Amanheceu
Bom dia, se ontem nada deu certo, hoje o dia amanheceu te mostrando que será diferente, agora depende de você.
Amanheceu Para o Batuque do Dia
A lua,
tão linda e clara…
vestida de azul.
Se despede da noite,
para o dia entrar.
Deixa um despertar suave,
com brisas frescas.
Que anuncia o som,
para a arvore bailarina dançar.
O dia promete!
É alegria que vai reinar.
Mas o sol,
ainda preguiçoso do sono,
demora um pouco para acordar.
É dia de folia…
é preciso esquentar!
Sol, calor e alegria,
para o pessoal dançar.
Que venha o dia
Que venha o sol.
Que venha harmonia!
Embrulhados de emoções,
para os tambores esquentarem.
É no batuque do dia.
É na euforia…
que o carnaval vai começar.
Enquanto isso….
a lua apronta a sua fantasia.
Pois a folia da noite,
não tem como ela, ignorar.
TUDO DE NOVO
O dia amanheceu
E nada aconteceu
De novo o sol nasceu
E a terra aqueceu
O dia já passou
E tudo terminou
O sol já se deitou
Deixando somente o calor
O dia vem outra vez
Faz-se o que se fez
Termina e começa mês
E a vida simplesmente se repete.
Amanheceu, tempo nublado, cheiro de chuva, gotas caem ao chão, a terra umedeci, ao mesmo tempo que a semente germina, ao brotar depois árvores em corações, crescentes, lindas e frondosas, espalham galhos em todas as direções, vê-se sombras, trazendo com elas o conforto da doce calmaria e brisa, de um aconchego constante regado a magia do pensar, se deslumbrar um instante, nas lembranças da alegria de companhias que ficam latentes na memória, que mostram fluxos de histórias que um dia de chuva deixou, há doce chuva, traz consigo a lembrança dos tempos de infância, onde tudo parecia perfeito mais que o tempo levou.
"Brasília amanheceu meio reta, meio turva , saudosa, com rugas.
Brasília amanheceu órfã, sem curvas.
Em cada esquina um lamento, um ai.
Ah, Brasília, cadê papai?
Foi brincar com as estrelas, desenhar nas nuvens
rir pra vida, além dela.
Lá no céu, ele nos sorri, da janela.
Ah, Brasília, cadê papai?
Ai!
Ai!
..."
TUA DIREÇÃO
ORAÇÃO DA MANHÃ
Rogerio Nascimento
Senhor amanheceu
mais um dia
O sol apareceu com um brilho que parece o teu
Todas as esperanças se renovaram
E em meu coração aflito
Em um instante os medos passaram
a escuridão da noite se desfez
e tudo que na alma era conflito
agora ao som da manhã
que é presente teu
benção viva que se moveu em minha direção
celebro e declaro que este dia é meu
e darei meu grito
dizendo que o Senhor
Na noite escura me deu a proteção
e hoje, em todos os desafios,
e durante toda a jornada
terei sua direção.
"A gente só percebe que um novo dia amanheceu
quando também amanhecemos, por dentro e por fora...
Amanhecer é acordar pra sentir a vida pulsar,
renovar os segundos,
ressurgir esperanças,
nascer do novo sol que clareia
e reencanta...
a gente precisa de dias novos nascidos
na marcha graciosa dos instantes,
mais que um giro da Terra em torno do eixo,
e dos dias, essa contagem,
amanhecer é se dispor do dia de ontem
carregando no hoje a mesma coragem..."
