Agora foi o fim do nosso Amor
Errar é parte do caminho, não o fim da jornada. Persista, mesmo na trilha árdua e cansada. Supere os obstáculos, creia no seu valor.
A vitória aguarda quem persiste com ardor.
Livro: O Respiro da Inspiração
O Ataúde da Humanidade: Elegia aos Tempos do Fim
Vivemos a era da devastação.
O tempo sombrio da decomposição moral,
Do apodrecimento do caráter,
Da aniquilação do humanismo.
Matam-se inocentes com frieza,
Exterminam-se animais com crueldade,
Incendeiam-se florestas com ganância.
O planeta clama, e a humanidade não escuta.
Num cenário de sombras e cinismo,
Só restam a sensibilidade e a coragem
Daqueles que ousam insurgir
Contra os desmandos do poder vil,
Contra o fuzilamento do povo
Pelas mãos podres da corrupção,
Orquestrada por políticos desonrados
Que sangram a nação com sorrisos cínicos.
Somente Deus — o Eterno Juiz —
Pode resgatar o povo brasileiro
Desta destruição em massa,
Deste meteoro moral que colidiu
Com a alma da humanidade.
Já não há pudor:
Tudo se tornou permissível, torpe,
Rastejando nos escombros da maldade.
Agora, só nos resta esperar
O dia do infinito da existência,
Onde os homens serão julgados
Pelo tribunal da eternidade,
Sepultados no ataúde da escuridão,
Perseguidos pelos fantasmas
Que eles mesmos criaram.
A sociedade morreu há tempos.
O que vemos hoje são apenas as cinzas da podridão,
Espalhadas pelo vento da indiferença,
Retornando das profundezas do descaso
Para assombrar os vivos,
Difundindo o terror,
Erguendo altares à selvageria.
Mas ainda há uma esperança:
Na resistência de poucos,
Na chama que não se apaga
Nos corações que não se rendem.
E nessa fagulha, talvez,
O renascer da luz.
No fim das contas, a nossa presença neste mundo é só de passagem. A única coisa que eu sei que vai ficar quando a gente for embora será aquilo que fizemos por amor, os corações atingidos por nós e as vidas que tocamos.
As palavras vêm a me secar,
O fruto da mente a se encerar.
Vazio é a noite sem fim,
Dias distantes, flor do jardim.
Lições que temos nesse viver,
Ladrilhos na jornada têm que ter.
No fim, a vida é feita de conexão – com a família, com a equipe, com o cliente. E essa conexão é o que dá sabor, não só ao prato, mas a tudo que a gente faz.
Velhice
Velhice é tempo que pesa no peito,
Silêncio que grita no fim do leito.
É pele que sente, é passo que falha,
É o tempo dizendo que a vida não para.
Fugimos do espelho, mudamos o rosto,
Omitimos a idade como se fosse desgosto.
Mas ela chega — e se não vem,
É porque partimos cedo, também.
Não é o cabelo branco que mais assusta,
É a visão que falha, a memória que custa.
É a dor de perder quem já se foi,
E saber que o tempo não volta, não dói?
Velhice é sorte cercada de amor,
De um neto que estende a mão com fervor,
De um filho que ajuda com o prato na mesa,
Num mundo que esquece a delicadeza.
Envelhecer é poema que poucos leem,
Mas é dádiva dos dias que ainda vêm.
É ver, devagar, quem amamos partir,
E sentir no peito o tempo a ruir.
Elaine Paula 14 julho 2025
DESLEMBRAR (soneto)
Quando no verso deixar-te silenciado
Para habitar, por fim, a sensação fria
Em que nada mais no peito é agonia
Te peço que fique inerte no passado
Não mais quero o versar com poesia
Qual o rimar tinha sentido apaixonado
E o carinho tão latente e tão amelado
Ah, quero os versos sem essa profecia
Depois que te poetizar este apartado
A inspiração não mais terá saudade
E o cântico no sentimento será calado
A versificação terá então outra emoção
Em cada verso um reverso de liberdade
E o deslembrar o novo tom do coração.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
14 julho 2025, 17’48” – Araguari, MG
Em grego, "apokálypsis" não significa o fim do mundo. Mas, sim, um desvelar. Uma revelação. A chance de abrir os olhos.
Uma sensação de felicidade? Pense nisso como um local de tristeza, mas em um momento de paz. Um fim de tarde em uma floresta escura, talvez.
É nesses momentos em que as horas passam, mas não importa. É como uma desistência, mas não um fracasso. Nada fica tão importante: o espelho, dinheiro, divídas, responsabilidades.
É como um sonho, um filme de romance da segunda década dos anos 2000. A cada minuto, o daquilo que me faz comer, menos isso acontece. E algo tão natural como o tic-tac me preocupa.
"E se eu estiver perdida..."
Talvez estar perdida não seja o fim, mas o início.
O início de uma travessia silenciosa entre quem eu era e quem estou me tornando.
Nem sempre o caminho é claro — mas às vezes, o que parece desorientação é só o convite da alma para desacelerar.
Para ouvir. Sentir.
E reaprender a confiar em mim.
É desconfortável não saber.
Mas é nesse não saber que mora a potência do recomeço.
