Verão

Cerca de 2281 frases e pensamentos: Verão

A janela continua aberta
A brisa noturna do verão,soprando,soprando
A bandeja com a xícara de café quente
Melhor ir beber,pois esta se esfriando...

Inserida por michelpierry

Início de verão, setembro talvez fosse o mês. Não me lembro ao certo. Sou péssima com datas. Péssima com a hipocrisia. Ela não se encaixa em mim. E acho que sou péssima nesse lance de levar a vida. Não sei. Talvez eu só não tenha um talento específico. Sou extraordinariamente péssima com palavras. Sinto. Sinto bastante. Sou uma nuvem imensa de sentimentos, guardados, acumulados. E não sei ao certo para quem devo mostrá-los. Sou fechada, fria, arrogante. Talvez seja esse pessimismo todo.

Inserida por riannymonteiro

À beira-mar

Decidindo à beira-mar
Por que orla caminhar, chegou o verão
Quente como sempre
E pra onde quer que olhe
Tem olhos sedentos, safados
Pele morena e corpos sarados

E o Rio com seu Cristo
Nos protege e abençoa
E mesmo em meio a tanto pecado
Nosso Cristo nos perdoa

Decidindo à beira-mar
Em que dia embarcar
Esperar as festas ou não
Mesmo apertando o coração
Quero é recomeçar

Em outro lugar
Também à beira-mar

Inserida por luciomedina

VERÃO SERTANEJO


O coro das aves do sertão
trina e grasna em um
curto espaço do vento

Seu vôo curto no céu no
verão quente perdidos e
sem rumo sem deixar rastro
em braile.

O sol quente do sertão
arqueia em minhas veias
e cada leito do rio como
cristais brilhos.

Inserida por emanuelcarvalho

Eu Sertão

Meu corpo ferido
cicatrizado pela
remoção da poeira.

Verão pela estrada
a pele queimada de
carvão.

Inserida por emanuelcarvalho

O amor de verão
"Chega à parecer que irá durar muito tempo
O amor de verão é um dos sentimentos mais puro, e verdadeiro
que existe...
Só que como todo namoro de verão tudo começa e acaba na mesma estação.

Inserida por Ramona-avril

Beijos secos e amargos, intocáveis e mal formados, titubeiam entre sólidas madrugadas de verão. Putrefatas, ratazanas de mil olhos e sereias penetrantes encontram-se diante da multidão, ingerem absinto e sermão, vomitam palavras afiadas e quadradas, inspiram espinhos e expiram ilusões, não sentem medo, não sentem nada, paulatinamente desencontram-se então.

Inserida por mrgattax

Florecer
Surge o verão
sol brilha intensamente
Surge o inverno
noites mais longas que os dias
Folhas caem

Sentido para sorrir começa surgir
Felicidade
satisfação com a vida
Tristezas
insatisfação com a vida
Aprendizagem

Inserida por amandabc

Sol de verão meu preferido,
Queime todas as minhas vergonhosas incertezas
Quero-o sentir, quero ficar corada
Vendo minha pele branca e marcada
Sendo iluminada.

Inserida por camilasenna

"Aquele que se prepara apenas para o verão, simplesmente são esquecidos nas próximas estações."

Inserida por magand

"Aqueles que se preparam apenas para o verão, simplesmente são esquecidos nas próximas estações."

Inserida por magand

Pode ter a plena certeza de que haverá sempre: primavera, outono, inverno e verão; e a cada passar das estações, sempre haverá a primavera na qual existirão sempre flores para marcar a nossa amizade; e a cada uma dessas, sempre aumentará, pode ter certeza disso... Não tenho dúvida de que nosso encontro não foi por acaso, e já faz mais de cinco anos, lembra? Te valorizo muito... Amizade sincera é plena de verdades...

