Verdades da Vida
Aproveite cada momento feliz da sua vida com as pessoas que você ama, olhe nos olhos, fale verdades, ouça com atenção, abrace com força; demore mais. Porque um dia isso tudo se tornará apenas uma saudade.
Na Vida de Deus não há hipocrisia nem meias verdades.
"Portanto, se o Filho os libertar, vocês de fato serão livres"
João 8:36
Verdades e mentiras resumem a vida
Eu a amo;
eu a adoro,
mas não sei se a mim mesmo eu suporto.
Tenho medo de deixar crescer
a insegurança que me faz tremer
e me deixa faltando ar,
fazendo me quase infartar.
Com ela mentiras,
com seus amigos medo,
mesmo em todas as passadas vidas
nunca pensei ter à falsidade tamanho apego.
O terror me consome,
a mim mesmo faço chorar,
tudo que eu pensei ser fome
agora só quer me controlar.
Minha insegurança trás me horror
com medo de alguém descobrir
aquilo de mim tira todo o amor.
Sou falso,
egoísta,
mentiroso,
racista,
mas se tem algo que me faz chorar
é para mim mesmo olhar
e começar a notar
que cada vez pior vou me tornar,
até de mim todos afastar.
Não consigo interagir;
pessoas fazem a ansiedade surgir
e logo vem o desespero
de com suas emoções acabar por inteiro.
Tomado por puro medo
logo penso no meu enterro,
que para mim é a solução
e para os outros alívio de qualquer dor em vão.
Quando o natal passa a chegar
logo paro para raciocinar:
se um monstro certamente irei me tonar
porquê com o sofrimento de todos não acabar?
Minha maldade me faz pensar
se não é melhor com tudo isso parar
pois se vais fazer alguém sofre
que esse alguém sejas tu,
não queria os outros nisso envolver.
Algumas verdades, de tão duras, se consolidam de maneira natural ao longo do tempo em nossa vida. E na lucidez da maturidade passamos a compreender o sustento que isso representa para quem somos.
A melhor vitória é o equilíbrio. Precisamos sonhar grande, mas reconhecer através da maturidade que a maior conquista sempre será interior.
Se uma vida não for suficiente para restabelecer verdades, outras haverão de acontecer. Assim é a lei de causa e efeito.
Deus deseja que, mesmo nesta vida, as verdades de Sua Palavra sejam reveladas para o Seu povo. Existe apenas uma maneira de se conseguir esse conhecimento. Somente por meio da iluminação do Espírito através do qual a Palavra foi dada é que podemos atingir um entendimento da Palavra de Deus.
As Verdades Da Vida Está Escondida Nas Entrelinhas Do Dia a Dia… Não São Reveladas Em Posts, Fotos Ou Imagens De Redes Sociais Ou Páginas De Facebook, Até Por Que Decisões Tomadas Geram Ações Executadas Independente Dos Motivos Decepções Ou Dores… Pois Cada Ser, Seja Ele Ou Ela Quem For… Acredita Ter o Seu.!
Vamos Pensar e Refletir Se Sua Verdade é Maior Que a Minha Ou Maior Que a Verdade Do Outro?
Ter verdades impermeáveis é perigoso, pois mantém as muralhas de exclusão.O grande fascínio da vida é o colorir dos muros. As trocas pessoais das diversidades negativas ou positivas é que constroem os mais ricos muros da paz, respeito, comunhão, solidariedade e fortalecimento.
Só há uma verdade que edifica qualquer muro: o amor.
Tudo mais é vaidade e preconceito de construções falidas que não terão espaço na grande ilha que se tornou o mundo!
"" És meu diamante
luzes das verdades
Somos amantes
Irmãos
Vida que vale a pena
És o brilho,
Cores que meus olhos não viam antes
Amor pra vida toda
Felicidade exploda
Em nós...""
As verdades.
Eis-me aqui outra vez
Permanece uma pergunta
E esta vida, o que me custa?
A resposta imprecisa
Nem vasta, nem concisa e nem bonita
Basta ser aquela
Que o coração queira ouvir
Quando a alma acredita
Será bela eternamente
Verdades são mais profundas
O mundo anda meio sem tempo
Sem crédito e nem provas
E tem sido assim
Desde que o tempo
Descobriu que move o mundo
E nenhuma nova luz brilhou
E o céu se abriu
Para a nuvem que passou bem perto
Mas, que por não saber que era nuvem
Não choveu
É pra isso que servem os sonhos
Pra sonhar saber
Ilusões, decerto
O que lhes custa a vida
E o tempo de espera gasto
Atroz e nefasto
Não era meu e nem era vosso
Nosso algoz
Sem tempo prescrito
Para exceções ou balões de festa
A velha pedra de moinho, desgastada
Pelo bico de um pequeno passarinho
Nobre viajante do tempo
Rico andarilho do espaço
Há somente os excessos
O atraso se apressa
Há a ferrugem que se expressa
Em corroer estradas
e os trilhos do expresso de 2002
A solidão do pobre rei
Sem direito a admirar
A ninguém que não seja rei.
