Vivemos
Quem somos?
A soma do que vivemos, convivemos, herdamos e juraram que deveríamos ser.
E o valor que, no olhar do outro, esperamos, que nos reconheçam e nos façam crescer.
Não vivemos o novo normal, vivemos a realidade híbrida.
Uma tecno-coexistência numa vida algorítmica que exige mais do que adaptação: exige consciência.
Vivemos no século da informação, mas é a emoção que reina, quando a razão deveria liderar.
Falsos profetas e influenciadores se multiplicam — na fé, no dinheiro, nos sonhos fáceis — e espíritos frágeis aplaudem.
Ainda choro, mas não sou ingênuo: meu coração sente, mas é a razão que guia meus passos.
No fim, o corpo revela o que o discurso esconde — e poucos percebem.
Continuamos normais… até quando?
O Ataúde da Humanidade: Elegia aos Tempos do Fim
Vivemos a era da devastação.
O tempo sombrio da decomposição moral,
Do apodrecimento do caráter,
Da aniquilação do humanismo.
Matam-se inocentes com frieza,
Exterminam-se animais com crueldade,
Incendeiam-se florestas com ganância.
O planeta clama, e a humanidade não escuta.
Num cenário de sombras e cinismo,
Só restam a sensibilidade e a coragem
Daqueles que ousam insurgir
Contra os desmandos do poder vil,
Contra o fuzilamento do povo
Pelas mãos podres da corrupção,
Orquestrada por políticos desonrados
Que sangram a nação com sorrisos cínicos.
Somente Deus — o Eterno Juiz —
Pode resgatar o povo brasileiro
Desta destruição em massa,
Deste meteoro moral que colidiu
Com a alma da humanidade.
Já não há pudor:
Tudo se tornou permissível, torpe,
Rastejando nos escombros da maldade.
Agora, só nos resta esperar
O dia do infinito da existência,
Onde os homens serão julgados
Pelo tribunal da eternidade,
Sepultados no ataúde da escuridão,
Perseguidos pelos fantasmas
Que eles mesmos criaram.
A sociedade morreu há tempos.
O que vemos hoje são apenas as cinzas da podridão,
Espalhadas pelo vento da indiferença,
Retornando das profundezas do descaso
Para assombrar os vivos,
Difundindo o terror,
Erguendo altares à selvageria.
Mas ainda há uma esperança:
Na resistência de poucos,
Na chama que não se apaga
Nos corações que não se rendem.
E nessa fagulha, talvez,
O renascer da luz.
A alegria não está nas coisas, está em nós, está na forma como vivemos, na maneira como nos conectamos com os outros e na capacidade de encontrar beleza e significado em cada momento.
Vivemos vários mundos dentro de um mesmo mundo
com várias histórias que se entrelaçam direta e indiretamente,
onde a singularidade só há na concepção de que somos seres mortais,
mas que se divergem em tudo mais, principalmente, nos direitos e na igualdade.
Marcas inegáveis.
Ao passar dos anos vivemos diversas situações que ferem, marcam e fixam passagens em nossa pele.
Alguns buscam esconder, encobrir e apagar as marcas que o tempo deixou, outros levam suas marcas como troféu das vitorias e passagens no tempo.
Mas e se pudéssemos através de um momento congelado em uma foto, deletar todas as marcas, cicatrizes e manchas que a nossa bela passagem no tempo deixou na pele.
Um momento congelado como se as marcas e cicatrizes nunca tivessem existido, você puro na sua original essência.
Quando vemos essas marcas, e conseguimos separa-las , vemos o quanto o tempo é corrosivo ás nossas vidas, e quando separamos nossas características originais das marcas do tempo, presenciamos o quanto o tempo e suas marcas corrosivas são essenciais para descrever também quem nos tornamos.
O tempo corroe a passagem da vida.
O tempo marca seus ensinamentos.
As marcas nos diferenciam do próximo, nos agrega competências, foco, experiências, comprometimento, mas também nos diz sobre a passagem dos dias de dores, sofrimentos, choros, alegrias, sorrisos.
A tecnologia nos da uma opção de esconder essas marcas, maquia-las.