Inserida por Brostel

Tava refletindo, à banhar-me, acerca desse ilusório horário de verão, e cheguei a uma reflexão: o governo da Bahia, adota o horário com o suposto intuito de economizar energia elétrica, mas por outro lado, de que adianta economizar energia elétrica, sendo que outro âmbito sofrerá com esse suposto horário, sendo assim prejudicado, refiro-me ao âmbito educacional, você já pensou ou consegue imaginar quantos jovens, quantos alunos, estarão indo indispostos ao colégio, estarão chegando atrasados? Ou melhor, será que o governo baiano pensou, imaginou, refletiu? Ou será que só é mais uma válvula de escape para atender aos seus interesses e visando o lucro para os que detém o poder? Muito provavelmente não pensaram, não se preocuparam com nós, baianos. É sabido que a educação vem tornando-se precária, e ainda outro fato preponderá para o decaimento do ensino, ter o seu sistema biológico modificado, perderão aulas, logo terão dificuldades no aprendizado, e mais uma vez, já de maneira clichê, a educação brasileira vai sofrendo descaso, e novamente, ficando para trás, vendo assim o sonho de se tornar um país desenvolvido, cada vez mais distante, tornando-se ilusório, assim como o próprio horário de verão. E ainda há quem diga que exista democracia... eu, de maneira egoísta, posso imaginar o quão satisfeitos estão os cidadãos baianos com essa mudança, ou caso queira adotar o termo "transtorno", que por sinal, vem a cair muito bem.

Inserida por leeeosantana

Verão teu rosto e não saberão quem és

Inserida por josecarloslima

QUANDO TE ENCONTREI

Foi assim como o vento em dia de verão.
Suave e tranquilo, porem marcante.
Marcante pois, toca a minha pele,
e me acaricia com seu toque invisivel.
Seu olhar brilhante e de sorriso limpo,
me deixa-ra feliz.
Felicidade esta, que não se consumou por atos e sim em fatos.
Fato este,que vem escrito em seus beijos e apegos pela casa.
Sonhos bons e maravilhoso tivemos.
Marcas pela casa, flores, gatos e passaros apreciamos.
E aos poucos percebi o que era importante naquele fim de semana.
Aonde era confuso antes para min, hoje voçê me fez compriender.
Passeios por festas, amigos e exposições ao seu lado estive.
Com sua forma doce de me apresentar sua vida.
Assim como a mesma voçê me apresentou com muito prazer.
Mostrando-me a pessoa maravilhosa que é.
Possui a beleza e a maturidade da pessoa que quero ao meu lado.
Para assim aprender o que ser Feliz.

Inserida por TiagoRatinho

As Sete Saúdes do Professor

“...O verão há de vir/Mas virá só para os pacientes/Que aguardam num grande silêncio corajoso/Como se diante deles estivesse a eternidade.../”
Rainer Maria Rilke

Para o Poeta Paulo Benedicto Pinheiro(In Memoriam)


O professor, mais do que ninguém, a cada ano letivo, incorpora a sua nova e preciosa cota de recursos humanos, cada vez mais fragilizados pelas múltiplas falências (Deus, família, sociedade, consumo). Mesmo ganhando muito menos do que deveria (tem de ser inteligente para passar num concurso público difícil e algo bobo para aceitar o que o estado neoliberal paga), praticamente vive dançando no fio da navalha do seu encargo e entorno sociocultural com carências múltiplas também (escola pública camuflada em seu proposital sucateamento; classe média falida pelas resultantes do último amoral e inumano plano econômico). Por isso, tem de estar cada vez mais afinado com as chamadas Sete Saúdes. Como profissional de alto gabarito que sempre precisa ser e mostrar que é — afinal, todo mundo teve um maravilhoso professor na vida — e, sem dúvida alguma, como ser humano desta safra contemporânea, mas, acima de tudo, com respeito profissional próprio, o professor tem de estar antenado, se reciclando sempre, e ainda cuidar do corpo para a mente estar com amplitude ativa e a aula ser gostosa dentro do processo de ensino–aprendizagem, já que quem sairá ganhando será a clientela escolar carente, sempre fito precípuo da educação como um todo.

