Vou Morrer
Que sentimento é esse que doí tanto, faz o corpo tremer, corrói a alma, faz o grito morrer no seu interior e tudo perder o sentido?
Se o ladrão for achado roubando, e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue.
O momento
A hora
O local
A passagem
Viver, morrer
Nascer e existir
E deixar saudade
De hoje e sempre.
Antes de atirar a isca, certifique-se se ela está bem presa no anzol, o peixe pode morrer pela boca.
Inda bem que existe a arte
Para nos dá liberdade
E também nos ajudar
A não morrer da verdade.
Santo Antônio do Salto da Onça/RN
Vivamente
Você nasceu sem pedir
E vai morrer sem querer
Então aproveite a vida
Com o seu melhor viver.
Esqueça ressentimentos
Curtindo os bons momentos
Antes da morte lhe ter.
Santo Antônio do Salto da Onça/RN
23/11/2023
Ciclo
Cada momento que vai
Eu me sinto renascer
Mas cada tempo passado
Aí me sinto morrer.
A vida é muito escassa
De repente tudo passa
Se não correr pra viver!
Santo Antônio do Salto da Onça/RN
23/11/2023
Os suicidas muitas vezes se matam porque têm medo de morrer. Não suportam a tensão crescente da vida e da espera do pior – e se matam para se verem livres da ameaça.
Se o ladrão que for pego arrombando for ferido e morrer, quem o feriu não será culpado de homicídio,
mas se isso acontecer depois do nascer do sol, será culpado de homicídio. Um ladrão terá que restituir o que roubou, mas se não tiver nada, será vendido para pagar o roubo.
Dói né, você quer gritar e não pode. Você quer chorar, mas segura. Você quer morrer, mas não se mata. Você quer sumir, mas não some. Aí é que tem. Você não faz nada disso pra não preocupar a sua família, certo? Aí você pega, vai pro banheiro, e chora lá, escondida (o). E não tem ninguém pra te dar apoio.
É bem isso aí.
Iria morrer, quem sabe se naquela noite mesmo? E que tinha ele feito de sua vida? Nada. Levara toda ela atrás da miragem de estudar a pátria, por amá-la e querê-la muito, no intuito de contribuir para a sua felicidade e prosperidade. Gastara a sua mocidade nisso, a sua virilidade também; e, agora que estava na velhice, como ela o recompensava, como ela o premiava, como ela o condecorava? Matando-o. E o que não deixara de ver, de gozar, de fruir, na sua vida? Tudo. Não brincara, não pandegara, não amara - todo esse lado da existência que parece fugir um pouco à sua tristeza necessária, ele não vira, ele não provara, ele não experimentara. (...)
Importante é que ele tivesse sido feliz. Foi? Não. (...)
Restava disso tudo em sua alma uma satisfação? Nenhuma! Nenhuma!