São cobranças da vida
Que a gente ignora, ocupados
Contando as horas
Sem tempo pro abraço indolente
A velha idade
Cidades inteiras felizes
Pois nada muda
Deslizes de terra e conduta
Tudo de acordo com os planos
Verdades são mais profundas
Pra que sabê--las, se em nada ajuda?
E assim passaram-se os anos
Na vida, medida justa
Tanto faz o que não nos custa
Só nos basta esquecer
É pra isso que existe o tempo
Que a tudo ajusta.
Edson Ricardo Paiva.
Luz do Sol que se vai
E a que veio
As verdades da vida
São imagens disformes
Peças finas, delicadas
Desbotadas, distorcidas
Cristalinas e reais
A que vieram?
Vieram
De um translúcido quebra cabeças
O berço rude do universo
Um peso de papel
E uma tormenta pra se atravessar
A opinião diversa
Ausência de atitude
Mais nada, além do tempo e do lugar
A fala do engano
Se finge calada
E abrange a todas as cadeiras
Da fileira lá da frente.
É se afastar do tempo
Um mantra, uma oração pungente
Um pensamento na hora certa
Pode ser que seja o último
Olhar atento ao destino
Pode ser que dois
Num primeiro momento bate palmas
Pra depois, então, dançar
Um sorriso canino em primeiro plano
Um só momento e a tudo desmancha
Não basta segurar um mar nas mãos
O mundo descontenta
E o medo aflige
E exige a lágrima também
Pra abrir teus olhos
Puros e exigentes
Sempre
A mínima simplicidade
Ausente
O maior enigma da vida
É o que revela a verdade
Guardada em segredo ainda
É uma caixa que já foi aberta
Tanto barulho ela fez
Que quando era a da vez
Ela passou despercebida
A cara calcinada à luz do Sol
Tanto a que foi
Quanto a que veio
E que passou e que se foi
No meio
Entre o começo e o fim.
Edson Ricardo Paiva.
Tão certo para os propósitos da vida: as mentiras e as traições. São as verdades incontestáveis. A sombra que cada um acredita não ter. (A. VALIM)
A maturidade traz Paz e nos revela verdades, nos ensina a olhar a vida com mais profundidade, nos dá a capacidade de compreender e a perdoar. Nos ensina a ceder, a calar, a ouvir, nos dá segurança e dissipa os medos. Nós mostras o que é preciso ser controlado e decidido para deixar de causar transtornos e aborrecimentos. Atingir a maturidade é não criar mais expectativas sobre nada e nem ninguém, é não viver mais na ilusão da juventude e dos sonhos fugaz. Ser uma pessoa madura é já não se julgar sábio em nossas opiniões, é ser tolerante nas decisões alheias. É ter a disposição de querer mudar e prosseguir rumo a plenitude de todo entendimento.
AUSÊNCIA
Prismas diferentes dão tonalidades diferentes às verdades da vida. Ás vezes sob o cajueiro centenário, que se espalha no fundo do quintal, fico a observar o firmamento; acho que é uma forma romântica de preencher ausências; é um ângulo que de certa forma me protege de mim mesmo. Cada estrela dessas é uma ausência e sob o cajueiro eu sou um prisma perdido que seus galhos camuflam, e a angústia de ser só é de alguma forma sacudida; e os meteoros que viajam cambiantes eu chamo de estrelas cadentes e faço um desejo. O cajueiro já me conhece, e conhece todos os meus desejos; conheceu a minha primeira namorada e seus gemidos; bem perto de sua raiz enterrei demônios: cajuzinhos em oferenda para o Deus das estrelas; acreditava que assim as namoradas voltavam; mas no meio da noite sempre tinha pesadelos com seus galhos me apertando; acordava de madrugada, corria pra janela e observava o cajueiro sacudido pelo vento litoral; parecia comemorar alguma coisa; talvez a minha ausência, até que de trás de seu tronco iam surgndo as namoradas, que leves como algodão, eram carregadas pelo vento ou arremessadas pelos seus galhos em direção a abóboda celeste. Cada estrela dessas é uma ausência, mas o cajueiro floresce com a neblina primaveril numa promessa fiel e infalível de frutificar e acolher agruras e angústias de qualquer ausência.
