalmente gafanhotos (Joel 1:4), devoravam as plantações e as outras formas de pestes matavam os animais. Isso levava o povo a um estado de fome, necessidades e aflições (pois as duas maiores fontes económicas eram afetadas), que fazia o povo lembrar o mal que causavam aos levitas (ao não ajudar com o dízimo) e consequentemente, se arrepender e voltar a ser fiel a Lei e Deus. Por isso é que em Malaquias 3:10 Deus promete repreender o devorador (gafanhotos, pestes, pragas) caso o povo voltasse a ser fiel. Ou seja, ele impediria as pestes de gafanhotos de destruírem as plantações e assim, arruinarem uma das bases da economia. Aqui, não tem espírito algum envolvido. Em suma, o sacerdócio Levítico é a causa, ou uma das causas primárias da institucionalização e obrigatoriedade do dízimo. E não estando mais ele em vigor e tendo desaparecido, suas exigências não ratificadas no novo pacto ou aliança deixam de vigorar.
- Quarto, com o advento da Graça, não estando mais nós debaixo do sacerdócio levítico (que era temporário e sombra do vindouro), mas debaixo do sacerdócio de Cristo, que é eterno, superior e da ordem de Melquisedeque (Hebreus 7, Hebreus 5:10, etc.), o dízimo voltou no seu lugar de antes, como uma contribuição voluntária (oferta na nova aliança) e espontânea, livre de coerção ou imposição. Assim, é uma tremenda mentira afirmar que se alguém não devolver o dízimo um "espírito devorador" vai acabar com a vida financeira de tal. O devorador na Bíblia é literalmente um gafanhoto, não um espírito (Joel 1:4).
Dito tudo isto, entenda que, o dízimo é bíblico, mas não é evangélico; ou seja, não faz parte da Nova Aliança. E essas ameaças de maldição para quem não dizima mensalmente são invenções dos mercenários e malandros da fé para roubarem seu dinheiro suado.
Pense nisso e cuidado com os empresários da fé!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
SUICIDA PÓS-MODERNO
por sua causa, Raquel,
ele foi para a frente dos carros,
mas eram carros de brinquedo;
por sua causa
ele pulou da ponte Rio-Niterói,
mas praticando bungee jump;
por sua causa
ele ia tomar chumbinho,
mas deu ao rato mesmo:
não se deve cobiçar as coisas alheias.
Antes, o que me atraiu foi a sua beleza, mas agora é o seu jeito simples e verdadeiro de amar que me prende a você."
Para ti minha querida sobrinha Ana,o seu nome significa graciosa ou cheia de graça.
Foi com essa graça que Deus fez desabrochar no ventre da mamã a 🌹 mais linda do paraíso minha linda .
O seu rosto iluminado reflete o poder Divino.
O seu sorriso lindo e contagiante reflete alegria e o amor escondido numa criança,por ser mulher és a mais graciosa de todas.
Neste dia tão especial para ti mulher e menina desejo feliz dia internacional da mulher,que cresças com muito amor, sabedoria e muita luz.
O titio te ama .
Aprecio a simplicidade , porque acredito nos seus encantos .
Meu diploma foi a vida , e meu mestrado foi provar a mim mesmo que eu poderia transformar o mal em bem e que minha essência jamais mudaria .
Com a ajuda do meu Senhor e Salvador posso dizer :
Aqui não há cicatrizes porque a renovação foi diária, a fé sempre foi grande , e a esperança nunca me deixou desistir , com isso Deus colocou algodões para que o meu coracao pudesse repousar e ser protegido , e entrega - lo como um dia me confiou . !! Gratidão Sr . Eterna gratidão !! 🙌🙇♂️🙏
A realidade é que José Lins do Rego, o eterno menino de engenho, como foi aclamado, soube, com grande desenvoltura, buscar na linguagem figurativa os usos de metáforas, comparações, aliterações e outras
figuras de linguagem para criar uma narrativa que é ao mesmo tempo poética e acessível, transformando a linguagem cotidiana em algo extraordinário e belo.
Através desses recursos, Zé Lins procurou estimular a imaginação e a reflexão do leitor, permitindo que ele visualizasse e experimentasse o texto de maneira mais profunda, fomentando a capacidade de criar imagens vívidas em sua mente, tornando assim a leitura de sua obra uma experiência muito mais rica, envolvente e prazerosa.
_Foi em seus olhos_
“Eu gostaria de poder voltar no tempo só para poder me apaixonar por você novamente, porque te amar foi a melhor coisa que já me aconteceu".
~Safira souza
Por aí foi por onde te encontrei
Por aí eu tô querendo te levar
Diz aí se quiser isso também
Vai fluir como se fosse onda no mar!