01. Saúde Físico-mentalO professor tem de andar rotineiramente e com prazer; fazer exercícios orientados e caminhadas sadias; relaxar da correria rotineira, cotidiana; viajar sempre que possível; passear aproveitando a caminhada; talvez fazer ioga; procurar alimentar-se bem e dormir tranqüilo; fazer terapias, se preciso for, para segurar o árduo batente do trabalho pesado em duas ou mais escolas, tentando sobreviver e permanecer ético para sonhar com um humanismo de resultados, sob o enfoque de uma visão plural-comunitária que lhe deve ser inerente, peculiar.

02. Saúde FamiliarO professor tem de ter um estabelecimento residencial muito além de um simples endereço residencial com número ou código de área, uma casa gostosa para chamar de sua, um pacífico lar, doce lar, pois o hábitat de um ser humano é quase a sua pele vivencial mesmo. Procurando morar razoavelmente bem, em espaço tranqüilo, o professor terá o seu refúgio para cismar e pensar com a devida serenidade para, assim, sempre no aconchego do lar, repor as energias em seu espaço todo próprio para ser referencial.

03. Saúde FinanceiraO professor tem de saber gastar, poupar, economizar, pesquisar preços, sacar abusos midiáticos na área consumista, evitar gastos desnecessários, mas, ainda assim, ter a consciência de que o ofício é uma espécie de missão. Procurar, na medida do possível, fazer o que gosta nesse campo de trabalho, pois, na verdade, nunca vai ganhar bem como deveria e precisa. Então, não pode entrar nessa de consumo desenfreado, apesar de precisar ter uma vida minimamente digna, que o exemplifique como a importante figura histórico-social que tem sido desde os primórdios dos pedagogos da Grécia antiga.
04. Saúde SocialO professor é um ser social (Kant), como é também um animal político (Sócrates). Portanto, deve saber mais do que ninguém cultivar amigos de qualidade — que são ótimos seres humanos, principalmente —, freqüentar um clube para espairecer, ter um convívio sociofamiliar de qualidade, ser participativo socialmente, falando também fora da sala de aula e da unidade escolar, comprar causas pela paz e convivência harmoniosa e bancar mudanças ético-humanitárias, como o ser cidadão que é, com uma visão de justiça que o qualifique e represente bem.

05. Saúde IntelectualO professor pensa, logo, é docente, logo, existe e, por esse afazer, multiplica a informação, reproduz a ciência, pesquisa a dúvida, domina a técnica salutar, é politizado porque vota bem e certo, precisa ler jornal todo dia, ler ótimos livros — a melhor pedagogia é o exemplo —, fazer cursos o tempo todo, ficar atualizado e atuante, ir ao cinema, curtir novidades, ouvir uma boa música que o nutra, montar exposições de afazeres peculiares, assistir a palestras de novas metodologias e técnicas instrumentais para a docência contemporânea, demonstrar que é um profissional acima da média e que, por isso, pode exigir muito no seu foro de debate representativo, com boa dialética e conhecimento da causa que abraçou com méritos e perspectivas.

06. Saúde EspiritualSim, o homem tem razão, mas tem alma; logo, é um ente espiritual. Imagine-se então um professor, que é educador, mestre, referencial de qualquer meio. Precisa cuidar da alma, não necessariamente só pelo viés de uma igreja — “ama a teu próximo como a ti mesmo”, diz a filosofia dos evangelhos —, mas ter a consciência tranqüila e a fé em Deus, a sensação do dever cumprido, de ter dado o melhor de si, de ter feito o seu melhor, de ter sabido lidar com os seus alunos com tantas seqüelas sociofamiliares, de não precisar ser cobrado para ser completo e idôneo, fazer ações comunitárias, fundar ONGs que pensem em responsabilidades cidadãs entre riquezas injustas, lucros impunes, propriedades, roubos; afinal, como dizia Saint-Exupéry, o essencial, que às vezes é invisível aos olhos, se vê bem com o coração...


