Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Me amarro nesse amor que me dá a liberdade de voar para onde eu quiser mas, faz eu preferir permanecer aqui só por ter o prazer de amar e querer levantar vôo junto.
Descobri que sou luz perante a escuridão
e que posso voar se sair do casulo.
Sou o pulsar do meu coração,
mas se eu não ouvi-lo, torno-me nulo.
Que o meu medo é pra deixar-me forte,
diante dos desafios que a vida apresentar
E que ou eu domino eles ou
serão eles a me dominar.
Que posso realizar os meus sonhos, desde os simples aos mais loucos.
O que eu preciso é ter fé em mim,
que vou conseguir, tudo, aos poucos.
Sou o plantar, sou o colher
e compreender isso faz tão bem,
pois se algo eu não gostar, vou entender
que apenas eu sou responsável pra solucionar, mais ninguém.
Borboleta
sei que está ai
louca pra voar
louca pra sair
Não tenha pressa.
Esteja apenas atenta.
O casulo é sua base
para poder transformar.
Pra fazer seu vôo completo
É preciso aguardar.
Mas quando tiveres preparada
Não esqueça de partir.
Ficar no casulo além do tempo
pode te ferir.
Feita pra voar,
o céu colorir.
O amor compartilhar.
A paz transmitir.
Nem sempre nossas asas estão prontas para voar e
muitas vezes ,nem precisamos sair do lugar .
A Felicidade é também aquietar e se auto respirar .
Há um pouso de paz ,que poucos sabem ,
é manso ,interno e silencioso .
Entenda que só seremos livres para voar em busca de nossa missão quando as falhas emocionais de nossas famílias forem completamente resolvidas dentro de nós.
►Andorinha
Vejo bem ao longe uma linda andorinha
Pensei comigo onde ela iria
Poderia ela voar para um novo lugar?
Ou que, apenas fique ali, quietinha,
Colecionando calor com suas peninhas
Para ela, qual seria a definição da vida?
O que ela pensa ser ou não uma rotina?
Será que ela vive com uma filosofia?
Qual é o medo daquela pequena avezinha?
Poderia ela também sentir alegria?
Talvez, como eu, ela não se apressa para o fim.
Imagino se ela sente o controverso "amor"
Se ela conversa com o beija-flor,
Se ela sente algo além da dor
Será que o abandono fere ela?
A solidão é de conhecimento dela?
Eu me deixo levar por essas deduções,
Eu tenho várias formas de interpretações,
Que explodem de hipóteses, feito erupções
E a andorinha fez-se um singelo símbolo
Uma pequena amiga concedida pela natureza,
Que faz com que meu coração sorria
A tranquilidade pousa sobre mim ao vê-la todo dia
Pois ela cria uma brisa que me alivia
Fazendo com que eu sinta uma paz que antes não existia.
Penso que ela talvez esteja ali para me acalmar
E eu almejo que ela fique assim,
Que ela não vá voar, que ficará perto de mim
Quem sabe ela me faça flutuar em uma maresia?
Quem sabe eu melhore de humor,
Se caso eu estiver sofrendo, sentindo dor
Ficarei então sentado aqui,
Indagando como ela me faz sorrir
Mas sem me importar, afinal sinto-me feliz
Uma felicidade sem fim, firme como o marfim
Observando ela, eu só enxergo os "sim"
Os "não" são fictícios, tudo é possível
E meus nervos ficam tranquilos
Acabo, por alguns segundos, me tornando um ser pacífico.
Aquela pequena criaturinha me anima,
Como pode?
Ao admira-la, eu dou as costas para a rotina
O importante será o meu aproveitamento nesses segundos
Degustar de uma brisa suave e agradável
Sem sentir o vento impuro da cidade
Espero que quando chegue o turno noturno,
Eu esteja relaxado como estou agora
Mas o mais provável é que,
O que sinto agora torne-se meu passado
Uma maravilhosa e calma memória
A andorinha voo e foi-se embora.
"EU TENHO OBJETIVOS DE VOAR E ME DESPRENDER DAS DECEPÇÕES DO PASSADO QUE SÃO AS ANCORAS NEGATIVAS DA VIDDA
TRÁGICO VOAR
Vou ingerir e infligir
vou me esbaldar, eu vou p'ro ar...
Vou chapar n'essa chapada
em horizonte de chuvisco
cambaleios, nunca visto.
Eu vou chapar, eu vou chapar...
Com meu chápisco, meu belisco
sim! Eu tropico, quando trisco
corro risco pelo risco
depois caio no meu cisco.
É nesse circo que sempre fico,
bom, não é...
Mas, te indico como pacífico
e no primeiro bico...
Com tantas águas, nas deságuas
é tudo seu, somente seu
o seu fim sísmico.
Depois na hora do seu adeus
o que adianta, gritar velei-me...
Valei-me meu Jesus Cristo.
Antonio Montes
Dessedentar
Águas venham a minha sede saciar
Águas lavam o meu interior para voar
Águas Doces
Águas Amargas
Águas Límpidas
Águas Salobras
No rio vão encontrar
Águas de Angústia
Águas de Dor
Águas de Tristeza
Águas de Alegria
Águas de Paz
Águas de Amor
Águas da vida
Águas na morte
Águas saciem minha sede
Águas levem toda Dor
EFEITOS DA PEDRA
A pedra poderia voar
se tivesse asas com penas
mas tudo que a pedra fez, foi leis...
Aquelas leis que nos condena.
Editou com seus rabiscos
a condenação dos pecados
depois de cima do muro
ouviu o amor ser jurado.
A pedra, ainda em seu feito...
foi tumulo do salvador
estatuas de: Vênus de Milo, e Zeus.
e a topada dos ateus.
Deixou tudo satisfeito...
Quando o gigante tombou
e o Davi com sua pedra
o seu estima selou.
Do Drummond, foi o poema
da pedra de pedra e pedra
a pedra lá da calçada
a pedra lá do caminho
a pedra de todas as pedras.
Antonio Montes
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