Ainda estou aqui
Ainda estou aqui, à procura de um milagre talvez, ou simplesmente esperando a morte acabar comigo aos poucos…
Eu estou aqui hoje, quem sabe essa semana ainda permaneça. Mas te digo com uma dor profunda, não espere que eu te ame muito mais que 4 semanas. Nossos dias estão enfim contados.
Vinte dias se passaram, e eu ainda estou aqui. Fragilizada, com o coração partido, cheia de cicatrizes e marcas inacabáveis. Não como a dias, e vivo intensamente como se ainda existisse uma nova chance pra gente. Insisto em querer lutar pelo que não vale a pena. Eu tento achar o final feliz da minha história triste, mas não dá. Ele não existe. É pouco demais o muito que eu tenho. Não sou o suficiente em nada, e isso tá acabando comigo. Essa sensação de abandono tá consumindo até o inalcançável. Não dá mais, já prolonguei demais essa dor. Hoje, só espero que esse chá de esquecimento, me caia bem…
Vinte dias se passaram, e eu ainda estou aqui. Fragilizada, com o coração partido, cheia de cicatrizes e marcas inacabáveis. Não como a dias, e vivo intensamente como se ainda existisse uma nova chance pra gente. Insisto em querer lutar pelo que não vale a pena. Eu tento achar o final feliz da minha história triste, mas não dá. Ele não existe. É pouco demais o muito que eu tenho. Não sou o suficiente em nada, e isso tá acabando comigo. Essa sensação de abandono tá consumindo até o inalcançável. Não dá mais, já prolonguei demais essa dor. E hoje, só espero que esse chá de esquecimento, me faça bem…
Rapaz tão vivido e não sabes que ainda estou aqui? Ninguém será tão sua quanto eu! Pare, ouça o meu "eu te amo" novamente e por um instante pense "essa menina me ama como ninguém nunca amou, ela é unica. Podemos ser felizes juntos, por quê não?" Olhe com cuidado para o meu coração que dentro dele só transborda você. Seje verdadeiro comigo assim como eu sou quando escrevo tudo isso.
"ALGUÉM COMO VOCÊ"
"Surgi em meio à neblina pra dizer que ainda estou aqui.
A esperança de que, ao olhar nos meus olhos os sentimentos reacendessem,
Foi o que me motivou a calçar os velhos chinelos de algodão e sair daquele quarto em que relembro todos os nossos momentos juntos.
Hoje, me deparo com os seus sorrisos e com o brilho singular dos seus olhos.
Mas, desta vez, não é por mim, nem pra mim que eles existem.
Você encontrou uma nova razão pra continuar a sua história.
E, deste elenco, eu já não faço mais parte.
Tudo bem.
Nem sempre as coisas saem como planejamos.
Um dia, quem sabe, eu tenha a sorte de encontrar alguém como você...".
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O tempo passou mas ainda estou aqui, o mundo mudou, eu mudei, você também mas o meu amor sempre esteve aqui.
Como pode,
a gente ser mais amado
só depois que vai embora?!...
Ama-me, ainda estou aqui.
Ama-me, com toda tua força AGORA!
“Ainda Estou Aqui”
Me arrancaram o olho.
Me rasgaram a pele.
Me fizeram sangrar — e sorriram por isso.
Mas veja bem…
Eu ainda estou aqui.
Já provei da fúria,
já encarei a fome,
já dormi com o medo no osso.
Mas nunca curvei a cabeça.
Nunca.
Sou feito de garra,
de terra e cicatriz,
de noites sem lua e guerras sem fim.
Enquanto muitos correm,
eu avanço.
Meu rugido não é som, é sentença.
Meu silêncio é mais feroz que grito.
E se me olha nos olhos,
vai entender:
não se sobrevive ao inferno sendo fraco.
Não busco aplauso,
não preciso de coroas.
Eu sou o que sobrou depois da tempestade.
Eu sou a prova viva
de que a dor só aperfeiçoa os reis.
Aqui estou eu de novo, encarando a mim mesma e ainda tentando entender por que estou aqui — novamente.
Querendo expressar o inimaginável, querendo dizer o que não sei como dizer. Tentando buscar letras, formar palavras que ainda não fazem sentido.
Será que minha expressão seria arte? Uma música, uma dança desleixada, uma poesia solta… ou talvez a junção de todas elas? Dançando sobre o solo, cantando em forma de poesia o que sinto — leve, e ao mesmo tempo tão pesado.
Agora me diga: será que, ainda assim, você conseguiria entender? Saberia como me acompanhar, sem me achar lunática, sem me ofender de alguma forma? Ou agiria como muitos — apenas normalmente?
"Ainda estou aqui"
Eles me viram cair,
e pensaram:
“Agora ele desiste.”
Me calaram com papéis,
me traíram com sangue,
me julgaram sem escutar.
Levaram meu nome,
meu sustento,
minha casa,
minha fé por instantes.
Mas não levaram tudo.
Porque uma coisa permaneceu:
eu.
Eu — o homem que escreve nas cicatrizes,
que empilha ruínas e chama de fundação.
O homem que sangra, mas não se curva.
Que não tem medo de dizer: “fui ferido.”
E mesmo que a justiça tenha preço,
minha verdade não está à venda.
Ela pulsa em cada verso,
em cada passo cansado,
em cada silêncio que não é rendição —
é força contida.
Eles pensaram que tinham vencido.
Mas esqueceram:
quem sobrevive à injustiça
aprende a renascer inteiro.
E eu?
Ainda estou aqui.
E agora, com voz.
Enquanto estou aqui, triste
o mundo ainda existe,
minha cabeça doi
o futuro me corrói.
Cara, não importa a minha idade,
é foda, eu tenho que fazer uma redação sobre felicidade,
enquanto sinto que não existe igualdade
já que meus bastidores são comparados aos palcos dos outros
porém os palcos de verdade são poucos
não entendeu?
então vou parar de rimar, cara, eu não escrever algo bonito. eu só quero me expressar, porem na minha vida, eu fui muito comparado aos palcos de todos, ao sucesso, onde só deve acontecer o belo, só que não foi palco comparado a palco, e sim os meus bastidores, onde eu sofri, onde eu errei, lá todos estavam, se enjoaram e por isso quando subi no meu palco não tinha ninguem, já que não gostaram dos meus bastidores, foram assistir o espetáculo dos outros. Minha cabeça e meu coração estão doendo, pela primeira vez acho que a razão e a emoção são os mesmos pra mim, nada além de dor.
não espero que alguém leia isso e se comova, na verdade nem sei se quero que leiam isso, isso é só um fragmento do meu sofrimento, não é nada comparado ao tudo que eu sinto, só queria me aliviar um pouco.