Ele entrou com muita emoção, promessas altas lá fora. Regressou, foi desastre, foi guerra, ódio, sequestro, foi praga e xenofobia.
Amor, Amizade e Longevidade, caminham juntos.
Ontem, no velório do meu irmão; que foi tudo tão de repente, sem que soubéssemos e nem ele, que tinha uma debilidade, uma inércia em um órgão ali, silenciado e prostrado. Naquele lugar fúnebre, feito para você ver e sentir o adeus ao corpo porque a alma já estava em seu destino ou seguindo sua trajetória ou se desfazendo rápido em átomos se espalhando pelo ar. Afinal de contas somos feitos de que?
Dificilmente paramos pra pensar do que somos feitos! Viemos ao pó e ao pó voltaremos é o suficiente? E ficamos aqui dizendo que queremos nos tornar pessoas melhores, mas desconhecemos toda a nossa complexidade, física, mental, espiritual. Será que conseguimos nos tornar pessoas melhores se desconhecemos a nossa composição, nossas fragilidades ou melhor dizendo, nossas potencialidades e fortalezas? Sim! Somos capazes de tudo! E se somos capazes de tudo, somos capazes de nos descobrir, nos transformar e nos potencializar, chegando exatamente onde queremos. Mas, como nos tornar algo que queremos se não nos conhecemos? Bom, temos muitas formas de descobrir isso; inclusive a física, a mecânica quântica, também ajuda muito nessas respostas. E tudo ali, juntinho: Ciência e espiritualidade.
Ali, naquele local onde todos chegavam para olhar para ele com sentimentos, sentir e chorar, tive a oportunidade de ver pessoas que não via há muito tempo. Pessoas queridas que um dia tiveram uma participação estreita e emocionante em minha vida e que não poderia deixar de relembrar naquele momento. E numa mistura de tristeza e alegria, tive a oportunidade de abraça-los e sentir a saudade ali, peito no peito.
A saudade do meu irmão já estava em mim, como um “In print”, pois sabia que não teria mais a oportunidade de abraçá-lo fisicamente. Fisicamente! Mas, se a gente for falar do físico, esse texto não termina nunca!
E então, a cada perda, a cada momento fúnebre a gente escreve sobre aquele bem precioso que está partindo, mas continuamos com as mesmas atitudes. Não estou nos julgando! É que é inconsciente mesmo! Porque voltamos aos nossos postos de trabalho, às nossas tarefas, ordens e compromissos que nos afasta dos significantes e importantes propósitos da vida; que também são os amigos! Amigos de forma geral; afinal de contas estar junto com alegria e fraternidade é uma amizade!
Portanto, a saudade que eu gostaria de colocar aqui é aquela que naquele momento vem e nos chacoalha, nos faz refletir e até meditar ali no meio de todo mundo: Aonde estavam essas pessoas? Aonde eu estava? Colegas de escola, de faculdade, vizinhos, primos, tios, parentes? E percebi que esperamos muito para dar um abraço, para dizer eu te amo e para encostar no peito e fazer carinho em quem já deveríamos estar compartilhando ternura e alegria.
E, finalmente, dar e receber com naturalidade e com a verdade aquilo que fomos feitos para dar e receber: Amizade e Amor!
Que só percebemos e refletimos no que poderia ser feito e do quanto gostaríamos de fazer e entregar, ali, num momento como aquele! Onde comentamos, e discutimos sobre o assunto, e nos prometemos de nos ver mais vezes e nos encontrar. E assim, cada um sai dali seguindo seus rumos e novamente se esquecem!
Descobri, que cada pessoa querida que velamos é uma oportunidade de reflexão e redirecionamento em nossas vidas! Aquele corpo não está ali a toa ou do nada. Velar alguém é uma despedida, mas é a grande oportunidade e significa repensarmos no que fizemos e no que queremos fazer dali por diante. Se pensarmos bem, nos prometemos ali, na fragilidade do momento e nos abraços apertados. E depois?
Finalmente, descobri naquele momento a significância de um velório, além de velar quem já se foi! É ele, aquele corpo que ali está, até mesmo sem ele saber, nos dando a oportunidade de reaprender a Abraçar e Amar e a se reencontrar!
É aquele corpo, servindo como uma metáfora, já que precisamos de uma matéria para entender a vida e a morte, que está nos aproximando e gritando para cada um de nós: Aprendam além daqui o que é a Amizade, o Abraço e o Amor!
E repete, e repete e repete: Aprendam além daqui, deste velório, o que é a Amizade, o Abraço e o Amor, que é o que os fará viver bem, com saúde e longevidade!
Cris Salles
12/3/24
§
...
Na estrada e
longe da cidade
foi onde tudo começou
onde construir minha casa
onde cultivei meu amor
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