Vento
A confiança é semelhante ao vento que passa sobre nós, e quando quebrada jamais será a mesma sensação e experiência...
invento um vento qualquer,
melhor, um vento amarelinho..
o vejo correndo por entre as folhas daquela amendoeira que chorava..
(ou era o meu choro que corria)
choveu!!
e o vento parou de ventar..
não há nada mais triste que uma segunda feira que desaba..
d.
"Nem todo vento que bate forte na popa de um barco vem para derrubar. Muitas vezes, o vento precisa ser forte para indicar ou carregar o barco para um trajeto vitorioso"
(Rodrigo Juquinha).
" Você é como vento que vem de todas as direções e me abraça como uma chuva que vem sem avisar. Você é simples e complicado ao mesmo tempo."
Sou nascente e poente!
Sou sol e sou lua.
Somos vento, somos brisa, somos temporal.
Somos essencialmente reguladores de uma essência abrangente nomeclaturada de vida.
Somos termômetro com escala ambivalente oscilando de Fahrenheit a Celsius velozmente dependendo do clima humano.
INTUIÇÃO
Olhe para a água e verás
o reflexo da sua imagem.
Através do vento encontrarás
o suspiro da coragem.
Através da água saberá,
dos segredos a relevar.
Acredite sempre na sua intuição,
para não desviar da direção.
Sua intuição vai te guiar
e te alcançar onde estiver
basta sempre avaliar,
os caminhos que passar.
"Eu te amo" são palavras lindas, leves que voam com o vento.
Mas a verdade do amor está nos atos, neles vejo o peso real do amor.
Não basta dizer que ama, é necessário amar!
Há palavras perdidas no vento, palavras soltas soprando o cabelo, o vento dizendo que tudo passa.
Há palavras não ditas que podem mudar caminhos, e há outras vãs gritadas.
Diga ao pé do ouvido, diga com verdade, seja mais que palavras, pois a vida passa!
Deixa na janela do ontem as desesperanças e que o vento as leve para longe.
Plante, mas plante agora a semente do futuro, pois a vida é breve, os dias passam voando com os pássaros no céu.
É vida no tempo presente e aprendizado com o tempo passado.
Viver é compreender que a estrada é só nossa, mesmo tendo uma multidão do lado .
Nildinha Freitas
O vento no meu rosto
Me secando o choro tão envergonhado
Vem do meu lado
Num beijo a gente esquece
O porque a gente deu tão errado
A mais bonitas das despedidas
A melhor noite das nossas vidas
Antes de abrir a boca, pense demoradamente, pois as palavras são como o vento intempestuoso e dependendo do que falamos elas podem produzir morte e destruição.
Queres saber de onde venho?
-
Pergunte ao vento, às árvores
O deserto as constelações,
o silêncio das madrugadas,
as palavras pequenas
o campo e os montes,
pergunte as estradas,
as estrelas, o céu
os instrumentos de corda,
o verso e a prosa,
venho de longe,
venho do chão,
peregrino.
.
Fosse o que fosse -
Fosse o que fosse não era tédio
Nas asas loucas do vento
Uma dor sem ter remédio
Um desejo ou um lamento.
Fosse o que fosse não eras tudo
Temos agora a mão fechada
Na verdade não me iludo
Eras tudo sem ser nada.
Fosse o que fosse o coração
Era mais que a dor sentida
E do tédio à solidão
Damos mais sentido à vida.
E afinal este desgosto
Nem uma lágrima me trouxe
Estava em pé mas estava morto
Fosse lá isso o que fosse.
O vento e a poesia são irmãos, nasceram para serem livres, não se pode prender o vento em uma gaiola, muito menos a poesia que escoa pelas fresta da alma do poeta.
Fiquei perdido no silêncio, buscando ouvir palavras que ecoavam ao vento, perturbando a existência de ser.
Promessas
As promessas viraram palavras ditas ao vento,
Palavras soltas sem cabimento.
Ditas por uma razão, apenas uma.
Uma que com o tempo foi se desgastando.
E com barriga fomos levando.
E Palavras que eram ditas ficaram faltando.
O tempo perdido por causa de uma promessa é de um olhar brilhante.
Coração palpitava e achava tudo aquilo interessante.
E com impulso nos fez se jogar ao mar.
Um mar que era tranquilo se tornou agitado e se mostrava de longe sua acalmaria.
Acalmaria aquela que uma vez foi vista em filmes, desenhos ou qualquer outra coisa fictícia.
Histórias e lembranças será o que sobrará no final desse jornada.
Será ditas com ar tristeza ou ditas como piadas.
Em tom de risada para deixar a plateia mais animada
Mais quem tá de fora não ver que tudo aquilo é marmelada
Rostos pintados cobertos de mentiras ou de uma falsa alegria.
Pintada encima orgulho e de frieza
Coisas que já foram expostas na mesa
Mais que por final ficaram na mesma.
Mesmisse que nos afunda
E nos leva até as mesma brigas que nos confunda
Brigas as quais são feitas do nada
Ditas com sinônimos de mágoa
Cada palavra que sai de nossas bocas são como facas afiadas
Que são enfiadas em nossos corações e os rasga
Deixando marcas profundase incicatrizante
E nada que foi dito se torna relevante
Pelo contrário ficamos cada vez mais distante
De um futuro de um recomeço
Parece que tudo que vivemos foi um desapreço.
A respeito tem algo que se deve ser falado
O respeito que foi deixado no passado
Passado do futuro presente.
E aquilo que nós realmente queremos dizer deixamos para o nosso consciente.
Deixe ir...
Deixe o vento levar
Sopra prá longe tudo o que me fez chorar.
Sinto paz!
Sinto a alegria
Sinto o amor
Seja passageiro o pesar
Nada é estático
Esse balançar nos cabelos,
Me faz sentir satisfação em
Estar viva.
Deixe o vento soprar
Levar para longe
Todo pesar.
Sopra vento, sopra!
Beija de leve minha face
Toca minha pele
E me faz viajar.
Poesia de Islene Souza
Essa calmaria boa, faz um bem danado ao coração.
Minha Companheira, Figueira:
A figueira que cresce ao meu lado, não me abandona.
O vento ruge, e devora.
E ela continua presa no solo, mesmo que ele seja arenoso.
