Vento

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Manhã de Nostalgia


Amanheceu chovendo, o vento batendo
nas frestas da janela, e os sábias num canto antigo de carinho.
O mundo lá fora se veste de cinza e calma,e aqui dentro, o tempo se aninha na alma.


Entre o barulho da chuva e o frio que vem, surge a vontade doce de não levantar também.
O edredom é refúgio, ninho, lembrança,
traz o aconchego macio da infância.


O cheiro de café invade o ar devagar,
como quem chega para te acordar sem te apressar.
É perfume de vida, de casa, de história,
mistura de sonho com memória.


Um abraço dengoso e o pé quentinho completa o cenário, como se o amor fosse o próprio horário.
E o dia começa, sem pressa, sereno...
Ignoro o relógio, volto a dormir,
porque hoje quero voltar a ser um garoto pequeno.

A vida é vento que dança,
É rio livre a percorrer.
Quem caminha com esperança
Faz o mundo florescer.

⁠De vez em quando eu sinto um cheiro. É muito suave no vento e me lembra da minha casa. Depois ele some.

Não faças do vento teu inimigo:
aprenda a ajustar as tuas velas.

O céu durado e o banco no ribeiro a beira amar…
Sozinho o vento bate forte..., mas eu lembro-me de não ter que fazer sozinho desistir antes da queda... voltar ao conforto...
Se eu ainda o ser das minhas nostalgia e se lembrar de quem poderia te sido do irreparável que não mais me aprisiona escolho se livre alternativas escolhas de sempre...
A noite dentro do azul profundo perturbador e sombrio da troca do tarde alaranjada... inicio da noite que impõe uma nostalgia estranha de encerramento de mais um dia
Versos grudentos neste ditas sobre a tela de fundo preto nada se ver somente a voz que dura provoca a lenta criação de uma solidão profundidade que as palavras medem com as sombras poema contorcido por cima dos meus músculos a carne tenta respirar sílaba na firmeza dúbia... Já faz semanas que você não vem aqui me fazer lembrar dela...
A vida parece poesia em alguns lugares em algumas almas... E em alguns fadados a escrevê-las na solidão da tal percepção

O Beijo Frio
​Há um inverno guardado no peito,
Fruto de eras de vento e de dor,
Um coração que aprendeu o seu jeito
De não mais se queimar no calor.
​Os dedos tocam, a pele se encontra,
Mas há um muro que o tato não vê.
É uma alma que já fez sua conta
E decidiu que amar é perder.
​O lábio alcança a curva do rosto,
Mas o contato não traz o clarão.
Tem o silêncio de um sol já posto,
A mudez de uma velha canção.
​É o beijo frio de quem se protege,
Onde a entrega é um risco fatal.
Um coração que o medo hoje rege,
Calejado em seu Reino de Sal.
​Não é maldade, nem falta de querer,
É só o peso de tanta cicatriz;
Quem muito teve que sobreviver,
Esquece a pressa de ser feliz.

Se a maldade de muitos vier como vento forte, não te abales. Firma teu coração na Rocha que é Deus. Ele é teu escudo invisível, tua justiça silenciosa. E quando o Senhor responder por ti, até o silêncio dos teus inimigos será testemunho da tua vitória.

Quando nossa vida é sustentada pela Rocha Eterna que é Deus, não há vento que nos derrube, nem tempestade que nos abale, pois estamos firmados Naquele que silencia o mar revolto com uma palavra e nos faz caminhar sobre as águas com coragem e confiança.

Não seja o vento que agita o mar do seu próprio coração,há tempestades que só existem porque insistimos em soprar onde Deus nos pede silêncio.

A maldade que lançam contra ti se desfaz no vento quando Deus Sopra a teu favor.

Nossas vidas, tal como estradas,
veem pessoas passar.
Algumas deixam suas marcas no pó
e o vento do esquecimento
pra longe as leva;
outras, ficam guardadas na lembrança
tanto que nada apaga os passos
que conosco trilhou;
Mas há aquelas que,
mesmo conhecendo cada atalho,
cada pedra, cada esquina do caminho,
continuam na certeza de que
há muito mais para saber, para conhecer.
E não tem medo de cair e levantar,
pois seguram em nossas mãos
tendo a certeza de
que a amizade transita
olhando pra frente!

