William Shakespeare Poema de Crianca
O CAOS
Quando criança tinha medo do escuro
Não há mais lugar que lhe pareça seguro
Fica à espreita pela fresta da cortina
Com os remédios que a receita discrimina
Perseguição, Transtorno, alucinação
Dependência, insanidade, depressão
Perigo iminente por trás pela frente
Não consegue frear o impulso da sua mente
E o delírio toma conta
Revira os quartos e a cozinha
Sangue correndo na veia
Se espalha, tranforma, sua vida
No caos, o caos, o caos, o caos...
As vozes não se calam nem por um minuto
Tem medo de gente viva e de defunto
Pega uma tesoura, a faca, algo pontudo
Agora chega a hora de acabar com tudo
Mas quem tem a frieza? O instinto é selvagem
Pro sacrifício é preciso ter coragem
E vai quebrar parede, vai morder corrente
Não passa de um paranoico, um demente
E ao senti a morte chegar
Chama a ambulância, até a polícia
Sangue correndo na veia
Se espalha, tranforma, sua vida
No caos, o caos, o caos, o caos...
Ainda criança, conheci alguns livros de uma coleção da Disney que meus pais compraram para que eu pudesse interagir e me esbaldar no mundo da fantasia e da leitura, na verdade, são os livros mais antigos de minha amável coleção e predileção!
Durante toda infância e adolescência, mantive contato diário e direto com os livros.
Desde aquele primeiro contato, esse mundo me cativou e até hoje, tenho essa estima inenarrável pelos meus amores eternos.
Mas, escrever...
Chega ser meu próprio ar, uma bússola, um farol, um mantra...
A poesia, me personaliza, me faz do avesso, me esmorece e faz de mim essa realidade utopista e que enobrece meus instintos mais vulneráveis...
O dia que não escrevo, sou uma planta sem água, um peixe sem oxigênio, um navio sem água pra flutuar, rumo ao seco do deserto.
Não peço que me entendam, menos que me sigam, me leiam, mas peço que abram as "comportas" para esse inatingível, aromático e audível mundo da leitura, do conhecimento, do ir além que os pés por vezes, não podem e as mãos não possibilitam...
Quando tudo se resumi em uma só existência lírica:
À imaginação!
Circo encantado
A fila de ingresso as suas graças
Criança ansiosa não disfarça
O palhaço Lelé
Roubando Mulher
O Garboso apresentador e sua voz de locutor
La vem o truque da risada, palhaçada!!!
Pipoca no algodão doce
Sombra e luz, embaixo da lona o circo vem a tona!
Globo da morte e quase bateu
Trapezistas com sorte, a corda é forte?
Quase caiu num suspiro cheio de silêncios
O mundo pendurado por um fio
Malabares e Trapézio
Destreza e firmeza
Suspense e mistério
A cigana vem a Lona e põe fogo na roda
Borboletas psicodélicas
Voam pelos cabelos
Sensualidade em forma de brinquedo
O susto e a cortina se abriu
Os pequenos sorrindo
O mundo é lindo
A verdade é a grande imitação
Na próxima semana o mágico não me engana
Já acabou?
Homem é homem,
Mulher é mulher,
Eu sou criança,
Cheia de fé.
Menino é menino,
Menina é menina,
Não sou adulta,
Eu sou criançinha.
Gosto de brincar,
Gosto de dançar,
Gosto de cantar,
E amo rimar.
Escrevo poemas,
Escrevo Poesias,
Escrevo histórias,
Da tia Cutia.
E ela cuidou da dor
como criança ainda no colo
Acariciou, limpou, alimentou
Enquanto adormecida
A dor era quase inexistente
Mas ela soube suportar
Na exasperação de momentos
À quietude morna
E assim quando ela percebeu
A dor havia crescido e partido
E em repouso ela adormeceu
Agora ela estava livre
E poderia, enfim, apropriar-se
Do que realmente era seu
Adoro ver o dia amanhecendo
Coisa de criança
Ganho estrelas
Tapeando o tempo
E a ainda amparo o sol
Em seu despertar.
