Voce foi meu Pecado
CIÚME
Sei. Outros amores te gracejaram, bem o sei...
murmuraram o que meu versar já ti murmurou
até sorriram teu sorriso que sempre desejei
a lembrança da poesia, que eu não mais sou
Tudo que recordo me faz dor, e ali estarei:
na saudade, no sofrer, tortura, assim vou,
chorei, foi por tanto, o tanto que te amei
quis dar-te meu melhor. Pra ti já passou!
Eu quisera anular, por ti, qualquer querer
qualquer olhar, o toque, o singular prazer
que um dia fez reflexo na minha emoção
Como é sensação supor o teu beijo aleio
ler no teu coração, mil poemas de paixão
o alguém nas batidas dum suspiro enleio
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
29/04/2021, 11’26” – Araguari, MG.
O meu corpo deseja ficar só, os meus sentimentos insistem em não se abrir, os meus olhos lutam para não chorar mas o meu espírito somente a Deus deseja adorar.
entreguei
meu coração
quando em meio a tantas pessoas, seu olhar cruzou o meu.
gestos e palavras.
"vou te tirar daqui."
como nos filmes antigos
você me
cobriu do frio.
Foi o sonho mais lúcido
que já tive.
Minha poesia é sua
Sem rima ou métrica
Meu poema é seu
Sem o inverno
Nas veias
Quando escrevo sou você
Aquele que não sabe a próxima palavra
Mas meu tédio é seu
Meu óbvio sua incerteza
E os caminhos
Que trlhamos ...
Ah isso faz parte de nós dois !
Cacá Carlos Gomes.
O meu amor é vago
Louco e desumano
Frio, tosco e insano
É amargo, vil, seco e imprudente
Insensato, medíocre, rude e doente
É cretino, vadio, estúpido e cruel
Se alojou em meu peito
Foi embora, e nem pagou
o aluguel.
Meu Amor Indiano
Quando te vi
Não te esqueci
Eu percebi o risco
Que corria ao te querer
Mas eu nunca deixei
Eu aceitei esse risco
E ate ja me viciei
No sorriso,no seu encanto
Eu me arrisquei,eu quis
Amar você que é mundo
Mas seus olhos cheios de amor
Me faz sentir seu calor
Me faz sentir você bem perto
Eu nao pensei
No quanto doloroso podia ser
Te olhar e não poder te beijar
Querer e não poder te tocar
É difícil sim...
Mas eu não consigo e não quero
Não quero acabar com nós dois
Com nosso amor
Eu ainda acredito
Que vamos nos encontrar
Talvez vamos nos estranhar
Mas sabemos que
o nosso amor esta ali
Bem guardadinho dentro
Dos nossos corações
Somos como siameses..
Grudados que não se pode
Dividir e separar
Porque é como um coração
Para duas pessoas
É como um depender
do amor do outro...
Somos assim
E é assim que estamos
Sobrevivendo pelo nosso Amor...
Te Amo para sempre meu Amor Indiano🇮🇳
O que posso lhedizer acerca da existência, meu caro amigo, é que: não importa – como única verdade– de onde venhamos. Importa que estamos aqui e a vidanos sorri, acontecendo em nosso interior, nos permitindo moldarsua trajetória, fazendo com que direcionemos tudo a umfim que queiramos escolher.
flor do meu quintal, flor desse imenso e vasto reino,Tu és a princesa dos cachos, dos belos cachos negros. Dona dos sonhos profundos, dos rios de lágrimas, da vida bagunçada, da beleza intacta e serena. tu és a dona da tempestade e és a rainha da calmaria, ladra de almas, roubou mais um coração, quem dera não fosse o meu, que está em tuas mãos, teu poder de prender, minhas mãos em teus cabelos, agora o ladrão sou eu, pois te roubei um beijo, mas no final das contas, também era o teu desejo!
DOR DE AMOR
Ao pesar, o poema meu, pela solta saudade
do vosso encontro, onde o querer palpita
por vosso olhar extasiante, beleza infinita
triste afeto distante, de uma vil crueldade
É que, ai de mim! Aperto que no mal brade
me arde, sai exaltado, vai louco, em grita
sentidos vagos em sensações tão eremita
haurindo em mim a sorte duma felicidade
Eu choro, e choro... e sofro, tanto, tanto
no entanto cada gemido de dor é pranto
e cada pranto um gemido em canto e dor
O suspiro dado é desilusão e não apenas
o penar amargurado, são fados e penas
de um poeta em sua sofrência de amor!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
02 de maio, 2021, 05’44” – Araguari, MG
Odebrecht.
O que restará de mim e de minha existência?
Não crendo mais em meu próprio ser.
Pela sagacidade dos dias.
Dos vossos lírios prateados.
Em vossos templos consagrados.
Velados, a sombra de honrarias?
Ah, céus!
Que espécie de engenhoca mecânica sou eu?
Boneca de carne e dentes!?
Não crendo mais em minha própria humanidade.
E no vigor da minha gente?
Carne educando carne.
Civilizando carne.
Que saboreia da própria carne?
Carne vossa de cada dia, exposta no mercado dos desejos...
O que restará de mim e de minha consistência?
Da carne da minha carne.
Da vossa carne!
De toda vida selvagem influenciada pelo ‘id’ da violência!?
Das mortas almas soterradas pelo fundo, de um fundo.
Pela projeção fantasma do mundo.
Que só valoriza a casca da divergência?
O que restará de mim e de toda existência...
Na lista dos mais “ajuizados” ditadores da história?
Em nome da ética.
Do moral.
Da soberania.
Na lista dos melhores condutores de bons exemplos.
Entre todas as lutas, derrotas, vitórias.
Eis aqui, a estrutura de vossas almas, em nome do orgulho nacional.
Sem nunca sequer permitir-se ser um ser em sua totalidade.
Se não, um meio ser esquartejado pelo antigo gancho das velhas fábricas da vulgaridade.
Eis aqui, humanidade!
A carcaça e sua essência:
Um fígado, um pulmão, um coração...
Enfim, o todo - inconsciência.
Arranca-os e toma os para ti!
Em nome dos direitos humanos e de todos os ideais de liberdade.
Ó, humanidade!
Parabéns à nós e obrigada! E lembre-se... Desafios existem pra serem superados! Conte comigo meu amor! Feliz um mês moh dengo... 👑🌹💕
Todos eles , todos eles .
Desapareceram quanto a dor
Em meu peito aumentava.
Todos eles, sumiram.
Quanto a lágrima em meu rosto
Caia fria e gelada.
Todos eles , falavam que me ama
Mais quanto mais precisei de alguém
Para chorar ao meu lado
E fala que tava tudo bem.
Não tinha ninguém lá. Estava chorando
Sozinha. Enquanto a dor Em meu peito
Me rasgava por dentro .
Estava sozinha.
Vou investir meu dinheiro num hotel enorme, com quartos o suficiente para hospedar nações e nações. Se isso significa que eu posso te amar num número maior que o infito, então eu farei.
Meu peito chora, meus olhos agem
Meus sonhos somem, minha mente invade
Meu coração doi e minha boca se abre.
Maldita solidão que não me deixa
Bendita as rosas que não se deitam
Maldita flor que não me beija
Bendito amor que me desleixa.
A cada nota que sopro no meu clarinete é uma forma de expressar meus sentimentos em forma de alegria.
A indiferença responde a altura, e o meu bem estar também. To sem tempo pra gente que não me respeita e gente ruim.
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