07. Saúde ProfissionalE, por fim, o professor tem de estar afinado com a cultura, as artes em geral e, principalmente, com as áreas de sua matéria-conteúdo. Estar sempre alerta e reflexivo, estudar sempre — como em qualquer profissão —, buscando se especializar em múltiplas didáticas; programar aulas variadas, gostosas — o aluno tem direito a isso; trocar idéias com colegas de mister, sendo representativo de seu meio, com uma releitura toda própria das “aprendências” e dos letramentos, como instrumentos de evolução, como profissionais de carreira que querem deixar sua marca, deixar seu lastro, fazer o melhor sempre. Afinal, alunos são mensagens de amor que mandamos para o futuro, e somos partes essenciais do verbo “ensinar-aprendendo”.Professor, caia na real. Respire, não pire. Relaxe, não ache (chega de “achismos”). Medite, não dite. Abrace, não force. Você é o mais importante átomo do todo que é o Universo. Se aceitou essa obrigação, não se desgaste nem brigue, obrigue-se. Odeie o ódio. Refaça o fácil. Não reclame, ame. Faça de sua vida uma tábua de esmeraldas. Afinal, somos todos anchietas nessa seara de formadores de opinião, de questionadores de políticas ímprobas do poder público, mas devemos também dar os nossos exemplos de vida e sermos fiéis aos nossos sábios propósitos, com amor e com saúde, muito além de uma solidão incendiária, mas sempre como grãos de mostarda dentro do coração dos alunos, que são templos de nossa sagração existencial de vida humana.O sucesso de todo grande profissional realizado é porque teve um ótimo professor lado a lado...

Saúde, professor!

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Silas Correa Leite – Itararé-SP – Teórico da Educação, Jornalista Comunitário, Coordenador de Pesquisas em Culturas Juvenis pela FAPESP-USP, Conselheiro em Direitos Humanos (SP), Prêmio Ligia Fagundes Telles Para Professor Escritor, autor de Campo de Trigo Com Corvos, Contos, Finalista do Prêmio Telecom, Portugal, livro à venda no site www.livrariacultura.com.br – Bleogue: www.portas-lapsos.zip.net
(Um dos dez mais do UOL em 2008) – Site: www.itarare.com.br/silas.htm
E-mail para contatos: poesilas@terra.com.br

Inserida por poesilas

Era só mais uma tarde de verão qualquer, antes do crepúsculo, as ondas do mar iam e viam calmamente sem restrições, um som tão delicioso de se ouvir, fazia carícias maravilhosas em ouvidos apurados. Tudo calmo e tranquilo, robustas gaivotas sobrevoavam pela praia, faziam um espetáculo solene, tão bonito de se ver, giravam em círculos, iam ao alto e desciam, era assim toda tarde, depois iam para bem longe e sumiam no horizonte. Perto da praia calma havia um parque tão lindo cheio de árvores gigantescas e velhas, algumas tinham o tronco grosso, largo, raízes e folhas veludosas estupidamente lindas, tantos tipos diferentes, árvores magras, gordas, pequenas, grandes, uma variedade. Existia uma que era bem mais especial, ficava no centro do parque, era a mais alta e fazia uma gigantesca sombra, ótima para passar a tarde toda sentada debaixo dela e lendo algum livro, em volta havia uma ciranda de orquídeas, lilases, amarelas, rosas, tudo tão maravilhoso que se enchia os olhos de encantamento só de ver, bem perto da árvore magnífica estava um pequeno banco do parque, todo de ferro com formatos florais no canto. Desceu da gigantesca árvore, um curioso animalzinho de patas pequenas e pele cinza amarronzada, um adorável esquilo em busca de alimento, parou em frente ao banco onde estava sentada uma garota.

Tão bela, era majestosa, olhos claros, pele pálida e alva, cheia de doces sardas nas bochechas, vestia um belo vestido de verão laranja, largo e leve. Engasgava-se em risos enquanto lia um livro de capa dura, aparentando ser antigo. Gostava dessas relíquias, cada verbo no pretérito mais que perfeito sempre amou, toda semana ia pela menos uma vez na biblioteca e pegava o livro mais velho, o cheiro de mofo a deixava entusiasmada, aproveitava cada frase, ora sorria com a história, ora deixava o riso correr solto, ria com graça com jeito majestoso que poucos têm. Vivia no passado embebedando-se de histórias antigas, ao mesmo tempo fugia dele, queria esquecer teu pretérito amargoso, cheio de renúncias, em que teu orgulho falava mais alto.