Tais Martins
Capim de saudades
Comprei frutas frescas
Correndo rindo, me levei de criança
E espalhei tudo pelo seu jardim
Penduradas uma a uma em mim
E as suas flores todas que eu vi lá
Abriram se como se eu as deixasse
Num cair de cada pétala, feito plumas
Roçado fino na solidão de espinhos
Dançando no vento em num “polir” do chão
Feito pensamento que desmancha...
De maços vagos me catapulto em anseios lúdicos
Enrolados como fumo de raízes de amor puro
E aquelas cores todas de no seu pomar e as folhas soltas...
Foi-se no tempo tornando-as ocres, terra nova que pousava
E aquelas frutas-eu que eras pra te aguçar
E morder me suculenta em matar sua fome
E foi-se temporada...
E agora da varanda daqueles seus sorrisos
Alegrava se uma saudade feita de um casal na rede
Dessas paixões de boa tarde
Delicado tempo venta porta de trás
Até me invade porta a frente
Capim de saudades
Ao ver uma flor, uma criança, a si mesmo no espelho ou qualquer outra criação do universo, do Pai, do Criador, emanem amor.
Ao levarem “O Amor do Lírio” para suas casas, saibam que ao visualizá-lo vocês elevam a sua frequência para uma vibração tão alta, pura e abnegada que sua atitude ajudará inúmeras crianças.
Respondam sempre com o Amor.
Porque nossa meta é desativar da Terra o padrão de sofrimento.
Imaginação de criança
Imaginação de criança
É como nuvem
Livre, leve e solta
Ou como o Sol
Que ilumina dia a dia
Imaginação de criança é como melodia
Às vezes desafina
Mas é também como poesia
Obra divina
Imaginação de criança é como avião
Voa lá nos altos
No ritmo dos pássaros
Mas sempre tem que pousar no chão
Criança. Ser cândida
Criança
O adorno do jardim indesejado pelo seu possessor
O ser candente espelhada na bondade de um ser seguidor e perpétuo na firmeza
Criança: sorriso reflectindo o amor de Deus para com os homens
É o nosso gesto de caridade e de irmandade,
Que faz sobrevier a luz do sol na opacidade
O nosso amor caído para segurar a mão de quem carece.
Por que poesia?
o nascimento de uma criança...
o desabrochar de uma flor...
o canto de um pássaro...
o encontro de um casal...
A medicina, advocacia, administração a engenharia
São objetivos nobres e necessários para manter a vida
Mas a poesia, a beleza, o romance,e o amor...
Esses são os motivos pelos quais vivemos
Não lemos e escrevemos poesia porque é bonitinho
Lemos e escrevemos poesia porque...
Somos humanos e a raça humana está repleta de paixã
TEMPO DE CRIANÇA
Que saudade,
do tempo em que eu não
sabia o que era saudade.
Era criança
e vivia cheio de esperança.
Hoje crescido,
me vejo cheio de saudade
E de tão rôta esperança.
Que isso é para mim, como... Imaginação de uma criança, a direção repentina e oposta da correnteza
verdade para um mentiroso, é não amar as folhas mas sim a raiz, ser um pintor da arte da vida, dignar-se
a herança da palavra e finalmente desgovernar o governo de suas faculdades mentais.
O que se diz quando não se quer,
O que se quer, mas, não se diz...
Quero ser como criança
Com direito de ser feliz.
Já roubaram o meu sorriso
Infiltrou-se o desamor
Digo a deus quero de volta
A paz que a vida me tirou
Sou apenas pequenina
Que um dia sentiu a sua dor,
De ser feliz chegou meu dia
E distribuo meu amor...
Um faz de conta que nada conta...
Nosso erro começa na infância, ah criança se tu soubesses!
