Veneno
As almas penadas com poder destilam o veneno da própria sovinice, predizendo o mal alheio por temor de que a luz revele o deserto que carregam no peito.
Reno Fioraso
Não me preocupo com o veneno alheio,
Pois a minha força e minha resistência
Não depende de nada nem de ninguém
Um leão não sente medo, não sente remorsos;
Suas determinações e coragem falam por si...
"No princípio, o teu beijo era cura — hoje é veneno que me consome em silêncio."
#Binilson Quissama*
A lucidez é um veneno lento: ao mesmo tempo que ilumina as frestas da existência, corrói a ingenuidade que nos mantinha respirando; e assim, entre claridade e vertigem, aprende-se que pensar demasiado é também uma forma de morrer em vida.
O WhatsApp, esse néctar digital que adoça o instante com um toque, revela-se veneno lento quando as mensagens não lidas se acumulam como fantasmas no bolso. Elas piscam como promessas de conexão, liberando dopamina — o prazer fugaz do cérebro viciado em recompensas instantâneas. No Brasil, onde quase todos os smartphones trocam mensagens diárias, esse ciclo vira prisão: ansiedade explode ao ver o "visto" sem resposta, corroendo laços que pareciam eternos. É o doce que paralisa, transformando amigos em sombras acusadoras. Acumular "não lidas" sinaliza esgotamento ou fobia digital — medo de más notícias, cobranças ou o peso de responder. Em relacionamentos, vira abismo: brigas por áudios longos ou silêncios interpretados como rejeição esfriam o afeto, piorando o que o app prometia aproximar. O veneno infiltra-se devagar, isolando na multidão conectada. Estabeleça limites: desative notificações à noite, priorize conversas reais. Psicólogos tratam isso como vício, ecoando dependência de smartphones. Viva além da tela.
Ele veste-se de prazer momentâneo,
mas esconde em si o veneno da morte.
Sussurra ao coração: “segue-me”,
mas conduz o homem ao abismo sem volta.
A inveja é o único veneno que a pessoa prepara para o outro e acaba tomando sozinha. Nunca gaste energia tentando derrubar ninguém; foque no seu propósito!
A VIDA BOA DO MORTO É QUE ELE NÃO VIVERÁ MAIS SUFOCADO PELA HIPOCRISIA DA SOCIEDADE DO VENENO TÓXICO DO CAPITALISMO.
Veneno
Veneno, do latim,
“poção mágica para se fazer amar, encanto e sedução”.
Veneno... de Vênus - da beleza, da sensualidade, livres de um padrão.
Veneno... de Vênus, que surge das espumas do mar sem fim.
...
Veneno... sufocando, corroendo, dilacerando...
lentamente, a vida anoitecendo...
o pensamento escurecendo...
o corpo se desfazendo.
Sentimento... escondido, disfarçado, mascarado?
...
Na quase consciência, inconsciência....na consciência
descaradamente escancarado?
Veneno que lentamente à vida vai dando cabo.
Veneno... onde ficou seu significado original?
Por que, em mim... está em dose mortal!
A maledicência é um veneno que você toma esperando que o outro sofra; a nobreza é o antídoto que te cura de dentro para fora.
O veneno destilado por gente invejosa que não suporta ver alguém com ideias mirabolantes é apenas o reflexo trágico de corações vazios que se alimentam exclusivamente da infelicidade alheia e do fracasso dos sonhadores.
Guardar rancor é beber veneno esperando que o outro morra. Jogue o copo fora e deixe que a sede deles faça o trabalho.
