25 anos

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⁠DEUS, é famoso,
a anos...
Em algum lugar agora,
NELE, alguém está falando.
DEUS nunca precisou,
de Internet ou TV,
DEUS, nunca precisou da mídia,
para aparecer.

Inserida por DanielChrystianno

⁠A vida, meu caro, é esse eterno jogo de esconde-esconde. A gente passa anos, décadas até, buscando respostas, soluções mágicas que nos livrem do caos, da bagunça interior que insistimos em maquiar com sorrisos para os outros. Mas, no fundo, a gente sabe que não é lá fora que a verdade está escondida. O problema é que somos mestres na arte de fingir que não sabemos.

Dentro de nós, há uma força bruta, um impulso que poderia mudar tudo, revolucionar o mundo que construímos. Mas, o que fazemos? Enterramos isso tudo, como quem esconde um tesouro no quintal e depois esquece onde enterrou. Porque, vamos admitir, dá medo. Medo de encarar a própria sombra, medo de descobrir que não somos tão pequenos assim, que há um gigante esperando para despertar e tomar as rédeas da nossa vida.

E aí, seguimos nesse teatro ridículo, presos em nossas inseguranças, acreditando nas mentiras que nos contaram — e que acabamos repetindo para nós mesmos. “Você não é capaz”, “Você não é digno”. E essas vozes, essas malditas vozes, acabam definindo nosso destino, desenhando um caminho cheio de muros, onde deveriam haver pontes, janelas para o futuro.

Mas, se a gente para um pouco, se respira fundo e decide olhar pra dentro — de verdade, sem medo do que vai encontrar —, descobre que tudo que precisa está ali. Escondido, sim, mas presente. Amor, coragem, compaixão... Todas aquelas coisas que parecem papo de livro de autoajuda, mas que, na real, são a matéria-prima do que somos.

Só que, claro, não basta saber que estão ali. É preciso querer encontrá-las, é preciso fazer o trabalho sujo, cavar fundo e encarar de frente os monstros que a gente deixou crescer. E isso, amigo, não é para qualquer um. Porque não basta um desejo de mudança que dura até o próximo tropeço. É preciso um compromisso, uma decisão de ir até o fim, mesmo que isso signifique deixar para trás velhas certezas.

Haverá dias em que as sombras vão parecer invencíveis, que o medo vai tentar te convencer a recuar. E é nesses dias que você precisa se lembrar: o poder de virar o jogo está aí, dentro de você. Sempre esteve. Talvez você não precise de nada além de confiar nisso, de deixar essa força ganhar vida, quebrar os muros e iluminar cada canto escuro.

A vida que você merece está ao alcance das suas mãos. Só depende de você. E, por mais clichê que isso possa parecer, a verdade é que a escolha sempre foi sua. Sempre será.

Inserida por Abbehusen

A Síndrome da Boazinha e a Culpa que Não Era Minha
Por Diane Leite

Por muitos anos, vivi como se carregasse uma dívida invisível, uma culpa que parecia colada à minha pele desde que me entendia por gente. Cresci acreditando que, de alguma forma, eu era culpada por não ser suficiente. Por não ter sido suficiente para que minha mãe ficasse, para que ela lutasse por mim, para que as histórias que me cercavam fossem diferentes.

Essa sensação de culpa silenciosa moldou minha forma de existir no mundo. Eu queria agradar a todos, ser perfeita, resolver problemas que nem eram meus, porque acreditava que, se eu fosse boa o suficiente, talvez, só talvez, eu merecesse ficar. Mesmo quando eu já não era mais aquela criança de dois anos, ainda agia como se precisasse provar algo: que eu era digna de amor, de aceitação, de permanência.

A Síndrome da Boazinha

A síndrome da boazinha foi meu jeito de lidar com a dor. Sempre disponível, sempre compreensiva, sempre dizendo "sim", mesmo quando meu coração gritava "não". Eu me doava inteira, mesmo quando ninguém pedia, porque, no fundo, eu tinha medo de ser descartada de novo. Medo de que, se não fosse boa o suficiente, as pessoas me abandonassem.

O Despertar

Foi preciso muita vida, muita dor e muita reflexão para perceber que a culpa nunca foi minha. Que o que aconteceu aos dois anos, as escolhas que minha mãe fez ou deixou de fazer, nunca foram responsabilidade daquela menina pequena e inocente. Que minha essência, meu valor, nunca dependeram de agradar ou de ser a "boazinha".

Quando comecei a entender isso, o peso começou a cair. Aos poucos, percebi que ser boa não significava me anular. Que agradar o mundo inteiro nunca me traria a aceitação que eu buscava, porque ela precisava vir de dentro. E, mais importante, que eu não precisava de ninguém para me validar ou me dizer que eu era suficiente.

