Velhas Amigas
Colecionar roupas velhas é como carregar sentimentos do passado: aprisiona o presente e impede que o novo floresça.
Outone-se! Faça como na natureza. Permita que os ventos outonais leve embora suas folhas velhas para que outras novas possam ocupar o seu lugar. É preciso se permitir recomeços e a gente só recomeça quando entende a importância de desapegar do que nada mais nos acrescenta.
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“Mulheres mais velhas” … um rotulo sem graça alguma imposto pela sociedade faz tempos (muito, demais), tão oco de criatividade e de inteligência então, uiii nem o rasto desta se sente.
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Dou a mão à palmatória agora.
“Mulheres mais velhas”, nós que já passamos esse primeiro, segundo e por aí fora marco, mas note bem; somos mais velhas no tempo da caminhada na Terra. Vamos vivendo e aprendendo, por vezes errando até demais, mas isso traz então um brilho extra na nossa pele, em nossos olhos que tudo dizem quando o sorriso brilhante faz a boca calar.
Palavras para quê??
Não existe uma única Mulher que seja feia, afinal a beleza é sempre subjectiva, mas quando uma cinquenta numa sexta à noite, mesmo cansada da semana de trabalho, esta entra no bar se sentido derreiada e seu parceiro lhe sorri dizendo: “Menina, você está linda demais sem nunca sua beleza assim o ser.” Aqui sua noite se começa a transformar. E tem mais, aquelas mocinhas que um dia também já ou fomos, apenas não vazias, fixam o olhar em nós e … ai a vontade de logo uma boa briga à moda antiga pegar, mas não! Aprendemos a vencer batalhas e guerras sem um dedo no adversário por, sem tão pouco o valorizar, mas nunca, nunca mesmo desvalorizando. Ai, por tanta faísca por seus olhos saírem e fumo por suas ventas, os coleguinhas notam que na área tem a presença de um tipo e género de Mulher diferente, tipo e género que está ficando escasso.
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É aí então que o acompanhante deste tipo de Mulher se sente o mais rico e poderoso Homem naquele bar e ao cimo da terra.
É sorrindo que diz a sua parceira, sua loba que louco agora está para pegar: Carinho, olha só a luz desta sala. Você a enche ao ponto de para qualquer um não existir mais espaço para movimentar, apenas seu ser todos desejam olhar, ver e se fosse possível até ter.
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Nunca esqueçamos que nada se compara ao poder da beleza interior.
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Tc.23012025/009
Houve um tempo em que as velhas músicas eram novas, certo? Alguém, em algum momento, teve que dar chance às músicas.
As gerações mais velhas estão preocupadas em enriquecer a nível familiar, para sustentar as gerações seguintes, em vez de educar, formar e tornar os filhos capazes de criar riqueza no País e na sua família direta, nas gerações deles.
Mesmo que você passe o reveillon com roupas velhas, se nesse ano que se inicia, você tiver novas atitudes, esse ano poderá ser seu melhor ano.
Entender algo que foi explicado
Leva tempo quando estamos fora de foco.
Uma mente com velhas crenças e paradigma
Certamente irá liberar o que sabe.
Ignorar o certo ou o errado é extinto
Dando sua versão para se defender.
A ansiedade bloqueia o raciocínio lógico
Resta para quem quer ajudar ser muito AMOR.
Fim da Feira
As tendas velhas que se recolhem,
esvaziam-se as cestas de frutas.
Tudo se tolhe em toalhas e trapos;
postes emanam luzes fajutas.
Fregueses regressam com suas compras,
saltimbancos cessam as cambalhotas.
Vendedores, cismados, se apressam -
contam dinheiro, nota por nota.
Era o fim da feira na cidade,
a praça retoma o seu espaço,
ao passo em que a feirinha se evade
junta ao Sol, que cai no fim da tarde.
"Folhas caídas de outono. Transição e esperança de que outras nasçam onde as velhas caíram. Assim se faz a continuidade..."
João MC Gomes
Para você experimentar algo novo em sua vida, você precisa desapegar-se de coisas velhas.
O novo não consegue conviver com coisas velhas.
As velhas cicatrizes reabertas, sugam minhas forças, derramam aquela energia boa que tomou conta de mim no pouco tempo de sua atenção.
Eu, um cara sofrido e com marcas que me tiraram os sentimentos, hoje aqui sofrendo de amor por alguém que não sente minha ausência,
Como o desprezo machuca, como o amor não correspondido é capaz de reviver cenas do passado de uma infância não vivida, meus medos voltaram a me assombrar, à tirar meu sono, me teletramportando a um passado que queria esquecer, a um passado de sofrimento pela falta de amor, carinho, afeto. Aquela criança que sempre se questionou, sempre buscou entender o sentido da vida, das permissões que magoava e me transformava à cada dia em um adulto reprimido, tímido, carente, desacreditado, antissocial, que por alguns poucos momentos de felicidade, era sufocado pelas tristeza da vida, hoje renasce com mais dúvidas, na busca de respostas que não existem.
Uma homenagem a todas as nossas cicatrizes, velhas e novas, grandes ou pequenas, visíveis ou não. Que elas não nos impeçam de viver felizes, que não nos mantenham prisioneiras em nossos próprios corpos, que não nos envergonhemos delas. Amém!
Acumulamos velhas crenças e paradigmas
Guardando o passado prejudicamos o futuro
Reunimos negatividade no automático
E aglomeramos fugas parando o nosso vigor.
Gratidão não custa nada e vale muito
A soma dos nossos agradecimentos
Recebemos sempre, cedo ou tarde, ame-se.
De nada adianta revirar o passado, remoer velhas mágoas e erros que cometeu. Deus te fez vitorioso e concedeu a graça de vencer a cada dia. Deixe o que ficou para trás e tome posse do que é seu por direito.
Ele nos deu o poder da evolução e da superação, cabe a nós usá-lo em nosso benefício. Olhe para frente e busque sempre mais e o melhor para sua vida. Com fé, coragem e determinação, você pode alcançar grandes vitórias.
- Edna Andrade
Memórias do Eterno Navegar
Entre sombras e luz, o coração palpita,
Velhas memórias, ao vento, sussurram canções,
Nas veredas da mente, a história se agita,
Entre os passados e futuros, cruzam-se paixões.
Dentro de mim, um eco antigo chora,
Resquícios de um tempo que se foi,
E na melodia do que em mim ecoa,
Sinto o doce e o amargo, o tudo e o depois.
Sou um barco à deriva, sem destino,
Nas ondas da vida, doce e amarga sina,
No sabor das palavras, encontro abrigo,
Uma pausa do mundo, uma rima divina.
Neste vasto mar de sonhos e de espaços,
Sou o que fui, o que serei, em laços,
Mas aqui, no presente em que abraço,
Sou a melodia, a rima, em confusos compassos.
Hedonismo Epicurista
Voltar aos jardins do passado, reviver, sonhar e podar as velhas novas mudanças descontínuas em uma continuidade vertical e não totalmente apical. Sou como a araponga errante que vive na beira do rio, as orvalhadas da noite me fazem tremer de frio, me fazem tremer de frio como junco na lagoa, feliz da araponga errante que é livre e livre voa.