Talvez o meu caminho agora não seja uma estrada reta.
Talvez seja um campo aberto, onde eu mesma vou plantar as pegadas.
E se eu estiver perdida…
Que seja no meio de mim mesma, me reencontrando.
Com amor, com verdade, com paciência.
Porque às vezes, o que parece caos é só a vida me ensinando a nascer de novo.
Depressão é um espaço profundo sem fim, quando mais você se afogar nesse espaço você vai agonizando sua maldita respiração, e vai ficando cada vez mais vácuo. Aí você percebe, está morto por dentro e por fora com seus pensamentos engolindo por inteiro.
Sem FIM!
É compreensível nos transformar em massa?
A forma que nos dão, nos modifica em algo?
É necessário saber do passado?
É justo ser tão medíocre as capacidades postas a nós?
Por quê somos tão diferentes na visão social, mas iguais perante a lei?
Por quê o padrão de beleza é estético, e não o rico conhecimento?
Por quê a faixa é branca na pista, mas todo asfalto é preto?
A maioria do povo é negro! Chamar Jesus branco, de Santo é normal, agora é só chama o Orixá de santo, que cê vê o quanto gera de PRECONCEITO.
Têm muita gente pedindo meu respeito, o seu respeito, agora é só falar o que a gente quer, pra você ver se eles apoiam o nosso jeito!
A questão não é dinheiro moço, a questão é o que nos dão, ontem vi um amigo sem uma moeda no bolso, cantando latinha pra ver se conseguia o almoço dos garotos, que tão tudo na rua solto, sem saúde ou educação!
Não é tanta rima que cai nas linhas dos meus textos, mas estamos como galinhas, sem comida na barriga mas cheias de papo, e vai levando mais um sopapo na frente de casa, só por ser morador da baixada! Tem tempo que não falo, a mão ta cheia de calo, vou rasgar meus dedos, mas vou falar o que vem na telha
Palpita o coração moco, muita gente lutando por paz, mas to vendo muito ódio se disfarçando nos sorrisos dos BONS RAPAZES, já to farto disso, a ponto de ter um infarto, toda vez que alguém me fala que varias pessoas sofrem, mas e você o que fez ? NADA
E nesse nada, quem nada e peixe, os peixes são grandes, as notas também, e eles continuam no nada, só comendo os pequenos, e enchendo suas barrigas do que eles gostam, propostas!
A barriga enche de bosta que sai da boca dos tao grandes peixes! A geladeira esvazia, a casa racha, a educação vaza, e ninguém faz NADA!
Brasil ta tao justo, e ironia falar isso, quando sua tia ta lavando casa dos cara de terno e salario, o quanto cê ganha meu senhor? Pra que tanto Auxilio meu senhor? Faz 1 semana correndo feito loca pra saber o que vou dar de comida a meu filho!
Meu filho não e burro não! Ele não teve educação, mas se for pra ser educado e ser ladrão, nem me vale o esforço pra pagar formatura para o INSTITUTO ROUBAR DOS OUTROS.
Quero viver
acorda pra realidade
resolvi por fim em minha dor
agora vem você de novo
ja é tarde estou em outra
amor
diversas vezes eu lhe procurei
mas nem se quer você quis me ouvir
seu telefone sempre desligado
agora é tarde você quis assim
quero viver preciso me encontrar
dar adeus a desilusão
quero voltar a sorrir pra vida
espantar de vez a solidão
sei que você está arrependida
quero dizer que não te ignoro
a amizade foi o que restou
viver a vida é o que me importa agora
Não me dê o fim!…
Quero entrelaçar o infinito
No nosso gozo
Quente, fulgurante de chamas.
Quero me ausentar,
Presentear
Quando preciso.
...
Não bata os olhos,
E não me dê o fim!...
(...)
Observei tua boca,
olhos,
orelhas,
nariz…
De cima a baixo
Começo quase sem fim…
Porque em um certo dia,
Não cheguei a ver nem os teus pés.
Mas onde esta o teu corpo
Que estava perto de mim?
Parte da poesia "Onde está o teu corpo".
(...)
Começo quase sem fim…
Porque em um certo dia,
Não cheguei a ver nem os teus pés.
(...)
Parte da poesia "Onde está o teu corpo".
(...)
Vamos aproveitar
Segundos, minutos, horas, o fim, o começo
Como estivéssemos vivenciando
O gosto do último gole
De um prazeroso vinho
E passar a sentir a essência
De um grande perfume
Vou mostrá-lo que a vida
Não precisa ser tão longa
Para ser tão amada
Mas ela é curta
Para se ter
Inimigos.
Da poesia "Coração de pedra", essa poesia se encontra no livro "Toque de Acalanto: Poesias, Valter Bitencourt Júnior, 2017, Clube de Autores/Amazon, pág. 09, ISBN: 9781549710971.
É preciso ter a certeza de que a nossa alma está em paz com Deus, a fim de que o Senhor possa ensinar-nos e guiar-nos, em todos os momentos da nossa vida. Para isto é importante estarmos em oração com nosso Pai eterno, para que Ele possa nos ajudar com sua fortaleza e sua Luz.
Profª Lourdes Duarte
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