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Veneno

Cerca de 1854 frases e pensamentos: Veneno

O pior veneno que experimentamos, é o nosso.

⁠A falta de ciúme é um veneno altamente nocivo.

A ganância pelo poder é como um veneno que corrói a integridade e a ética, levando indivíduos e sistemas a priorizar interesses próprios em detrimento do bem comum. A corrupção, então, se torna uma sombra que acompanha o poder mal utilizado.

“Quem se alimenta da maldade acaba engolindo o próprio veneno.”

Mentes e corações corrompidos fazem da mesma língua um veneno contra sua própria vida.

A regulação virou o veneno do progresso. O Brasil é um museu de leis velhas e ideias mortas. E toda vez que aparece algo novo, o governo mata antes de nascer.

⁠Alguém me deu veneno, mas este perdeu sua virulência ao misturar-se com a comida: ele, ao dar o veneno, implicou-se em um crime, mesmo se não causou mal.

Sêneca
Sobre a firmeza do sábio. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.

O WhatsApp, esse néctar digital que adoça o instante com um toque, revela-se veneno lento quando as mensagens não lidas se acumulam como fantasmas no bolso. Elas piscam como promessas de conexão, liberando dopamina — o prazer fugaz do cérebro viciado em recompensas instantâneas. No Brasil, onde quase todos os smartphones trocam mensagens diárias, esse ciclo vira prisão: ansiedade explode ao ver o "visto" sem resposta, corroendo laços que pareciam eternos. É o doce que paralisa, transformando amigos em sombras acusadoras. Acumular "não lidas" sinaliza esgotamento ou fobia digital — medo de más notícias, cobranças ou o peso de responder. Em relacionamentos, vira abismo: brigas por áudios longos ou silêncios interpretados como rejeição esfriam o afeto, piorando o que o app prometia aproximar. O veneno infiltra-se devagar, isolando na multidão conectada. Estabeleça limites: desative notificações à noite, priorize conversas reais. Psicólogos tratam isso como vício, ecoando dependência de smartphones. Viva além da tela.

Gosto Amargo

Sabendo que eras veneno,
ainda assim bebi.
Gole por gole,
como quem tem sede de infinito.

Era amargo —
mas eu disse a mim mesmo
que era amor.

Afundei-me nesse sabor fugaz,
ardendo na língua,
queimando por dentro,
e mesmo assim
não larguei o copo.

Tinha tanta sede
que me afoguei em ti.

Inocente fui,
ao acreditar que era eterno
o brilho do teu sorriso —
sorriso que, pouco a pouco,
devastou o que havia em mim.

Hoje restam
solidão e dor,
filhas de uma tragédia veloz,
sem aviso,
sem direção.

Caminho agora
entre ruínas,
recolhendo pedaços
de um eu que já não existe.

E o que sobrou de mim
não sonha,
não espera,
não ama —

apenas respira
no silêncio pesado
de quem aprendeu
que o veneno
às vezes
tem gosto de eternidade.

A verdade é que com ou sem rato, refrigerante é um veneno...

O CONVITE


Cara de marrento, teus olhos são puro veneno, parecem que me prendem naquele momento.


Homão na altura, mas aparenta ser um menino quando se fala de ternura, mas será que se comportaria assim se me visse toda nua?


É trabalhador, honra seus compromissos com fervor, e isso me faz ficar ainda mais encantada com tantos atrativos, ou será que estou viajando ao sentir tudo isso?


A voz nem se fala, o timbre me apavora, me dá vontade de beijar ele na hora!


Fantasia existe, queria saber o que é realidade e o que é fetiche, mas já te fiz um convite.

A Iguaria do Abismo


Provei do cálice sem aviso,
como quem aceita um veneno por engano.
Não era morte o que ali estava,
mas uma mutação que não aceita plano.
Fui invadido por essa substância estranha
que agora corre onde antes era apenas sangue.
Dizem ser lenda, chamam de platônico,
falam que o que sinto é fumaça ou ficção.
Mas como pode ser nada, se pesa tanto?
Como pode ser vento, se me aperta a mão?
É real como a lâmina, como o corte vivo,
que se deixado ao relento, faz sangrar o chão.
Carregarei esse gosto para além do tempo,
em bagagens que a carne não pode segurar.
É um nó cego feito de seda e de espinho,
que não me solta, nem me deixa desatar.
Pois na doçura que cura e no amargo que fere,
descobri a verdade que o mundo ignora:
a vida, sem provar desse perigoso banquete,
seria apenas um relógio contando a hora.
Que sabor teria a existência, afinal,
sem essa iguaria que nos devora?

Se ter apenas raiva é beber o veneno esperando o outro morrer, jogue o veneno no outro, o envenene e o faça sentir os danos de sua própria toxicidade!

⁠Em um ninho de cobras, você tem que ser cobra também, só que com um veneno mais letal.

Comparação é veneno silencioso!

⁠⁠Sinceridade é igual veneno, em altas doses mata e em pequenas não alcança seu objetivo

Perdoar é o antídoto que neutraliza o veneno que nós mesmos carregamos.”

“É fácil esconder hematomas. Difícil é curar palavras que viram veneno.”

"Só quem já provou do veneno amargo das palavras, conhece o valor adocicado do silêncio."

-Aline Lopes

“Cuidado com amigos frustrados — muitas vezes é da frustração deles que nasce o veneno que amarga relações felizes.”