Veneno
O sangue a miséria...
Sangue na sua boca
neurolinguística escorre veneno,
O pix é do brasil não é dos Estados Unidos. Boca cheia de formigas....
Declarações que fazem o país sangrar...
O Manifesto do Sangue Digital
O veneno escorre da boca do palanque,
Neurolinguística barata que anestesia o sangue.
Eles falam em progresso com sotaque importado,
Enquanto o povo paga o juro do plástico clonado.
A boca cheia de formigas de quem calou a verdade,
Vendeu a nossa moeda, entregou a soberania da cidade.
O Pix é nosso, é do chão, é do Brasil, é corrente,
Mas a tarja magnética do império ainda dita o que a gente sente.
Cada transação é um pedaço da pátria que vai embora,
Pedágio invisível que o norte geográfico devora.
Cartões de plástico, coleiras de chip e de senha,
Alimentando a fogueira com a nossa própria lenha.
Eles dizem que modernizar é submeter,
Que para avançar, a nossa raiz tem que morrer.
Mas o país sangra na margem, no débito, no crédito, no absurdo,
Enquanto o algoritmo estrangeiro finge que é surdo.
A revolução não será televisionada, nem impressa em dólar,
Ela nasce quando a colônia decide não mais se esmolar.
O sangue na boca agora é grito de rebeldia:
Nosso dinheiro, nossa terra, nossa própria soberania.
A boca serve pra tanta coisa... destilar veneno... bendizer pessoas... ou beijar gostoso.. seja sábio nas escolhas...e se não tiver nada de bom pra dizer, prefira o silêncio!
Um dia me disseram que veneno só faz mal quando a gente engole... ok só esqueceram de uma coisa... eu sou de escorpião meu bem... aqui o veneno é no ferrão, sem dó nem piedade ... mexe com quem tá quieto que eu te mostro...com quantos paus se faz uma canoa..
Bebe do teu próprio veneno..nunca fui vingativa mas pensa ..você anda me tirando dos nervos ... provoca , faz cena , arma o circo e eu sempre aguento tudo quieta. Só que dessa vez já deu ! A casa caiu! Não queria mais, não suporto mais , não vou mais compactuar com tuas mentiras, tuas máscaras, teu fingimento . Difícil amor virar ódio, mas vira. O meu virou faz um tempo e eu não sei fazer caras e bocas , agradar e fingir amor sincero. Já deu , preciso respirar . É sério. Vai ser feliz do teu jeito porque de mim você não tem mais nada !
Ela é um veneno daqueles que não mata... mas faz estrago ! Ela é danada , arteira , confusão! Pura adrenalina , cena pura , teatro.. ela é louca , desalmada , desnaturada..mas sou louco por ela! Ela põe fogo , faz estrago , rouba a cena , ela chama atenção, ela vira a cabeça da gente feito vodka.. insana , debochada , cheia de manha, de segredos , desejos e más intenções. Ela é terrível e eu sou terrivelmente apaixonado por ela. Ela é uma mina explosiva, incêndio, perigo , turbulência. Mas eu amo correr riscos. Ela é o meu amor e nem sabe disso.. mas um dia eu ainda conto pra ela .
O verdadeiro veneno não é a busca pelo crescimento, mas a hipocrisia de quem fica na arquibancada criticando, torcendo contra e se recusando a mover um dedo para ajudar quem está tentando vencer.
Zucco, o machista maluco, mirou na Manuela e acertou a goela! Fez-se pequeno e bebeu o veneno. E ainda jogou a bola para a Brizola.
Fique longe de quem tem sorriso fácil no rosto e veneno no peito; o sucesso real só pertence a quem cresce plantando o bem, respeitando o próximo e honrando os bons.
Não se engane com roupas bonitas e palavras doces de quem por dentro traz o veneno: a verdadeira nobreza está na essência, não na fachada.
Proteger a pureza de um afeto contra o veneno dos julgamentos alheios é a maior demonstração de força e nobreza de espírito.
O veneno da interferência alheia tenta envenenar a escolha certa, mas o coração sabe reconhecer quem é o seu lar.
Quem tem a alma nobre não se deixa corromper pelo veneno dos que tentam diminuir a força de um sentimento verdadeiro.
“Cuidado com amigos frustrados — muitas vezes é da frustração deles que nasce o veneno que amarga relações felizes.”
Diante de acusações, maledicências e julgamentos, é melhor deixar o veneno escorrer do que bebê-lo ao reagir.
GRANDEZA
Crescer e ser pequeno...
A dimensão dos maiores...
Podres de veneno...
Glória d'alguns senhores...
D'alma sedenta...
Sempre os piores...
Destroem sem piedade...
Outros, doutros valores...
São o mal apodrecendo...
Os melhores dias de sol...
Se escondem em sombras...
De liberdade inventada...
Vivida de ódio como sabor...
Destruindo homens...
Que de serem pequenos...
São grandes ou o que for...
Sem mágoas, mas com vaidade...
Loucos,sem piedade...
Nos anulam ,sorrindo...
Mas um dia, fracos e sem poder...
Vão sentir a grandeza da pequenez...
Das marcas do mal sem piedade e dor...
Ou quem sabe...Jamais ...ou !!!! talvez...
António José Ferreira
Prefere o veneno da falsidade à paz de uma relação sincera, mas quando é traído na mesma moeda pelo orgulhoso que escolheu, descobre tarde demais que merecia sofrer por ter descartado quem o amava de verdade.
Guardar rancor é beber veneno esperando que o outro morra. Jogue o copo fora e deixe que a sede deles faça o trabalho.
Trocam o abraço sincero de quem está na luta diária pelo veneno de quem é famoso, maltrata e ainda faz questão de humilhar.
