Voce esta Mudando minha Vida
Me sinto triste, melhor me fechar
Não é o Certo, mas é minha formar de lidar
dor que sinto
motivos que não quero falar.
Sozinho não estou, tenho deus para me ajudar
só com ele posso contar
Para ti, AMADA LINDA!
Ó LINDA Rosinha...
Ó Linda Rosinha;
Ó Bonita Flor;
Ó Rosinha, minha;
Ó meu Lindo Amor.
Tens em ti, tanta riqueza;
Nesse lindo interior;
Riqueza que te embeleza;
Ó Rosinha, minha Flor.
Embeleza esse teu Ser;
Para a todos consolar;
Com tão bonito Viver;
Que a todos gostas de dar.
Gostas de dar, por teu Ser;
Ter nascido pra mui dar;
Desse tão Lindo Viver;
Que andas cá a anunciar.
Que muito por cá semeies;
Com teu bonito doar;
Para que o mundo permeies;
Com essa forma de dar.
De dar, Desse lindo AMOR;
A quem Dele precisar;
Pra que cá fique o valor;
Que Tens em Teu rechear.
Que muito por cá semeies;
Por tanto por cá faltar;
Para que o mundo recheies;
Com essa forma de AMAR!
AMAR, que a ti irá tão dar;
Lá no Reininho do AMOR;
O que andas a semear;
Mas com dobrado valor!
Com o Carinho, que de mim mereces;
Sentido pra quê?
Estava eu caminhando em minha bicicleta quando avistou uma velha surda de quinze anos com seus fones de ouvido gritando muito baixinho para um cadeirante correr atrás de seu cachorrinho de madeira enferrujado, pensei: Sentido pra quê?
Achei engraçado e continuei pedalando o meu patinete, passei próximo a praia e percebi que o rio estava bem limpinho e até bonito com aquela cor verde cintilante, os peixes boiavam de alegria, fiquei contente e segui meu caminho dirigindo, cheguei em um aeroporto e avisto um trem no trem de pouso e percebi que um maquinista cego contava muito dinheiro, eu achei engraçado, me perguntei: Sentido pra quê?
Seguindo meu caminho cheguei no cais, pensei em pegar um ônibus para ir em um show de rock ouvir um pouco de MC Livinho, por que adoro rap, então peguei o avião para São Paulo, achei o sotaque dos cariocas engraçado, fui direto para o show de rock, e olha só, tocou rock, e nada de funk, pensei sentido pra quê?
Preferi ir pra casa, era pertinho a uns cem quilômetros, chegando em casa deitei para comer e logo depois, sentei para dormir, e nesse momento eu acordo desse sonho caindo da cama, achei engraçado e pensei: Haha, agora entendi.
Moral da história: Procurar sentido em tudo ou na vida, vai tornar a sua vida monótona e sem graça e apenas no momento certo você vai entender o que está acontecendo.
Desviar a glória
…a minha glória não a dou a outrem. —Isaías 48:11
A arqueóloga Bárbara Mertz tem uma reclamação contra o faraó do Egito, Ramsés II. Em seu livro Temples, Tombs, and Hieroglyphs (Templos, Tumbas e Hieróglifos), Mertz escreve: “O indivíduo chega a enjoar de ver a face, o contorno e/ou o nome de Ramsés estampados em metade das paredes que ainda permanecem em pé no Egito — pelo menos assim parece.” Insaciavelmente sedento de glória, Ramsés se deleitava com a religião egípcia, que ensinava que o faraó era divino.
Contraste o desejo de glória de Ramsés com a atitude de Paulo e Barnabé. Em uma de suas viagens missionárias eles se depararam com uma situação em que se recusaram a aceitar a vanglória. Quando a multidão na cidade idólatra de Listra viu que curaram um homem aleijado, o povo exclamou: “…os deuses, em forma de homens, baixaram até nós” (Atos 14:11). Eles imediatamente prepararam animais para sacrificar em honra a Paulo e Barnabé. Os dois, rapidamente, discordaram dizendo: “…nós também somos homens como vós, sujeitos aos mesmos sentimentos, e vos anunciamos o evangelho para que destas coisas vãs vos convertais ao Deus vivo…” (v.15).
