Veneno
A humildade é a armadura invisível que neutraliza o veneno da inveja, pois desarma quem não suporta o seu brilho autêntico.
No instinto de sobreviver, o veneno se desfaz em silêncio, críticas tornam-se pó,
julgamentos se perdem no vento. E o ser, ainda de pé, atravessa a provação intacto.
O WhatsApp, esse néctar digital que adoça o instante com um toque, revela-se veneno lento quando as mensagens não lidas se acumulam como fantasmas no bolso. Elas piscam como promessas de conexão, liberando dopamina — o prazer fugaz do cérebro viciado em recompensas instantâneas. No Brasil, onde quase todos os smartphones trocam mensagens diárias, esse ciclo vira prisão: ansiedade explode ao ver o "visto" sem resposta, corroendo laços que pareciam eternos. É o doce que paralisa, transformando amigos em sombras acusadoras. Acumular "não lidas" sinaliza esgotamento ou fobia digital — medo de más notícias, cobranças ou o peso de responder. Em relacionamentos, vira abismo: brigas por áudios longos ou silêncios interpretados como rejeição esfriam o afeto, piorando o que o app prometia aproximar. O veneno infiltra-se devagar, isolando na multidão conectada. Estabeleça limites: desative notificações à noite, priorize conversas reais. Psicólogos tratam isso como vício, ecoando dependência de smartphones.viva além da tela.
Como morreu o Amor?
O amor não morreu de repente,
não foi queda, nem faca, nem veneno.
Morreu sentado ao nosso lado,
esperando uma palavra que não veio.
Morreu quando o silêncio virou resposta, quando o toque virou hábito sem calor.
Cada “depois a gente conversa”
foi um passo a mais no seu cansaço.
Morreu de pequenas ausências repetidas, de promessas deixadas em rascunho.
Não foi falta de sentimento —
foi excesso de descuido.
E no fim, o amor morreu de amor:
amou sozinho, amou demais.
Até entender, tarde demais,
que amar também precisa ser amado.
Corrupção rasteja pelas veias do poder como veneno lento, transformando líderes em marionetes podres que dançam para o ouro sujo.
Ele veste-se de prazer momentâneo,
mas esconde em si o veneno da morte.
Sussurra ao coração: “segue-me”,
mas conduz o homem ao abismo sem volta.
VENENO
Tem uma gota de veneno
em minha boca
que lhe rouba
os sentidos
quando está comigo...
Me faço de santa
e sem a culpa que me condena
traço meu plano
bandido!
Desavisado
se entrega a satisfazer
os meus desejos...
E entre
o torpor que lhe percorre o corpo
se embriaga
na malícia de meus beijos!
Tu és a minha melhor loucura, o meu doce veneno, a razão do meu querer, as minhas brilhantes trevas, a minha pior e melhor razão.
Veneno
eu queria tanto te esquecer
desde criança você faz isso comigo
vem me dizendo meu amor meu bem querer
e depois diz que é só meu amigo
Por que você fez isso comigo
brincou com os meus sentimentos
agora vo te dar o troco
me desculpe mas o meu amor é outro
eu cansei de ser o seu brinquedo
que você usa e depois joga fora
vai provar o seu próprio veneno
to em outra agora sai da minha cola.
Então vai, beba do teu mais puro veneno, aumente a dose se for capaz, porque o mau do mundo é pequeno, ao bem que tu faz.