Se tu pudesses ter uma amostra grátis aqui de fora, pediria ao Papai do Céu que nunca lhe deixasse crescer.
Aqui fora nada é tão bonito assim, na verdade chega até assustar.
Não é o país da Alice, nem tão pouco o mundo de Branca,
Aqui você percebe que nem toda dor se cura com Band-Aid, nem todo beijinho sara e quando casa não passa.
É criança, o mundo adulto é assombroso. Aqui você entende que mais dolorido que a palmadinha da Mamãe, é a agressão das palavras.
E que divertido mesmo é apenas a disputa pelo brinquedo mais novo.
Olhe pra cima pequena, veja, a crueldade das pessoas é do tamanho de tua inocência.
Se pudesses espiar aqui, tu não acreditarias, os adultos tem a audácia de transformar a pureza do sorriso em algo sarcástico, usar para machucar.
No mundo adulto minha criança, os monstros não moram mais embaixo das camas, eles se mudaram pra dentro de muita gente.
Sabe aquele tapinha nas costas pra desengasgar? Aqui é sinônimo de traição. Nem todo mundo que se aproxima é pra te ajudar.
Uma vez que aqui não tem atrás de guarda-roupa pra se esconder, colo da mamãe para chorar, quintal para correr, inocência para brincar. Aconselho-te minha criança, fique por ai por muito tempo, não tente adiantar e quando não houver mais tempo, peça a Deus sabedoria pra lidar como esse mundo tão diferente, que está acostumada a pintar.
A CRIANÇA
Rezo aos filhos dos meus amigos queridos,
Crianças que talvez sejam meninos perdidos.
Vejo crianças filhos de crianças adultas,
Pais que se entregam a paixões ocultas.
Resta-me orar para a melhora do mundo,
Para que os filhos não caiam no poço sem fundo.
Hoje o pai da criança pouco quer lhe vê,
Não dá exemplo, pois prefere as facilidades da teve.
O pai solteiro acha que apenas o falar é certo,
Esquece que quem não se sacrifica tem futuro incerto.
Num mundo de malandro, gangue e bando;
Temos que dar exemplo, amar e viver educando.
A criança é e será sempre dos pais a projeção,
Mostre amor não com bens, mas com educação.
Mostre exemplo e de valores dentro de uma religião,
Assim sendo a criança terá base para enfrentar este mundão.
André Zanarella 27-08-2012
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4419954
o melhor da vida esta
na simplicidade
na alegria do palhaço
no sorriso da criança
no olhar terno de uma mãe
no abraço dos apaixonados
se doar sem nada esperar
fazer firulas com o destino
e no final de cada dia saber que
viver vale a pena....
Que seu amanhecer seja sorridente
assim como a alegria da criança
que sendo toda inocente
faz de seu dia uma dança...
mel - ((*_*))
COMO CRIANÇA
Hora pra levantar
Começar a agir
Ter disposição
Vivo, se sentir
Andar no caminho
Fazer o bem
Valorizar o pouco
Ajudar quem não tem
Saber dividir
Sorrir bem mais
Continuar sem parar
Viver em paz
Amar o que faz
Sonhar com esperança
Brincar até de manhã
Ser como criança
No olhar de uma criança
No olhar de uma criança
pode se ver o mar
de amor, paz e alegria,
Ou dor, solidão, nostalgia.
No olhar de uma criança
Pode ver a amargura
Quando perde a esperança
Diante das guinadas da vida
No abraço de uma criança
Há a gratidão desmedida
Felicidade no gesto
Ou lágrimas de protesto
Uma criança indefesa
É um anjo caído sem asas
O coração desprotegido
Tesouro no canto esquecido
No sorriso de uma criança
Pode se perceber o medo
Ou conquista de brinquedos
Relicário de segredos
Quando verte o azedume
Ou o sal de muitas lágrimas
O olhar de uma criança
Quer de volta a esperança.
