Veio e Passou como um Cometa
Nos tornamos perversos e julgadores quando começamos a comparar os outros como errados e nós como corretos.
Eu sinto o sonho dentro de mim morrer e não sobrou ninguém para culpar. Eu te escuto me rotular como um mentiroso porque eu não consigo superar isso.
Fine Again, Disclaimer
A chuva cai, como de costume
O vento sopra, como de costume
Mas desta vez, algo está diferente
Cai com a chuva a minha felicidade
Voa com o vento as minhas esperanças
As lágrimas que descem pelo meu rosto
Não mais refletem a inocência de uma criança
Mostram agora a dor
Mostram agora o sofrimento
Mostram o desespero
Então eu limpo essas lágrimas
E prometo que elas nunca mais voltarão
Com os lágrimas irá toda a dor
Todo o sofrimento
Todo o desespero
Mas as lágrimas voltam
Vai te catar
Vou é me matar mesmo
Lágrimas chatas do kralho
Pode-se aceitar a corrupção, seja ela ativa ou passiva, como moralmente correta ou aceitável em decorrência de sua crescente generalização, como se tem visto nas instituições públicas e nas grandes empresas?
"A verdade é como a chuva, cai sobre os montes e sobre os lugares baixos, mas somente se acumula nos lugares baixos. Assim, a verdade é dada a todos mas ela só encontra guarida nos corações humildes
Nem vi
Desculpem minha falta de memória
Repito os velhos versos
Como a canção antiga
Que cantei na infância.
Desculpem minhas frágeis lembranças,
Vividas desde dos tempos de crianças
Que não querem se apagar.
Desculpem – me
Nem vi a vida passar.
Não importa se o que você fez, não saiu como imaginou, mesmo que tenha ficado meio sem é que você tentou, doou o melhor de si e o mais bonito também.
Não podemos escolher como nos sentir, o que esperar. Mas depende de nós Escolher o que fazer a respeito desses sentimentos que nos assolam. Pois, o homem é um ser livre, tem a seu favor o livre arbitrio pra fazer as escolhas que quiser na vida, mas com isso torna-se prisioneiro das consequências que com as escolhas advém. E vive-se pra sempre se equilibrando nisso de escolhas e consequências, pagando na carne o preço, nada vem de graça, tudo tem um preço, mas esta em nós o poder de suportar, reconstruir, conviver, modificar. Encontre lá no fundo de você seu poder aceitar as consequências do que foi escolhido.
Será que ainda vai me amar?
Quando eu não sorrir como antes...
Será que ainda vai me amar?
Quando a idade avançar,
Ainda vai pensar em mim?
Porque eu vou está sempre te amando.
Seja agora ou sempre.
Será que ainda vai lembrar do sabor da minha boca?
Quero que saiba que sempre estarei aqui.
Meu Coração bate acelerado por ti.
Igualmente ao primeiro dia que coloquei meus olhos em você.
Cada dia te amo cada vez mas.
Não esqueça de me abraçar com seus braços de amor.
Me beije em qualquer estação.
Sinta sempre o palpitar do meu coração.
Meu coração falará por mim.
Dizendo que estarei te amando mesmo quando o sorriso me faltar.
Até quando a memoria falhar.
Meu coração vai bater pra eu lembrar.
Espere meu amor.
Eu vou sempre te amar.
Promete que vai lembrar?
Pois eu amor.
Jamais vou deixar de lembrar.
Que minha vida é pra te amar.
Meire Perola santos
Código do texto: T5249145
Bom dia 24/05/2017
Procure no dia de hoje não martirizar seu sofrimento, bem como antecipar sua vitória antes do fim da batalha.
oiço palavras, palavras a todo o instante como se fosse uma hemorragia que não pára, mas os factos da vida são bem diferentes daquilo que nos querem fazer crer...
Enquanto a política for uma causa particular como meio de benefícios próprios entre mafiosos que brigam pelo poder, o Brasil nunca será de fato, um país verdadeiramente livre.
