Voce foi o meu Momento Inesquecivel Amor
Antes de me invejar, transporte-se
para o meu mundo passado, e veja se
aguentaria os agudos espinhos que eu
pisei, ou se suportaria o fardo pesado,
que tive de carregar nas costas,
antes de chegar onde hoje estou.
No meu mundo real cabe todo o universo, no meu universo interior não cabe o mundo real devido a sua peculiar realidade incabível em qualquer mundo
Por trás do meu sorriso
Por trás do meu sorriso existem lagrimas
Por trás do meu sorriso existem feridas não cicatrizadas
Por trás do meu sorriso existe um choro silencioso
Por trás do meu sorriso eu me afogo em meu próprio disfarce.
Eu não tenho a mínima pretensão de convencer ninguém a absolutamente nada. Meu papel é muito mais o de caminhar ao lado de quem já está convencido.
Canto em Versos
O meu poetar une versos
dos amores, dos reversos
porém, não são submersos
nem tão pouco dispersos...
É uma exaltação aos universos:
das trovas, dos mundos diversos
das dores e louvores tão imersos
nas palavras e sigilos complexos
De simples poemas abstersos...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
SONETO DA AUSÊNCIA
O cerrado já não mais é meu confidente
o pôr do sol não mais ouve o meu plangor
os cascalhos do segredo fazem amargor
e a saudade já não mais está condizente
Não mais estou melancólico no rancor
nem tão pouco sou aquele imprudente
e ao vento nada mais contei contente
deixo o tempo no tempo ao seu dispor
Até da recordação eu tenho medo, dor
o entardecer tornou-se inconcludente
e o olhar se perdeu nas ondas de calor
O poetar fez da madrugada noite ingente
carente nas buscas do tão sonhado amor
e hoje o meu eu no cerrado está ausente
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
06/06/2016
Cerrado goiano
Tentei estabelecer rotina
para combater o caos do meu cotidiano,
mas descobri que é exatamente o caos
a essência positiva de minha rotina.
Eu não fico colorindo a realidade. O meu estilo é falar a verdade, sempre, mesmo que ela seja dolorida. É melhor saber o que você encontrará lá fora, para que se prepare e não se frustre no futuro.
Eu estou coçando o saco pra quem desvaloriza meu trabalho. Afinal, quem paga minhas contas além de mim?
Condenado por Minhas Próprias Palavras
Eu tinha em meu coração a construção de uma casa de descanso para a arca da aliança do Senhor. - 1 Crônicas 28: 2
Escritura de hoje : 1 Crônicas 28: 1-10
Eu dediquei meu coração aos ministérios de adoração na igreja porque adoro ajudar as pessoas a conectar a adoração de domingo com a adoração pessoal diária. Servi em comitês e como capelão de coro e orquestra; Escrevi orações semanais para a pasta de adoração e promotores diários de oração para a leitura bíblica de cada dia; Trabalhei com nosso pastor de adoração para planejar serviços. Então ele renunciou.
Quando o comitê de busca foi formado para encontrar seu substituto, não me pediram para participar, e soube que me sentia usada e não apreciada. Tentei me defender da minha má atitude, mas com pouco sucesso. Então, enquanto trabalhava na pasta de adoração da semana seguinte, fui interrompido por palavras que havia escrito um ano antes. Ao digitar o promotor de oração em 1 Crônicas 25-29, que inclui o relato do desejo não realizado de Davi de construir o templo, minhas próprias palavras me convenceram: “Ore para que não fiquemos ressentidos quando Deus der a tarefa a outra pessoa nós estávamos esperando fazer. ”
Liguei imediatamente para o presidente do comitê de busca para confessar minha má atitude e prometer que o apoiaria na difícil tarefa que estava pela frente. E continuo fazendo isso porque o trabalho pertence a Deus, não a mim! —JAL
Refletir e orar
Senhor, ajude-nos a apreciar
o trabalho que os outros fazem,
o serviço prestado em seus corações, o
sacrifício por você. —Sper
Seja fiel - e deixe os resultados para Deus. Julie Ackerman Link
Meu silêncio acompanha o silêncio dos pássaros, eles são mestres em saber a hora de calar seu canto.
Na quele tempo,
Quando eu estava na escuridão
No canto do meu quarto.
Quanto mais eu luto,
mais essa magoá penetra em mim
MANIFESTO BORBOLETA
Hoje pela manhã
primeira vez do meu olhar
Com um lindo panapaná
Lisonjeada e sem acreditar
Não há quem vendo aquilo
Não pare um instante
Pra com calma observar
Aquela cidade pequena
Ruas vazias e amenas,
tomadas por essa cena
cercada pela enchente
Em nove de fevereiro
Num ano décimo sexto
A planta sobre pedra
Já estava decorada
Das pétalas alaranjadas,
Por todos os lados,
E todas as ruas
Tenho algo á Declarar...
-De todos os coletivos
Ah, eu prefiro,
Um lindo panapaná
Bem cedo, pro dia bem
Eu começar
Aquelas borboletinhas
Levaram meus pensamentos
Em suas asas á voar
Ligeiras e sem rumo,
Lá se ia a greve
De um lado á outro á migrar
Monarcas Que instigam,
os olhos de quem na vida
já pôde contemplar
Depois de tudo isso
Afirmo que no mundo
Ainda há esperanças
Baseado na confiança
Da lagarta de charneira
Achando que sobreviva
Á sua Jornada
E vendo o fim
Sem ser rotulada
Tão triste o desfecho
Das tão cheias de coragem,
batem as asas de flor em flor
Vem borboletinha
Pousar na minha mão
Contagia todo sorriso
E alegra meu coração