10/12/2015

Quando o vento levanta a poeira
que turva meu olhar,
não me desespero mais.
Porque acredito na chuva mansa
que virá lavar meus dias,
aplacará a sede
das flores do caminho e
me fará transbordar
em Paz infinita.
Pois é certo
que nada é para sempre,
e depois das tempestades
(que vêm tentar assolar nossa calma)
floresce dentro da gente
um jardim de tranquilidade,
onde firmo minhas raízes na Esperança.
Porque ter Fé
é guardar o Sol dentro do peito
para iluminar em dias sombrios!

10/12/2015

Ei, esse celular vai te comer vivo, largue ele por aí, dê um tempo, durma direito, sinta o vento, visite a família, cante uma trilha, vá andar na rua, tome banho de chuva... VÁ VIVER.
Não recarregue seu celular com sua energia.

⁠"O vento leva apenas as folhas secas."

Gratidão à Deus, por mais esse dia. Uma ótima noite à todos nós!🙏🏿

Dias iguais?
Se tem uma coisa que posso afirmar é que nenhum dia é igual ao outro... O vento muda, temperatura muda, até a muda cresce, e as vezes em um piscar de olhos, floresce, padece, aduba a terra em seu espaço...nem mesmo a saudade é igual, sempre em seu passo pedindo mais o abraço, e quando se dá conta, os incontáveis abraços se entrelaçam mais, laços, raízes que geram unidade que arrisco a dizer ser uma arte, a arte de ser parte.

Cabelos e Olhos de Outono

Teus cabelos, cor de terra molhada,
dançam ao vento, leves, encantados,
como folhas de outono recém-caídas,
trazendo calma ao meu peito apressado.

Teus olhos… ah, teus olhos castanhos,
são poços profundos onde me afogo sem medo,
neles cabe o sol, a noite e meu sonho,
neles mora o segredo que tanto desejo.

Quando me olhas, o mundo se aquieta,
o tempo desacelera, quase se esquece,
e cada batida do meu coração repete teu nome
como se fosse música que nunca envelhece.

E eu, perdida nesse calor ameno,
sei que amor assim é raro e verdadeiro,
pois nos teus cabelos e olhos castanhos
eu encontrei meu lar inteiro.

Menino de Sol e Vento

Num canto qualquer da rua encantada,
dançava um menino de alma dourada.
Cabelos cacheados, nuvem em espiral,
como se o vento pintasse um vendaval.

Olhos castanhos, cor de aconchego,
onde mora a calma e também o apego.
Brilham como tarde em fim de verão,
com o calor do mundo em seu coração.

Riso leve, quase cantiga,
voz pequena que o tempo abriga.
Passa entre folhas, corre com o chão,
como quem guarda segredos na mão.

Ele sonha alto, mesmo sem saber,
que em seu olhar há tanto por ver.
É feito esperança que não se desfaz,
menino de luz, de amor e de paz.

Cacheado de sonhos, castanho de céu,
carrega a ternura como um anel.
E onde passar, deixa poesia,
como quem vive pra ser alegria.

Nos Cachos do Teu Sorriso


Nos teus cachos castanhos, o vento passeia,
trazendo segredos que a noite semeia.
Cada onda em teu cabelo, um verso perdido,
cada riso que nasce, um céu colorido.


Tão alto tu és, mas perto me sinto,
quando teu olhar desenha o infinito.
Teu sorriso é estrela, um doce feitiço,
que prende, que acalma, que é puro e bonito.


Se o mundo desaba, se tudo é escuro,
teu riso ilumina e faz tudo seguro.
E se algum dia me vires perdida,
segue teus cachos são minha saída.

⁠ Realidades

Em um mundo desilusório
o vento se desespera
a lua canta ao anoitecer
enquanto o sol lhe espera.

No mundo das ilusões
os pássaros cantarolam no jardim
e todas as aves vão voando
pra bem longe de mim.

Enquanto leio camões
vejo toda a soberania
de muitas decepções
e de muitas fantasias.

Eu ainda temo muito
e temo enquanto viver
mesmo com a realidade
ainda ponho-me a sofrer.

Em um mundo de historietas
e de crianças desobedientes
eu aprendo a dor mundana,
calada e inconsciente.

Vejo beleza no mundo
mas temo muito a sagacidade.
Preciso parar de pensar
e dar um fim na realidade.

Ninguém sabe o que as pedras compõem, mas o vento sussurra, as árvores ouvem, as folhas dançam e as nuvens choram.