Para os católicos, o trabalho é uma sentença condenatória, como reafirmará a Renum Novarum, 1981. Para os liberais, é uma disputa mercantil. Para Marx, é a única possibilidade de redenção, junto com a revolução, e por isso é um direito a ser conquistado. Somente Taylor, no plano prático, e Lagargue, no plano teórico, consideram o trabalho um mal que deve ser reduzido ao mínimo, ou evitado.
A manipulação pode começar como forma de amor, como aparência de cooperação no bem comum, mas é utilizada a fim de que o ganho real esteja no controle de um só, e o restante, tudo e todos, se tornam uma contingência.
Há quem julgue nossos surtos emocionais como amargura ou rancor, eu bem sei que tenho tentado proteger meu coração dos venenos egoístas de todos os dias. Haverá dias que eu serei incompreendida e todas as minhas atitudes e palavras serão avaliadas, julgadas e até mesmo ignoradas. O importante é que entre as tralhas sentimentais alheias, eu vou criando atalhos para não ser abduzida por elas.Julgar minha bondade ou quem eu sou não dará lucro pessoal a sua ignorante opinião, sei bem quem eu sou e o que exala minha alma e mesmo que o olhar crítico dos outros me avalie de cima em baixo, sei apenas que serei suficientemente forte, para não me deixar abalar, sou sim, feito terremoto forte definido como amor e um tsunami em defender-me e lutar do que tira minha serena paz.
Eu sou dessas, que quer apenas a ternura de amar e de perdoar, de cativar boas amizades todo dia, sem forçar o coração alheio, quero a sensatez de ignorar o mal e colocar como prioridade na minha vida Paz e Gratidão.
AS BONECAS DE ISABEL
Antigamente não havia bonecas lindas e cheias de recursos tecnológicos como as de hoje. Mas nem por isso as brincadeiras das meninas com esse tipo de brinquedo deixavam de acontecer e de ser prazerosas.
As garotas e garotos lançavam mão do que tinham disponíveis; e as brincadeiras não deixavam de ser belas e cheias de encanto. Pois o prazer do brincar é a razão da criança e em muitos casos não lhe interessa a sofisticação do objeto.
“Todos os anos, na época em que o milharal trazia a alegria para o agricultor, as bonecas apareciam na roça de papai para alegrar a minha vida e a vida das minhas irmãs”.
Elas nadavam de braçadas no verde mar da plantação: eram tantas bonecas em cada pé de milho enfileiradas - a sumir de vista - que nem davam conta de brincar com todas.
“Depois de passada a colheita do milho voltávamos à boneca de pano que ganhávamos de mamãe.”
“Antigamente as bonecas de pano eram confeccionadas pelas próprias mães ou artesãs que, raramente havia naqueles ermos.”
A boneca de pano de Isabel destacava-se das bonecas das irmãs, pelo porte físico avantajado e cabelinhos de tirinhas de pano e olhinhos de botões pretos pequenos, brilhando,assemelhando-se aos olhos de verdade.
Sob seus cuidados, Sueli, - sua boneca de pano - tinha vida de rainha: era muito paparicada e vivia de braço em braço sendo carinhosamente tratada e muito bem cuidada. Era vestida a rigor, mesmo não sendo em ocasiões especiais.
Suas roupinhas coloridas estavam sempre limpinhas e bem engomadas e eram sempre alternadas no dia a dia; as meias de cores brancas,rosas,lilás... Por incrível que pareça, combinavam perfeitamente com os vestidos; os sapatinhos de saltos-altos davam a silhuetas um aspecto imponente.
Seus bracinhos rechonchudos e flexíveis movimentavam-se quando ela a embalava; boquinha sempre fechada com uma chupetinha dentro. Suas bonecas não falavam, mas Isabel entendia a sua linguagem.
Havia muito calor humano naquelas relações. E isso elevava muito o ego das meninas.
Por certo que a interação de Isabel e de outras crianças com seu brinquedo preferido - a boneca de pano ou de milho – e o amor que dispensava a ele (o brinquedo), proporcionavam-lhe, uma alegria incontida e constante, que chegava mesmo a um estado de felicidade extrema.
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