Foi aí que deixei de tentar ser a boazinha e comecei a ser eu. A dizer "não" quando era necessário, a colocar meus limites, a escolher a mim mesma em situações onde antes eu teria me sacrificado sem pensar. Percebi que amor-próprio não é egoísmo, mas um ato de cura.

A Nova Mulher

Hoje, sei que não sou culpada pelas escolhas de ninguém — nem da minha mãe, nem de qualquer outra pessoa. Sei que minha vontade de agradar era um reflexo de uma ferida, não de quem eu sou de verdade. Agora, escolho ser boa, mas não às custas de mim mesma.

Não é fácil abandonar a síndrome da boazinha. Há momentos em que ela tenta voltar, sussurrando que é mais seguro agradar, evitar conflitos, manter as pessoas por perto a qualquer custo. Mas agora eu sei que minha força não está em ser perfeita para os outros. Está em ser verdadeira para mim mesma.

E, se alguém escolher partir porque eu decidi me amar, então tudo bem. Porque, no fim das contas, aprendi que quem precisa ficar — quem realmente me ama — nunca me pedirá para ser menos do que eu sou.

E isso é liberdade.

Inserida por dianeleite

Em meados dos anos 80, lá em Minas, o costume era comprar leite na porta de casa, trazido pela carroça do leiteiro, que vinha gritando "Ó o lêeeeeite!!!".

Minha mãe corria porta afora e o leite _ fresquinho, gorduroso e integral_ era despejado na leiteira para nosso consumo. Porém, era um leite impuro, não pasteurizado, e necessitava ser fervido antes de consumir.


No início, minha mãe tinha um ritual no mínimo interessante para esse evento: Colocava o leite na fervura e saía de perto.
Literalmente esquecia.
Simplesmente I.g.n.o.r.a.v.a.

É claro que o leite fervia, subia canecão acima e despencava fogão abaixo. Eu era criança, e quando via a conclusão do projeto, gritava: "Mãe!!! O leite ferveu!!! Tá secaaaannndo..." e ela vinha correndo, apavorada, soltando frases do tipo "Seja tudo pelo amor de Deus..." e desandava a limpar o fogão, o canecão, e ver o que sobrou do leite_ pra tudo se repetir no dia seguinte, tradicionalmente.

Até hoje não entendo o porquê dessa técnica. Parecia combinado, tamanha precisão com que ocorria.
Mais tarde, ela mudou de estratégia. Eu já era maiorzinha e podia ficar perto do fogo. Assim, ficava ao lado do fogão, de olho no leite esquentando_ pra desligar assim que a espuma subisse, impedindo que transbordasse. Foi assim que aprendi uma grande lição:

O leite só ferve quando você sai de perto.

Não adianta ficar sentada ao lado do fogão, fingir que não está ligando; até pegar um livro pra se distrair. É batata: ele não ferve. Parece existir um radar sinalizador capaz de dotar o leite de perspicácia e estratégia. Porque também não basta se afastar fingindo que não está nem aí. O leite percebe que é só uma estratégia. E só vai ferver ( e transbordar) se você esquecer DE FATO.

A vida gosta de surpresas e obedece à "lei do leite que transborda": Aquilo que você espera acontecer não vai acontecer enquanto você continuar esperando.

Antigamente o sofrimento era ficar em casa aguardando o telefone tocar. Não tocava. Então, pra disfarçar, a gente saía, fingia que não estava nem aí (no fundo estava), até deixava alguém de plantão. Também não tocava. Porém, quando realmente nos desligávamos, a coisa fluía, o leite fervia, a vida caminhava.

Hoje, ninguém fica em casa por um telefonema, mas piorou. Tem email, msn, facebook, sms, e por aí vai. O celular com internet sempre à mão, a neurose andando com você pra todo canto. E o leite não ferve...

Acontece também de você se esmerar na aparência com esperança de esbarrar no grande amor, na fulana que te desprezou, no canalha que te quer como amiga. Então ajeita o cabelo, dá um jeito pra maquiagem parecer "linda e casual", capricha no perfume... e com isso faz as chances de encontrá-lo(a) na esquina despencarem. Esqueça baby. O grande amor, a fulaninha ou o canalha estão predestinados a cruzarem seu caminho nos dias de cabelo ruim, roupa esquisita e couve no cantinho do sorriso.

Do mesmo modo, se quiser engravidar, pare de desejar. Não contabilize seu período fértil e desista de armar estratégias pro destino. Continue praticando esportes radicais, indo à balada, correndo maratonas. Na hora que ignorar de verdade, dará positivo.

A vida _como o leite_ não está nem aí pra sua pressa, pro seu momento, pra sua decisão. Por isso você tem que aprender a confiar. A relaxar. A tolerar as demoras. A não criar expectativas. A fazer como minha mãe: I.g.n.o.r.a.r...