E por mais que uma cirurgia corrija essa marca, a vdd é que ela somente cria outra marca invisível aos olhos externos, mas inesquecível e inegável á quem vivenciou.
Essa verdade nos diz uma outra realidade que muitos fingem não enxergar, realidade essa que nos classifica como um so grupo, vivendo as marcas desse tempo, criando planos de fuga que não vencem o destrutivo tempo, maquiando realidades para se auto confortar em suas bolhas sociais, porem o fim de todas essas escolhas nos leva a uma simples resposta inicial.
O tempo é inegavelmente destrutivo! independente de classes sociais, credos, cores, e contra ele nenhum ser humano no mundo se salvará.
Os que buscam essa resposta logo encontram a si mesmos, meros passageiros do tempo, e quando esse peso é em continuo mitigado, então podemos viver o que a vida sempre quis nos dizer:
Pare, e perceba a beleza da vida ao seu redor. @luizsrmorais
Retribuir; poucos fazem uso desta ação, vivemos em tempos difíceis onde o que mais se ver é desunião, pode ser em grupo de trabalho ou em família, o conviver passou a ser uma grande complicação.
Nunca espere muito das pessoas que convivem com você, porque de tudo que vivemos ou fazemos de bom eles dificilmente irão perceber, se acertar 99 vezes não espere elogios receber, porém erre uma vez aí observe o que vai acontecer...
Vivemos numa sociedade onde muitos pretendem ser gestores públicos ou ter cargos nomeados dependendo do apoio ou votos das pessoas, porém quando alcançam seus objetivos e chegam onde almejavam, quem os levou até lá,
não importa mais...
Quem dá mais?
Vivemos em mundo de "faz de conta"
Onde o outro é apenas "o que posso ganhar com isso"?
Os valores reais estão à venda
Na escuridão sombria da ganância
A mesquinhez é tão grande que
Pensa-se enricar com a injustiça de outrem
Os valores reais estão vendidos
No ledo engano de uma vida passageira
Esquecem-se que são apenas peles e ossos que caminham
Esquecem-se de sua matéria primordial
Esquecem-se para que foram chamados
Os valores reais estão vendidos
No pobre mercado da matéria
Esquecem-se que podem ser mais
Esquecem-se a que foram chamados
Esquecem-se que também são alma.
Na atual conjuntura em que
Nós vivemos não precisamos
Fazer testes de sobrevivência,
A Cada dia sobrevivemos
Aos perigos expostos Pelos
Labirintos desta selva de Pedra.
E se a vida fosse uma novela? A briga maior seria para ser o ator principal. Vivemos num mundo de guerra.
Ganância
Vivemos em um mundo sublime
E o tempo voa,
O ar flutua
Entramos em obstáculos, sem volta
Caminhamos no infinito cosmo
Onde a vida vira sonhos.
E enganos.
Os seres brigam entre si
Onde a ganância vira caos:
No amor, no prazer, na misericórdia,
Na guerra...
Tudo vira e cai em si mesmo.
Vivemos em uma sociedade órfã de ternura e afeto, hoje a coisa mais fácil, é ganhar dinheiro como palestrante de auto ajuda, basta ter o dom da falácia, eu poderia dominar isso com maestria, porém, certamente teria nojo de mim, ao me tornar um traficante de sonhos…
As dores de hoje são frutos do que vivemos ontem, se hoje podemos ser felizes o amanhã ainda não chegou, Vivamos o presente sem que os medos do amanhã atrapalhem nossa felicidade. Lembrem-se já é tarde para sermos felizes, pois deveríamos ter sido ontem.
A vida é o reflexo do que vivemos ontem e é o que nos faz viver hoje. Por isso, devemos lutar e não recua em meio a qualquer dificuldade encontrada em nosso caminho, para que o presente seja refletido num furo promissor.
Muitas vezes corremos tanto pela vida que não percebemos onde passamos ou onde vamos. Não vivemos desfrutando a vida,ela passa por nós. Lembre-se, a vida é um tesouro inigualável e muitas vezes não a valorizamos devidamente. Ela não é uma corrida, mas uma viagem que deve ser desfrutada passo a passo.
“Ontem é história, amanhã é mistério e hoje é uma dádiva,por isso é que se chama “presente”.
Profª Lourdes Duarte