Não podemos nos comparar aos apóstolos em nossos feitos para Deus, mas todos realizamos coisas para Ele. É neste momento que precisamos “desviar a glória”, fazendo questão que Deus receba toda a glória por tudo o que tivermos feito.
O maior alvo do homem é trazer glória para Deus. Dennis Fisher
Nascido entre a poesia e arado
A gente cuida do gado e da plantação
Minha gente veio da guerra
A gente cuida desta terra
Como quem cuida do coração.
Meu espírito espera pelo céu. Minha alma anseia pela paz do horizonte oceânico. Mas é a terra que consome toda a minha existência.
Vontade
Entrar em casa sem que a porta
rangesse, sem que o cachorro
da vizinha farejasse minha vinda
sem que o sofá conservasse as
formas do meu corpo, sem que
eu precisasse tomar aquele copo
de água que toca o azulejo e emite
um som rouco, sem que houvesse
corpo. Entrar em casa como
a música entra nos ouvidos.
ar da madruga despenhoso,
solidão minha tristeza,
sobre rosas adormeço e acordo num pesadelo,
diante as farpas o veneno, que acalma sentimento resplandece num instante,
se dá ou se deu meramente ao acaso desnutri o desejo,
tenha se o brusco momento nas profundezas da morte.
mesmo que luz seja parte do destino morto em tuas vias,
um dia despenhoso em tantas vozes apenas o silencio,
tangentes, sem significado pois ar terminou,
e amo continua tão belo quanto antes, nada mudou,
então um esboço de meias palavras jogada ao vento,
seria as ultimas linha importante o sentimento vagou,
sendo um pequeno pedaço do precipício, no vasto desejo,
o amor que tenho um pedaço do prazer... o silencio,
tão único como a vida, torna se desespero num sono eterno,
fraco ao extremos do prazer a vida denota se mais dia,
sobrepondo realeza de detalhes o frio a palidez,
o dia cinza, corvos nos céus, gritos dentro da mente,
viajam por tantos lugares e amore impulsiveis,
volúpia, marca do seu rosto, lagrimejantes,
folgaz entre tantos caminhos escuros que habitou,
viveu nos lugares mais obtusos e apenas a vácuo...
que re surge a cada momento, a vejo no mundo eterno.
indago o sentimento singular no puro desapego.
desatino neste ador afio, testemunho o apogeu...
nas madrugadas frias o arrependimento talvez,
entre vultos na multidão lhe tenho por vultos,
os mesmos labirintos de teu algoz no abismo.
retalho tantos absurdos no meio a sarjeta a decepção,
em meio o brilho do medo, atravessa a rua vaga
supostamente, um passa do pesadelo.
tantas lembranças retruco os avistamentos nos céus.
as tenho tanto valor, que as perco no esquecimento.
suplícios, indago por mais um momento até tudo seja a solidão.
Não moro apenas em mim. Moro em cada abrigo de amor que eu ofereço diariamente à minha própria alma.
Nara Minervino
Teus carinhos distantes, acalmam a minha alma.
De longe e de perto.
Há a dimensão do paraíso,chamado nosso planeta.
Que liga aos olhos negros escrito em formas de carinhos distantes.
Hoje vai ser melhor que ontem
Jesus pegou na minha mão e me levantou.As lágrimas que derramei Jesus as enxugou.E nas trevas que eu andei, Jesus me iluminou.Jesus me mostrou que é possível caminhar apesar de eu ter apenas uma das pernas.Ele me mostrou que eu consigo abraçar a vida apesar de ter apenas o braço direito.
Acredite! Hoje vai ser melhor que ontem.
-Adailton Ferreira
Morada:
Minha morada eu não sei...
Deixe isso para lá...
Depois logo se vai ver!
Aqui eu quero estar...
Contando os dias, passar...
P`ra quê? ... já saber...!
Minha ideia de cinema estava sempre ligada à brisa das noites de verão. Nós só víamos filmes no verão. Os filmes eram projetados em uma enorme parede branca. Eu me lembro especialmente dos filmes que tinham água. Cachoeiras, praias, fundo do mar, rios e nascentes.
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