E lembre-se: Tem gente que prefere ser lagarta do que borboleta. Sem paciência com os ciclos, destrói seu casulo antes do tempo e não aprende a voar.

Inserida por fabiolasimoes

⁠Minha vida mudou, quando eu tive minha primeira filha que este ano completou 5 anos de idade, com o passar do tempo tive e também presenciei elas nascerem, Ana lua e Maria luar, gêmeas de bolsa diferente, o meu maior sonho foi realizado porém uma foi morar com Deus no céu a outra está comigo, aqui na terra, todos os dias da minha vida penso como seria a minha pequena Ana lua, por mais que ficou a Maria luar para suprir as saudades que hoje corrói meu coração só de pensar que nunca mais vou ver a minha pequena Ana lua.
❤️🌹💐

Inserida por KAIQUE-MARTINS

Que adianta desejar um Feliz Ano Novo todos os anos, se para algumas pessoas eles permanecem e permanecerão sempre velhos? Aí vão me dizer: - Mas, ter esperança é o que importa. Sim, eu não discordo disso, longe de mim ser derrotista, mesmo porque é ela que me move, o que quero dizer é que a esperança não se vê e nem se toca, e que essa esperança precisa ser reavivada, despertando sempre a cada aurora e não só no tilintar das taças na virada do ano e que também não seja apenas uma miragem vista por nós mesmos todos os dias de uma mesmice que nunca vinga e se perpetua num quadro em nossa memória pintada numa esperança oclusa cujo tema é sempre a mesma: - a paisagem morta!

Inserida por Lulena

Autistas depois que fazem 18 anos são esquecidos. A luta desenfreada é quando são ainda crianças e a gente acha que vai ser revertido o autismo. Na medida que crescem a gente vai ficando calejada de sair atrás da cura, e aí eles também são esquecidos como a gente... que é mãe. O mundo para aos 18 anos para o autista e para a mãe também que não vê mais horizonte. Quando criança a gente enxerga muito além do arco iris. Quando adulto o arco iris some...e a nossa porta se fecha, e o que nos resta é apenas uma janela aberta.

Inserida por Lulena

Então... abro a porta do quarto e observo meu filho autista que adormece no auge de seus 21 anos de puro vigor, exuberância e beleza tanto externa quanto na pureza de sua alma perdida, avulsa e flutuante e digo em pensamento: - Obrigada meu Deus, estou me esforçando... e aí ele dá um suspiro profundo como quem diz: - Eu sei mãe! E seu corpo estremece..

Inserida por Lulena

Um dia após o outro... E quando a gente se dá conta, percebe que foram anos e mais anos que se passaram... E hoje, é outro dia!

Inserida por Lulena

"A verdade é que a gente leva uns dois anos para admitir, depois leva um ano pra entender o que é a realidade e passa a convencer de vez que a fantasia dela gastou."

Inserida por kauanpinheiro

⁠BALANÇO DOS ANOS 40

Recebi a vida sem pedir nada.
Cresci.
Aprendi a exigência do amor,
a impaciência da crise.

Perdi luz.
Enfraqueci ideais.
Conquistei planos.

Queria um aeroplano
vivaz e transparente
para me levar pelos tempos
(presente, futuro, passado)

Em busca de mim,
em busca do outro.
Da quietude dos campos,
com cavalos pastando
entre fontes inquietantes
de vilas perdidas.
Borbulhantes,
sadias,
por entre mil romarias.
O coração entre preces, amor, fantasias.

O cotidiano quebrado
como a semente do milho
caída na terra,
germinando,
gemendo a cada ciclo
por vida.

(abril/ 1992)

Inserida por hidely_fratini

Vezes sem conta na história dos negócios, um concorrente desconhecido vem do nada e, em poucos anos, ultrapassa os líderes estabelecidos sem que aparentemente se tenha esforçado muito.

Inserida por GESTOR

A personalidade formada até os 7 anos é uma estrutura maravilhosa, é a essência.

Inserida por GESTOR

⁠Eu procurei por tantos anos dar um sentido a vida, para finalmente descobrir que a vida, é o sentido para tudo.

Inserida por AndressaCarvalho96

⁠SALVE-SE QUEM PUDER

Desde os últimos anos nos deparamos com as diversas manifestações que se espalham por todos os lugares. Todas elas demostram a insatisfação dos brasileiros com a política, economia e os problemas sociais em geral.

Esse descontentamento é proferido pelos mais diversos tipos de brasileiros nos indicam que a insatisfação e a crise econômica cresce cada vez mais no país e os que tem possibilidades (mínima parcela) estão deixando o país para terem vidas melhores longe da nação verde e amarelo. Mas será que essa é a solução?

