Versos de Amor para quem Mora longe
Esta noite, quero-te da cabeça aos pés,
Quero perder-me nas curvas do teu riso,
Ei-de cuidar-te e amar-te...
Perdido em seus sussurros
seu corpo tomado em brasas,
eu, compenetrado em seus lábios,
com um pulsar rítmico,
Agitado como as ondas do mar que se chocam na areia,
em meio à ressaca.
Te seguro em minhas mãos
como um cálice de vinho,
coloco-te suavemente sobre o piano,
o som das notas se misturam num prazeroso balanço nupcial...
Ergo a cabeça, os versos dançam diante dos olhos,
lábios cerrados, olhos fechados,
estou entre as estrelas,
em um looping ardente...
vejo florescer o sorriso nos teus lábios,
Então a lua, nua, me acolhe:
"Deita-te em meu ventre, Poeta"!
Ah se ela soubesse,
Que nele queria eu morar
E como se fora um vinho...me embriagar...
Vem unir a tua ideia à minha ideia
Juntos, teremos duas ideias
Alimentemos ideias
simples
fortes
brilhantes
poderosas
comecemos por duas
palavras a meias
— Amei-as!
Mulher curada
Tão linda como a flor
Tão cheirosa como a rosa
Tens o brilho do Senhor
Que te deixa mais formosa
Teu coração curado foi
Pelo amor do nosso Deus
Te transformou, te restaurou
Para seguir os caminhos Seus
Muitas marcas tu carregas
Em tua alma e coração
Momentos sofridos e dolorosos
Muita decepção
Porém com a graça do nosso Pai
Hoje tua vida é modificada
Há gozo, paz e alegria
Pois tu és mulher curada
Declaração
Eu amo quando entro na presença do Deus vivo
Com o meu coração tão quebrantado e me derramo
E sinto que sua graça me abraça suavemente
Inevitável essa sensação, só sei dizer
Jesus, Jesus eu te amo tanto
Jesus, Jesus eu te amo tanto
Eu quero declarar meus sentimentos ao Senhor
Mesmo sabendo que Ele em tudo, tudo me conhece
Entendo que isso ainda é muito pouco para dar
Diante desse amor que em todo tempo me constrange
Jesus, Jesus eu te amo tanto
Jesus, Jesus eu te amo tanto
Quero entregar tudo o que eu tenho ao Senhor
E me derramar cada dia mais em seu altar
Declaro que eu nada sou sem esse Deus de amor
Eu quero te dizer, te dizer Jesus
Que eu te amo tanto
Jesus, Jesus eu te amo tanto
Jesus, Jesus eu te amo tanto
Quero ver meu jardim florido e minha FLOR PREFERIDA com as cores da primavera florescendo o ano todo !
Planto mudas de amor às aqueço com meu calor rego com carinho lealdade e respeito pra não sentir no peito a dor de não saber amar
O teu olhar caiu no meu
A tua boca na minha se perdeu
Foi tudo lindo, foi tão lindo, foi
E eu nem me lembro o que veio depois
Cada caminho que trilhamos muda algo dentro de cada um de nós.
Talvez você encontre a felicidade, o amor, a paixão, a decepção,
o dinheiro, enfim; tudo mora no caminho ao qual você escolheu à trilhar.
Dessa vez não vou encher o copo, nem a cara.
Não vou encher minha cabeça de por quês nem meus amigos com os mesmos dilemas de sempre.
Dessa vez vou me encher de mim mesma e só.
E juro que só vou parar quando preencher cada buraquinho que um dia permiti que fizessem no meu peito.
Não vencemos quando usamos de violência nas atitudes ou palavras.
Cada vez que agredimos alguém, damos um.nocaulte em nós mesmos.
Na escuridão dos teus olhos, me perco.
No sabor de sua boca, derreto.
O perfume de sua pele, vicia.
No toque de suas mãos, morria.
“QUERO DAR-TE
Quero dar-te um último verso
Onde as flores são poemas
Elas são rosas, orquídeas, camélias
Nos sonhos perfumados do meu ser
E em cada canto do teu corpo no meu
Colhe com a tua boca todas as flores
Que brotam dos meus lábios
Para que possamos florescer na alma
Num delicioso jardim perfumado de nós”
Aurora
Aurora singular refugia-se na mata sombria
Em meio a flores mortas, apenas nela a luz cintila
O sol relutante neste lugar negou-se renascer
Sabia que era meu dever aparecer
Que mal tem fugir da escuridão?
Verdade profunda ali habitava
Coração em meu peito gritava
Porém era meu o dever de aparecer
Oh, Aurora, fique aí!
Me dê mais uma chance
E te alcançarei
Se nesta mata ainda há vida
Ressurgirá comigo em teu canto
Aprendiz da Solidão
Sou aprendiz da solidão
Nestes montes altivos
Pudera ser ti, minha paixão
A tira-me desta prisão
Cavalgue a eternidade
Lá irá me encontrar
No balanço contínuo
Ao fim irei me lançar
A vida pode ser bela,
nos seus altos e baixos,
nos montes e vales.
Pois, uns dias são de glórias
e outros de mazelas.
Verdade ou mentira ?
Ação ou inação ?
Calma ou ira ?
Luz ou escuridão ?
Dignidade ou hipocrisia?
Procurei e não a ví
No mar da arrepsia
Naveguei e morri
