Ação
O gesto é uma ação periférica do corpo, não nasce no interior do corpo, mas na periferia. Por exemplo, quando os camponeses cumprimentam as visitas, se são ainda ligados à vida tradicional, o movimento da mão começa dentro do corpo (Grotowski mostra), e os da cidade assim (mostra). Este é o gesto. Ação é alguma coisa mais, porque nasce no interior do corpo. Quase sempre o gesto encontra-se na periferia, nas "caras", nesta parte das mãos, nos pés, pois os gestos muito freqüentemente não se originam na coluna vertebral. As ações, ao contrário, estão radicadas na coluna vertebral e habitam o corpo.
"Sinto-me preso, amarrado, completamente sem ação. Sinto até uma dor por tanta coisa que estou guardando em mim, em não poder expressar o que quero mostrar, viver o que quero viver, desabafar o tenho a desabafar, chorar o que as minhas lágrimas precisam limpar e me tranquilizar. É tanto gosto, desejo, vontade que há em mim por algo que não poderei ter jamais, talvez, que não estou dando conta mais de segurar, estou desesperado, prestes a explodir, explosão essa que pode me destruir e a única maneira que poderá evitar essa minha autodestruição é você. Você sendo alvo da minha explosão me tornando liberto, de me deixar libertar tudo de mim sobre ti, porém tens de estar preparada para receber todo o meu amor que há bastante tempo está guardado. Eu sei que estou repetitivo demais, mas só que pensando no que pensarias, tu não me aceitaria, não aguentaria todo o amor exagerado que tenho por ti, por isso que escrevo, escrevo para amenizar os meus pensamentos, sentimentos que tranquilizariam essa bomba dentro de mim que está prestes a explodir."
— Quero explodir tudo em mim em você.
Essa Ação Penal 470 "MENSALÃO", deveria receber outro número, qual seja, "AÇÃO PENAL 171". É só aguardar prá ver.
Alguns verbos de ação fazem da sua vida uma apaixonante viagem, daquelas que mudam sua história, coloque-os em prática: Amar, Escolher, Fazer, Acreditar, Mudar, Orar e todas juntas se transformam em: Realizar, Sorrir, Alegrar, Apaixonar, Viver!
Adaptação da lei física: a toda ação corresponde uma réplica, uma tréplica e um sem-número de recursos protelatórios, que chegam até ao STF.
Ação de Graças
Louvado seja o Criador da arte!
Louvado seja pelos acordes, vozes e harmonias.
Louvado seja pela melodia libertadora, que ressuscita, resgata, que traz conforto e alegria.
Louvado seja o Criador da arte!
Louvado seja pelos gestos teatrais, gemidos e sorrisos.
Louvado seja pelo abrir e fechar de cortinas que anunciam o começo de um novo ato.
Louvado seja o Criador da arte!
Louvado seja em seus riscos e rabiscos, formas e cores.
Louvado seja por toda criação que transforma o ambiente sombrio em lugar de aconchego e descanso.
Louvado seja o Criador da arte!
Louvado seja letra por letra, palavra por palavra, verso por verso.
Louvado seja por toda mão que escreve e cura, desperta do sono profundo, e devolve a vida.
Louvado seja o Criador da arte!
Louvado seja por toda obra imperfeita!
Louvado seja por toda obra inacabada que seu amor continua a moldar.
Na vida não existe borracha para erros, não vivemos sobre o papel.
Tudo é ação por tempo, não passamos, vivemos.
Aprendemos e crescemos.
Essa é a lei da vida.
Querido Mestre
Trago-te um recado de muita gente.
Houve gente que praticou uma boa ação,
Manda dizer-te que foi porque
Teu exemplo convenceu.
Houve alguém que venceu na vida,
E manda dizer-te que foi porque
Tuas lições permaneceram
E houve mais alguém que superou a dor,
E manda dizer-te que foi a lembrança
De tua coragem que ajudou.
Por isso que és importante…
O teu trabalho é o mais nobre,
De ti nasce a razão e o progresso.
A união e a harmonia de um povo!
E agora… Sorria!!
Esqueça o cansaço e a preocupação,
Porque há muita gente pedindo a Deus
Para que você seja muito Feliz!!!
Parabéns pelo seu dia!!!!