Vale ressaltar que muitos dos que deixam o país tem conhecimentos superficiais sobre a política e a economia e, na maioria das vezes, são os mais preconceituosos com os residentes aqui na Nação. E principalmente aqueles que tem mais condições são os que têm o hábito de sempre reclamar, quando não o convém, esquecendo de pensar sempre no coletivo e preferem agir individualmente.

Sabemos que a chave para a solução dos problemas instaurados no país de ordem social, política e econômica tem somente uma alternativa: o investimento em políticas públicas voltadas para o desenvolvimento educativo no país, sobretudo da implementação de disciplinas que abordem as questões sobre cidadania, diversidade, pluralidade e gênero. Mas isso é somente a ponta do iceberg. Ou seja, a solução não é deixar o país, muito menos reclamar questionando tudo e todos. Mas sim lutar para a melhoria do nosso Brasil.

A frase “salve-se quem puder” deve ser mudada para “salvemos o nosso país todos juntos”.

Inserida por HumbertoCorsi

⁠Onze anos de saudades
De Ronaldo Cunha Lima
Esse nome que dar rima
Com a história de Campina.

Advogado e poeta
Que muito nos ensinou
Na política ele deixou
Um legado de amor.

Com Ronaldo a Paraíba
Teve um governador diferente
Com uma gestão eficiente
Que cuidou de nossa gente.

O Brasil se encantou
Com o deputado decente
Um senador competente
Que muito nos orgulhou.

Esses versos de homenagem
É pra guardar na memória
Os feitos e a história
De Ronaldo boa gente.

Inserida por MercioFranklin

Cristo ou Barrabás? Que exemplo tem influenciado nossas escolhas?

Há mais de dois mil anos atrás, um homem veio ao mundo disposto a ser o maior exemplo de amor e verdade que a humanidade conheceria. (Texto para nossa reflexão: Mateus 27:16-26)
Condenaram este homem e crucificaram-no ignorando todos os seus ensinamentos para se ter a vida eterna. O primeiro julgamento que fazemos aquela multidão é ingratos, toscos, infiéis e merecedores da condenação a vida eterna nos porões do inferno.
Contextualizando para os dias atuais, qual seria a opção da maioria entre as duas propostas apresentadas por Pilatos? Seria mais cômodo conviver com um criminoso, mandando o Filho de Deus para morrer na cruz? Optaríamos pelo conforto do comodismo, pois Jesus seria uma escolha que incomodaria muito as pessoas?
Vejamos: Barrabás roubava para conseguir dinheiro, mas não faria nenhuma pergunta sobre como você faz pra ganhar o seu. Ele não se importaria se você honra a Deus com seu estilo de vida ou não. Para ele, você poderia até ter outros deuses, afinal, no final tudo se dá um jeito. Também não incomodaria ninguém dizendo que é preciso amar e perdoar e orar por seus desafetos. Por fim para Barrrabás, o importante é buscar a satisfação pessoal, mesmo que seja através do pecado.
Cristo nos escolheu dando a nós o privilégio de sermos chamados filhos de Deus e de podermos dia após dia buscar mais intimidade com o Pai. Cristo nos escolheu dando a nós a salvação e a Vida Eterna ao lado do Criador. E você? Tem escolhido a Ele quando tentam te influenciar? Você tem escolhido a seguir a Cristo em qualquer situação? Cristo te escolheu, escolha você também a Ele. Amem?
Que Deus nos abençoe,

Inserida por FCNOBREGA

Um toque nas vestes de Jesus pode mudar uma vida. A mulher que sofria
à anos com o fluxo de sangue descontrolado, não mediu esforços para tocar no único que poderia solucionar o seu problema, ela enfrentou os costumes e preconceitos da época, mas sua fé estava em Cristo. Quem deposita a esperança em Cristo jamais perde a batalha.

Inserida por emerson_silva_2

⁠A gente se acostumou a viver nos intervalos do trabalho. Dos amigos, bastam as festas. Dos anos, bastam as férias. Das semanas, bastam os fins. Das pessoas, os bens. Da música, os plays. Das comidas, proteínas. Do mar, as praias. Das notícias, os títulos. Da floresta, os frutos. Do clima, o conforto. Das famílias, os nomes. Dos países, os números. Dos livros, resumos. Das mães, o passado. Do pais, os presentes. Dos filhos, a presença. Do futuro, basta a promessa.

Tamara Klink
Bom dia, inverno. São Paulo: Companhia das Letras, 2026.
Inserida por pensador

⁠Ela podia ter vivido mil anos atrás, ou daqui a mil anos, mas, por sorte, com tanto tempo, espaço e humanidade, ela viveu aqui com a gente.

Inserida por pensador