Pedro, Pedro, esse nome ecoava em sua cabeça, passava milhares de vezes todos os dias, por mais que tentasse esquecer, sair de órbita e entrar nos livros, começava a imaginar como seria se fosse diferente, se a escolha que pensasse ser a certa fosse à errada, tudo desmoronaria em cima de sua cabeça, lia um parágrafo inteiro e relia cinco vezes, tua concentração abria caminho para Pedro.

Voltava ao livro e esquecera-se do mundo, Pedro tão valente, a vinte metros do banco atrás da árvore, observava Ana cheia de vigor lendo. Garota tão ingênua, notou teu amado e soltou altos suspiros, não se sentia pronta para o temido encontro, não estava, por mais que entendesse, não queria aceitar, muito menos para voltar atrás. Teu orgulho gritava, vendo Pedro achegar-se a ti, cada vez mais perto. “Corra, depressa, fuja sem olhar para trás, tampe os ouvidos e secrete-se em algum lugar”, dizia a si mesmo, sem sombra de remorsos e traumas. Correu até as pernas não aguentarem mais, os pés queimavam e as coxas doíam, gotas de suor desciam pela nuca, chegou à praia e jogou-se na areia macia até seus nervos esfriarem.

Amava o modo de como a luz do sol perpetuava em sua pele, o jeito que o vento soprava, e a música feita pelas ondas, por um momento quase se esquecera o motivo que a fez chegar aqui. Sabia que estava errada, mas não queria, dizia em prantos para sim mesma: “NÃO, não posso fazer isso, estou errada, mas não me entenderia, não saberia lidar, eu tão cinza jamais poderei compreender o rosa, tal cor que me lembra de amor, afeto, sensibilidade.” “Desculpa, não consigo.” Abaixou a cabeça e os cabelos aninharam-se sob seu rosto, ressentida por ser tão dura consigo mesma, sentia-se incapaz e cruel com teu bem querer, amava Pedro secretamente, mas não queria revelar.

Afagos no cabelo a consolou, teu amado foi atrás de teu bem querer, cansada de resistir, se entregou de vez, esqueceu esse teu orgulho concentrado, dedos entrelaçados, corações em um só palpitar e lábios unidos. Pronto estava feito, de tanto ler histórias antigas de amores, teve coragem de fazer a sua própria, destemida, sim, ela é, e hoje em vez de pegar outras histórias na biblioteca começou a fazer a sua que iniciou com um nobre ato de coragem e terminou em um final feliz, que amor, que felicidade.

Inserida por layarasarti

Você me ilumina
Tal qual lua cheia
noites de verão,
incendeia.

Sua voz tão perto
desconcerta
dedilhando o violão
me desperta

Presença que ocupa os espaços
ao meu lado, tão real
Realidade concreta
de um amor que já foi virtual

Inserida por eliane.stahl

Penso que o nosso amor e nós mesmos somos como as árvores: passamos por estações. No verão, ficamos verdes; no inverno, com as folhas cobertas de neve, congelando até o nosso interior; na primavera, belos, alegres e floridos; no outono, ficamos com as folhas marrons, tão murchas e secas que até caem ao chão.

A cada ano a árvore passa por cada uma dessas estações, e essas são imprescindíveis para seu ciclo de sobrevivência. Apesar disso, ela nunca morre, pois sua raiz está sempre firme e bem nutrida; seu tronco e sua casca estão, a cada ano, mais grossos; hoje ela está mais forte que antes, pois soube tirar de cada um desses momentos aquilo de que necessitava. Tal qual uma árvore... assim é... e assim há de perseverar, o nosso amor.

Inserida por yurija7

Em manhã de verão
Refresco ao sol que arde -
Na flor, borboleta

Inserida por katia_de_souza