“SPLEEN”
O céu do cerrado, hoje, amanheceu plúmbeo
Sobre o espírito meditabundo, só e chuvoso
E, ungido toda a reta do horizonte, nebuloso
O dia virou noite, e o meu fausto olhar, ateu
Neste temporal escuro tal calabouço lodoso
Onde a vontade quer encontrar o êxito seu
Espavorido, o acaso coloca asas de fariseu
Em um voo infeliz, tão enfado e impetuoso
A chuva a escorrer as traças da melancolia
Imita as aranhas tecendo sua espessa teia
No beiral do vazio, numa angústia sombria
O trovão dobra, de repente, e furibundo
E a alma encarcerada em lúgubre cadeia
Chora o verso, suspirando e gemebundo
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Outubro, de 2018
Cerrado goiano
Amanheceu, na selva de pedra e o rugir do leão ecoa em cada ser, individualmente, ironicamente ninguém escuta. Os leões da selva de pedra gritam mais que qualquer outro, gritam forte. Um bramir imaculado, gritam por liberdade, gritam para dentro dando voz ao interior. E nesse ritmo a selva de pedra cria em cada um o seu mundo particular, e o leão (preso, não cabe na selva, não cabe no mundo) ainda quer se libertar!
Hoje o dia amanheceu nublado, mas não deixa de ser lindo por você ter acordado...
Quando abre o sorriso, o meu dia ilumina, Luz tão encantadora que me traz alegria.
A sua leveza e sua graciosidade, é a melhor maquiagem para sair andando nessa cidade...
Seja grata por tudo que tem, e poder respirar, agradeça a Deus por mais um dia você brilhar!!
Você é luz.
Logo hj que o dia amanheceu mais frio e nublado, eu acordei suando e todo acalorado,não sei se de ansiedade ou perturbado,só sei que algo estava errado!
Sei que amanheceu sem sentido
Não é o fim do mundo
Tive a sensação
Reflito e sei que é só escuridão .
Independente se o dia
amanheceu com sol ou com chuva
Vista-se de fé, esperança e alegria.
Não é a cor do céu,
mas as boas ações que ilumina o seu dia
e o dia de alguém.
_Me diga que seu amor nos separou,
estou sozinho entre os lados desse mundo,
amanheceu e sol bate na sua face,
deixou um recado numa pagina em branco,
achei que era um sonho mais era tarde,
momentos em lembranças no vazio do coração.
Amanheceu lá em mais uma vez de nós, acordei sentindo o calor do seu corpo e a maciez da sua pele. Entre carinhos, abraços e beijos novamente me vejo, no refletir do seu olhar e em todos os sinônimos de amar.
Querido Deus agora que o dia amanheceu,
me faz um favor
espalha por esse mundo todo amor,
acabe com as intrigas
e as brigas,
traga para vida sossego
e um pouco de aconchego,
desperta nas pessoas as virtudes
e lhe de saúde,
para a vida aproveitar
e sorriso por ela espalhar!
Sergio Fornasari
Amanheceu e a conversa agora é entre a viola e eu. Quero contar-lhe da inspiração da noite; do orvalho frio que caía lá fora e do vento gelado que fazia sofrer nossos irmãos desamparados ..
- Ore! (responde ela, entre acordes e acordada)
- (...) que possamos entender a dor do outro. Amém!
LEMBRANÇAS...
O dia amanheceu sorrindo
O sabiá laranjeira saudou
O sol se espreguiçando
entre as nuvens esparsas.
Nos campos o orvalho reluzindo
A névoa colinas descortinando
Aos poucos o ronco dos motores,
caminhões, e tratores.
Na pequena cidade
a caminhonete do leiteiro
e a sirene da fábrica
rompem o silêncio.
Ecoam as buzinas dos motoqueiros,
outrora eram arrojados vaqueiros
parrudos sertanejos, alguns truculentos
tangendo gado, abrindo porteiras.
Sem pressa, levanto, abro janelas
Esquento água, preparo o café
Espalho pão-de-queijo, acendo o forno
Relembro o crepitar da lenha.
O tilintar de copos, talheres, louças
alvoroça os cães, alegres, ruidosos
querem entrar, também disfrutar
do aroma, do calor da cozinha tosca.
O pensamento viaja, ligeiro
Corre solto pelas trilhas
Entre a mata cerrada
À beira dos córregos,
Desbravando nascentes.
Ressurgem detalhes nítidos
Cheiros, cores, sons do passado
Não muito distante, em especial
Aquela linda jovem, diáfana,
Olhos brilhantes, sorriso franco...
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
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