Versos para 18 anos
"Não importa quantos anos de estudo alguém tenha, se a resposta que apresenta para tal questionamento contradiz os ensinamentos das Escrituras, está equivocada. Pois a verdade está em Deus e não na sabedoria e especulações humanas."
Por muitos anos, permanecemos imersos na escuridão, mas a 1772 ainda sim conseguiu iluminar a sua comunidade através do sol da alvorada.
Depois de anos de relacionamento, as pessoas que achamos que amamos naquela época, podem não ser nada na tua vida atual e ainda assim, aguentamos, quem sabe pelo tempo, pela idade, pelas doenças e principalmente, pela falta de coragem de começar tudo de novo. Poderia ser diferente, mas a tendência das pessoas mostrarem quem são de verdade e a falta de remorso nisso, explicam tudo.
Idiotas com pós-graduação dirão que o progresso que vivemos nos últimos anos é a prova de que podemos nos libertar da mecânica do destino.
Quanto tempo... não escuto o amor de minha vida? Tem 25 anos? Era prioridade desse amor. Mas... um dia se calou. E eu guardei essa frase em minha memória. Na gaveta do meu subconsciente. E... joguei fora o passado. Até quê! Surge agora no presente. Me dei conta de que, pela primeira vez, sou prioridade novamente e que ouvir essa frase... me faz sentir de volta ao lar.
Ele recorda esses anos perdidos como se olhasse através de uma janela empoeirada. O passado era algo que ele podia ver, mas não tocar. E tudo o que vê está turvo e indistinto.
Aos dezenove anos é normal querer salvar o mundo, se sentir perdido na vida e ter que contar o dinheiro para pagar uma garrafa de cerveja – tudo isso ao mesmo tempo.
Sempre vou amar o que tivemos, não importa o quê, porque tive você por seis anos.
Se o que eu criei há 50 anos ainda é apreciado por um público que nem sequer havia nascido na época, essa é a maior recompensa.
É uma pena vivermos apenas 80 ou 90 anos no máximo. Se pudéssemos viver mil anos, seríamos capazes de entender nosso planeta mil vezes melhor, e viver de outra forma.
*A idade cronológica, até 12 anos, crianças e exigem cuidado e preocupação, além de investimento, de 13 a 24 adolescentes (estudo mais recentes), damos muito muito trabalho aos nossos pais , de 25 em diante adultos; ganhamos bens, companheiros, dinheiro etc. e finalmente após 60 anos, idosos, só perdemos: os pais, os bens e finalmente NÓS MESMO".
Aos 30 anos, deveria decidir um plano de carreira, não explorar opções. Talvez nunca seja tarde para começar, mas há um tempo ideal para tudo.
Quando surgir um verdadeiro líder, que pense no Brasil daqui a 20 ou 30 anos, este será o melhor País do mundo. Até agora só vi estultos que só pensam na próxima eleição.
Como uma estrela a anos-luz de distância, meu brilho se apagou e você agora vê o que um dia foi real...
Sonhar cansa. No auge dos dezoito anos, sonhando com a mesma coisa, já não restam esperanças de que um dia se torne realidade. Sentir-se inútil, velha demais para tentar — ainda que, no fundo, seja apenas uma distorção. Entretanto, a pressão despenca sobre você como um navio de toneladas, de uma vez só. Uma implosão debaixo d’água. Tudo irrita: as pessoas privilegiadamente ingênuas, moldadas por criações brandas e seguras, que subestimam seus problemas, seus sentimentos. E como dói… a cabeça, os olhos, a barriga, o coração, o apêndice, as costas, os nervos, as pernas, a respiração. Dói existir.
Todas as lágrimas que, por longos três anos, guardei, vêm à tona agora — de uma vez só. Receio que nem todos os lugares tenham um banheiro onde eu possa chorar escondida. Foram tantos meses engolindo o choro que, a qualquer momento, um gatilho vindo do fundo do meu ser pode me desabar de dentro para fora. Sei que, daqui a alguns anos, vou olhar para trás e pensar que meu sofrimento foi prematuro, que ainda dava tempo. Mas eu não quero chegar até lá para viver o que acabei de narrar. Quero olhar para trás e perceber que sofrer foi necessário para crescer. Que a frustração com a realidade me moveu, de verdade. Quero, com todo o meu ser, olhar para trás e ter orgulho de mim — por ter ficado, e por ter escolhido seguir.
