Viver
*Contos para uma Lua Qualquer*
"O Início De Tudo"
Viver ou Sobreviver?
Viver é algo tão relativo.
Sobreviver é uma forma de viver ou de se manter vivo?
O que faz alguém querer viver? Seria as pessoas? Seria seus sonhos?
E se por acaso não existisse? E se por acaso essas pessoas forem uma mera ilusão?
E se esses sonhos forem apenas sonhos? Algo que nunca vai se concretizar?
É interessante o fato de ter várias pessoas ao seu redor e nenhuma ao mesmo tempo.
Porque VIVER,depende de pessoas? Ou de sonhos?
Se no final,tudo isso,sonhos e pessoas vão ser esquecidos.
As pessoas vão desaparecer,e os sonhos serão esquecidos.
E no final,todos esses fatores vão para o mesmo lugar que nós.
Um lugar sombrio e vazio,onde cada migalha de terra estará sobre seu corpo e seus fatores.
Onde tudo será esquecido,e simplesmente voltará ao pó.
O esquecimento vai ser inevitável,mas ainda depois da sua morte,deixará algo.
Maior de que todos esses fatores,Prazer Legado.
De Walker Moon,Para esta Sociedade
minha face na escuridão,
você voa sobre meu coração,
nunca espere viver até te conhecer,
sempre pairo pela cidade,
entre laços da perdição...
perpetuo meus pensamentos,
descubro que a vida apenas começou,
passando por cada momento
esperando que os dias morram
para que a noite seja perpetua.
Ninguém me entendeu. Não quiseram me ouvir, me decifrar. Eu só queria viver. Viver um momento. Um encontro do EU. Dos EUs que há em mim. Precisava de um momento para navegar em mim, para me reconectar as nuances por mim vividas outrora, a minha essência. No fundo, emudeceu. Petrificou. Solidificou. Tento resgatar. Trazer a tona. Lapidar a rocha que se formou. Esculpir aquilo que quero, que desejo. Para isso, preciso olhar pro horizonte, pro céu, pro espelho. Olhar para algo que não tem fim. Acho que no espelho encontrarei os caminhos, lá verei um reflexo de um dos EUs que há em mim. Vi tantas coisas... vi o sepulcro. Quantas coisas eu sepultei contra minha própria vontade... quantos EUs abandonados eu pude vê. Alguns choravam a minha procura. Alguns choravam aos prantos por motivos que não caberiam aqui em uma linha. Deparei-me diante de um cemitério, do meu sepulcro. Tenho que exumar os meus EUs. Aqueles que eu matei por outrem. Aqueles que eu suicidei por motivos bobos. Olho no espelho novamente... agora vejo os EUs que, antes choravam, estão a sorrir para mim com aquele semblante de esperança, de saber que puderam me encontrar novamente, que eles terão uma segunda chance para serem quem sempre quiseram ser. Paro. Penso. Olho para um EU que está em um canto refletindo. Encontro-o. Vou ao seu encontro. Convido-o para sair dessa bolha. A bolha que o aprisionou. As cadeias mentais que o deixaram estagnado, parado, sem vida, sem cor. Sorri. Sorrimos. Nos demos as mãos. Nos abraçamos. Choramos. Fizemos as pazes. Nos reconciliamos. Foi tão lindo... a lágrima rolou. Desceu em cascata ao encontro do rio. Borrifou em mim o desejo de viver esse EU. A quimera. De ser esse EU. O EU que fui um dia. Encontrei-me. EU.
Tudo têm um motivo.
Tudo têm uma ordem lógica.
Podemos fazer o bem por que não fazemos.
Viver é uma arte.
As limitações que criamos dentro de nós dificulta a nossa capacidade de viver.
Ao acharmos que precisamos mais do que temos e mais do que somos, começamos a fazer comparações com outras pessoas nos colocando em situação de inferioridade.
Comparamos e desejamos além de nossas próprias limitações.
Essa comparação e esse desejo nos leva ao fracasso e, ao fracassarmos deixamos de receber e obter tudo o que a vida poderia nos agraciar dentro de sua própria realidade.
Nossas limitações e dificuldades estão em nós mesmos.
Superar essa estagnação entendendo que a vivência dentro de nossa capacidade e limitação nos tornará mais felizes não é tarefa fácil.
Mas, é uma tarefa, um exercício a ser praticado diuturnamente e que pode ser começado sendo grato pelas coisas que possui.
Para que suas experiências lhe leve ao crescimento, necessário é que a compreendamos como elas aconteceram.
Todo dia, uma nova experiência.
Viva o presente, aceite ele como é.
Não deixe sua mente flutuar nas comparações e divagações infrutíferas e sonhadoras.
Reflita.
Paz e luz.
Botão de ouro
Quando busquei o encanto
Dessa coisa de viver,
Pus os pés na estrada
E comecei a me escrever!
Nas linhas desta história
Lágrimas enxuguei,
Superei meus dramas
Na corrente do saber!
Tudo o quanto eu quis
Ir num rastro do senhor
Nele encontrei meu interior!
Minha vida é Deus é quem sabe
O destino é para mim
Um botão de ouro,
No umbral deste jardim!
“Bom mesmo é viver a vida intensamente, desfrutá-la com paixão, vivenciá-la a cada instante como se fosse o último. Nossa passagem por aqui é breve, e a vida é uma dádiva muito preciosa para ser desperdiçada. Portanto, esteja bem consigo mesmo, com os outros e o mundo! Celebre a vida, aprecie a vida, Viva!”
Ao (re)encarnarmos passamos a viver uma nova existência, uma nova oportunidade de aprendizado, de aprimoramento d'alma, na perspectiva da evolução espiritual. Todavia durante a vida estaremos sujeitos a uma sucessão de armadilhas, desafios, obstáculos, provações e tentações, cabendo somente a cada um de nós a escolha do melhor caminho a seguir, pois durante nossa breve estada por aqui sofreremos muitas influências, boas e ruins, positivas e negativas, uma vez que estaremos entre a luz e a escuridão, entre anjos e demônios".
Que seu dia floresça, e em ti permaneça a vontade de viver e reconhecer que há felicidade, nas coisas simples da vida. Assim como a nossa amizade que, há de permanecer.
O bom da vida é viver com leveza numa vida real, ser natural, não ser adepto à mentira, sentir a tranquilidade de ser dotado de um caráter que proporcione paz interior, não precisar usar de artifícios para ser aceito, ter conquistado amigos sinceros e tê-los envelhecendo com a gente. O bom da vida é poder olhar para dentro de si e não sentir vergonha da alma, é seguir na jornada da terra com a certeza de não estar praticando o mal para o outro. O bom da vida é viver sabendo que o Tempo, ao seu tempo, e no tempo certo, vai analisar o nosso histórico de ações e comportamento e isto não ser motivo para sentirmos medo do amanhã, nem medo do nosso último suspiro. O bom da vida é fazer bom uso da vida pra quando ela acabar não nos tornarmos um fantasma assombroso em torno de nós mesmos enquanto vagamos pelo breu do universo.
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