Acompanha
"Está acompanha de vozes, gente, multidões - Há um silêncio que grita dentro de mim - é desta solidão a qual eu me refiro.
Villar
Olhos da cor da paisagem, sabe aquele matagal que acompanha a reflexão? É, ele se encontra nos teus olhos, tenho a sensação de que nunca vi duas bandas se encaixarem de forma perfeita, como sua parte interna e a externa, é um par completo de beleza, e mais beleza, acho que se fosse descritível o inexplicável, estaríamos todos falando de você.
É difícil encontrar, beijos com gosto de café, acho que o seu tem exatamente o gosto da minha bebida predileta, com toda certeza perderia meu sono. Faz alguns dias que observo você, mas por um tempo, achei que meus olhos eram telescópios a observa as vagas estrelas, sempre soube que não havia necessidade de tamanha visão, para enxergar que você era a mulher da minha vida, ou pelo menos um plano infalível de uma suposta reencarnação.
Em um momento da vida, esperei que estivesse além dos meus pensamentos, imaginei você dançando daquela mesma forma louca de sempre, meus olhos bocejam para que eu durma, e continue a dança ao seu lado.
A cada passo que dou, Deus me acompanha, então a minha presença pode alegrar a sua alma ou aterrorizar seus demônios.
"A incerteza me acompanha desde sempre! É assim o mundo mesmo? Mutável, arredio. Tudo me escapa entre os dedos. Situações, lugares, amores. Que construção é esta que mais parece uma reiterada implosão? Não aguento mais juntar pedaços de mim. Me reinventar tem um preço alto. É a felicidade que nunca chega, é miragem no deserto. Te busco ainda..."
Vale mais o relacionamento que o engajamento.
Nem sempre quem te acompanha nas redes sociais
se alegra com a tua felicidade.
Priorize a verdade das amizades sinceras.
De adeptos da falsidade o mundo está cheio.
Selecione a companhia dos melhores,
se ausente da inautenticidade dos piores.
Ninguém é dono de ninguém, alguém me disse uma vez, ninguém tira os pés nem de quem te acompanha, a mente é estranha, Ajuda, às vezes dói, a dúvida vagueia como é fácil pensar que você está me traindo. O que você me falha consciência não coincide com hormônios, porque coração e corpo não falam a mesma língua.
Dentro do silêncio o frio que acompanha ausência.
Tento compartilhar do seu status...
Meus braços não alcança a imensidão...
Entre meus sussurros vejo a tristeza...
Nesses dias que viram com solidão...
O amanhecer seria bom a sentir saudades...
Olho a escuridão plantada na minhas mágoas...
Lamento pela humildade...
Vi a luz me tocar...
Todo sentido se perdeu no silencio.
Poderia ser mais humano.
As nuvens nós céus tomam formas...
Suas lágrimas são apenas pingos de chuvas...
Numa momento sem distensão... Abro alma...
O sentimento navegante se expressa sem explicação.
Nesses novos tempos de silêncio,
Nunca se está totalmente vazio,
O entretenimento acompanha,
Enquanto as redes sociais só assanham,
Ampulheta vazia,
Se conta,
Se cria,
Tanta coisa e realmente nada,
Tudo se acaba,
Finda e se reinicia,
Na velocidade da luz,
Em meio a escuridão do universo do ego...
Só nego.
Somos educados a viver como viciados ,estes vícios nos acompanha até a morte, nós livrar desses vícios é um desafio de uma vida inteira ...
O relógio é um objeto interessante: ele acompanha o tempo, mas nunca tem poder sobre ele. Isto é, se você o parar, passar para frente ou para trás, nada afetará o tempo. A razão e o saber do homem são similares a isso, sempre acompanha os fenômenos que o cerca e até pode ter resultados consistentes se estiveres alinhados na mesma perspectiva, mas como o relógio não tem poder real sobre o tempo, também a razão do homem não tem sobre os fenômenos. Portanto, o que sabemos sobre as coisas é derivado do que elas nos permitiram saber.
248 o número que vejo, do outro lado o verde me acompanha. Esperando uma volta, está tocando o meu sol. Ida e vinda dos carros o sábado é quente, mas o vento sul ajuda. Agonia com a camisa social mas a ocasião sugeri. Nada do que seja casual. O sol se vai, a chuva vem 248 não vejo mais ficou para trás de um olhar além. A chuva vai, o sol vem. Solo úmido, cuidado ao pisar. Troca de lentes para melhor visualizar algo abstrato por determinado recurso. O sol se foi, a chuva também. A noite entra em cena Escura, linda e serenissima como a doce Veneza.
insegurança me acompanha como em uma dança,e dança estabanada pisando eu meus pés, tropeçando quase me fazendo cair,errando os passos fazendo com que eu me sinta desconfortável em continuar a coreografia, tentando não errar porém é inevitável está muito difícil quase impossível acompanhar esses passos,talvez eu precise de mais espaço,e comigo a insegurança criou laços...e aos poucos foi me consumindo e a capacidade de fazer algo sem me auto questionar foi sumindo,comecei acompanhada pela insegurança mas agora a insuficiência me puxou para uma dança,uma dança mais formal e complicada,a insuficiência dançando e eu lá parada,uns passos mais complexos e eu não seria capaz,de acompanhar a insuficiência a cada passo que ela faz,então eu estou sendo arrastada...continuo a acompanhar a insuficiência mesmo sem saber de nada,e de repente sou surpreendida por um puxão e agora quem está a dançar comigo é a depressão
A Roda.
A roda que roda, roda a roda
que acompanha a roda.
São polias, engrenagens
de um mecanismo complicado
que ninguém sabe a que serve.
É milenar.
Sabe-se ter que funcionar.
A roda não pode parar.
Nem pensar.
E, assim sem saber,
Cremos a roda ser,
O que nos faz viver. Será?
Extensa organização,
do diretor ao aldeão,
guardam esta função.
Mas um menino atrevido,
foi lá e num peteleco,
deu-se um treco.
A roda parou. Ninguém notou.
A não ser o mecânico chefe,
que lá a deixou.
Não podemos deter as
mudanças, mas podemos
acompanha-las e fazer o nosso
melhor para que elas sejam as mudançasque precisamos.
Sombra
A sombra que me acompanha.
Às vezes à minha frente está...
Antes do que eu, quer a qualquer lugar chegar.
A sombra que me acompanha
Às vezes atrás de mim está
Chega sempre depois de mim onde estou a chegar.
Se eu corro
Minha sombra corre também.
Se devagar estou a caminhar...
Minha sombra em passos lentos a me acompanhar.
Às vezes ela se apaga... sem nem mesmo querer... sem nem mesmo me dizer.
Noutras... nem o vento mais forte consegue fazê-la desaparecer.
Sombra sombria.
Sombra na alegria.
Sombra nos momentos de dor...
E, como não poderia deixar de ser...
também sombra nos momentos de amor.
