Voto
No cerrado, o dia alvorecer
Eu vi o dia alvorecer, no cerrado
Fiz aí eterno voto de admiração
Vi depois o céu rubente, visão
Feérica, igualmente encantado
A qual mais belo, se, ilimitado
Sedutor, este, aquele, sei não?
Cada qual com a sua emoção
Cada qual com o feitiço privado
Ah! que este instante inebriante
Sabe a sensação o quão cativa
Cá no cerrado é cena constante
Raia, cerrado, rebenta num viva
Ou faze do show ímpar instante
Surgindo em poética tão festiva.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
08 janeiro, 2024 – Araguari, MG
O direito de escolher representantes pelo voto é um regime político fundamental, essencial. Anormal e inexplicável é um indivíduo tendo o poder de decisão, escolher o destrato pela coisa pública, a ilicitude, o descaso social, a instabilidade financeira coletiva, a mentira!
O povo decide muito pouco, e reduzir a democracia ao voto a cada quatro ou cinco anos é ridículo; chamar isso de democracia é absolutamente ridículo.
O voto no Brasil passa por uma espécie de alquimia: uma dia após as eleições é um metal comum que vai se transformando até atingir as características do ouro no dia dessas Eleições, pelo menos na visão das autoridades.
Voto da obediência
Cristo vivenciou uma existência de devoção ao Pai, desde seu nascimento até a morte de cruz, se fez disponível e de modo absoluto, em empenho à sua missão salvadora.
“Foi oprimido e humilhado, mas não fez comentários; tal como cordeiro, ele foi levado para o matadouro; como ovelha muda diante do tosquiador, ele não abriu a boca.” Isaías 53, 7
“‘Sou eu que devo ser batizado por ti, e tu vens a mim?’ Jesus, porém, lhe respondeu: ‘Por enquanto deixe como está! Porque devemos cumprir toda a justiça.’ E João aprovou.’” Mateus, 3, 14-15
“Jesus disse-lhe: ‘Vá embora, Satanás, porque a Escritura diz: ‘Você adorará ao Senhor seu Deus e somente a ele servirá.’” Mateus 4, 10
A história de Cristo amplia nossos olhares sobre o que de fato significa a “obediência”. Muito mais que uma imposição, ela representa uma relação de confiança e entrega a Deus.
“Eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.” João 6,38
Conscientizados do valor do voto da obediência, e em submissão à santa madre igreja, religiosos se espelham no testemunho de seus superiores, em âmbito corporativo, regional e coletivo, vivendo a maturidade na liberdade como filho de Deus.
Voto de pobreza dos religiosos*
O voto de pobreza do religioso é o desapego das posses terrenas ou seja mundanas, segundo os mesmos, fúteis, bem como o desinteresse da elevação dos valores adquiridos pessoal em benefício de outrem em sua vida comunitária. Deste modo, visto que uma pessoa acumula fundamentos, bases ou alicerces, carecerá preocupar-se em intentar os semelhantes, com quem convive diariamente, promovendo seu desenvolvimento de vida espiritual, devotada, intelectual, especialista, repartindo cultura e sabedoria aos irmãos de congregação como se reparte o pão. O religioso que pensa unicamente em sua própria vida, moradia, bem estar, esquecendo o Instituto, irmãos consagrados, tendo conhecimento das reais necessidades das obras e iniciativas, vive uma pobreza falsa. A pobreza de cada religioso será refletida na Instituição, com sua oração, seu trabalho, seu esforço e dedicação, pois não é o Instituto de Vida Consagrada que constitui e faz o seu membro, mas sim este o constitui. Seu exemplo, seu testemunho vivo, é que o exterioriza e o lança no meio ambiente como germe inesgotável do amor cristão. tão importante, exercido pelos religiosos professos, concluo que o voto de pobreza será vivido na intensidade apresentada se os religiosos atenderem ao pensamento da Igreja expresso na Constituição Dogmática Lumen Gentium e no Decreto Perfectae Caritatis.
Texto baseado ao pensamento da Igreja expresso na Constituição Dogmática Lumen Gentium e no Decreto Perfectae Caritatis. Solange Malosto
Não há pressão multideterminando o voto do eleitorado da esquerda brasileira, principalmente, o feminino. Penso que a liberdade reside nisso.
"Mesmo sabendo dessa traição, eu te perduei, te dei um voto de confiança! E mais uma vez você quebrou e destruiu o pouco que tínhamos!"
"Quanto mais confiamos nas pessoas!
Quanto mais damos um voto de confiança!
Mais e mais somos machucados, e a ferida nunca vai se curar!"
Quando você vota em branco, está permitindo que outras pessoas escolham o seu futuro.
O voto é individual e secreto, mas o resultado pode afetar milhões de pessoas.
Não é hora de ser imparcial. Ajude a definir o futuro do país.