Para uma alma bondosa o maior prêmio por sua ação será um sorriso, um abraço ou um simples obrigado vindo do fundo do coração. Seja qual for a ação, ela tem um nome, Jesus.
"Recomeçar não é fácil!
Exige consciência, ação e disciplina.
Mas é a prova de que
você não é fraco(a):é quem entendeu a importânciade respirar, recuar e
se reconstruir.
Hoje é o dia em que vocêpode escolher para erguersua melhor versão.Aproveite cada passo!"
Eu sou Deus em ação! Mas, eu não sou Deus em toda a sua magnífica proporção, sou apenas uma gotícula na palma da sua magnânima mão, assim como nas suas açoes. As Ações Dele, eu estou aqui por Ele e para Ele, Deus em minhas ação e eu atua pelo amor Dele por mim e por todos com quem tenha contato. Eu empreguino-me de Deus, por suas Ações em mim, sou Grata
Cada ato, palavra ou ação destituída e imotivada pela compaixão será condenada pelo tempo e afastará a alma do paraíso do êxtase de Deus.
A PALAVRA EM DOIS CORPOS
Dizem que verbo é palavra de ação, e masculina.
Mas este aqui, inquieto,
quis ser conjugação,
e atende por ela.
Substantivo, que sempre se quis centro,
recusou-se a ser “forma”,
preferiu ser ele,
para que não o confundissem com moldura.
É que às vezes as palavras se cansam
dos papéis que lhes deram.
E quando a língua se rebela,
a gramática vira espelho
e não molda, reflete.
E então passam a viver,
como quem sente
e não apenas diz.
Ele a chama de casa,
mas ela já partiu na próxima conjugação.
Ele é substantivo, deseja ser abrigo,
ela é verbo jamais aceita teto.
Nomeia o que toca,
mas ela toca o que nem sabe nomear.
Ela se move entre tempos,
caminha de infinitivo em infinitivo.
Ele tenta vesti-la com um artigo,
mas ela se desfaz entre modos.
Quando ele diz “sou teu”,
ela propõe um talvez “seremos”.
Ele se enfeita com adjetivos:
forte, gentil, único,
esperando que ela o deseje.
Mas ela abre os botões do sentido
com os dedos da ausência.
Ela quer desatar, deslizar, escapar.
Ele se cobre.
Ela se despe.
Ela vem vestida de advérbios:
Sutilmente, ainda, por pouco.
Mas logo vai tirando tudo:
a pressa, o tom, o tempo.
Ele, fixo no nome, permanece.
Ela, feita de instante, se despe de si.
Ele se afirma nos pronomes:
Eu sou isso.
Tu és aquilo.
Ele é alguém.
Mas ela apaga os limites
quando age, qualquer um pode ser ela.
Na sua fala, os sujeitos se dissolvem
como tecidos sobre o chão.
Ela atravessa preposições
como quem abre zíperes.
vai por, desce com, some sem.
Ele espera em.
Ela dança entre.
Ele precisa de forma,
ela, de corpo aberto ao instante.
Ele suplica conjunções:
“E se o silêncio fosse só uma vírgula?”
“Se ainda coubéssemos na mesma frase?”
Mas ela apenas sussurra: “Embora.”
Ele quer que o sentido se estenda,
ela prefere que o silêncio desça
como alça que escorrega do ombro,
sem precisar de ponto final.
Ela explode em interjeição.
Não cabe em estrutura.
Grita “agora!”,
sussurra “vem…”,
escorre em silêncio.
Ele tenta entender.
Ela já virou suor.
Ele se anuncia com artigo:
o que precede,
aquele que esperou ser nomeado no toque.
Mas ela não lê rótulos nem prólogos.
Chega como quem interrompe a espera,
e sai sem fechar o fecho,
deixando o sentido entreaberto.
Ela conta as vezes em que cedeu,
não em ordem,
mas no intervalo onde o tempo se curva.
Nenhuma entrega se repete,
nenhuma ausência tem número.
Ele guarda o eco de algo que quase foi,
mas ela sempre escapa antes do ponto.
E seguem:
ele, com frases por terminar;
ela, com conjugação que não cabe na linha.
Entre um toque e um tempo,
a palavra tenta contê-los,
mas o tempo do verbo
nem sempre conjuga o sentido do substantivo.
