Vc foi uma coisa Boa na minha Vida
Meu olhar criou uma intensidade
meu coração perdeu a numeração de Mississipis
minha mente parou e por um momento voltei a vida
e percebi que foi apenas um sorriso seu.
Futuro
Contra a vontade?
Fico em minha concha protegida.
Passa dia… passa noite.
Passa toda uma vida.
Protejo-me dos ventos…
Das tempestades, furacões tenho medo…
De todas as minhas dúvidas
nunca faço nenhum segredo.
Não é coragem o que me falta.
Isso não nego.
É que na maior parte das vezes a vida faz em mim um nó cego.
Amarrada ao passado fico.
Os olhos ardendo.
O corpo tremendo.
O que está à frente me causando medo.
É o futuro que sempre está um passo à frente…
Tento… tento.
Mas não o pego.
Eu tenho pra mim, bem aqui na minha cabeça, que você é quase como uma melodia dançante e radiante que invade cada pedacinho meu com o seu perfume.
Minha visão do mundo é uma
A sua visão é outra
Nossa visão é igual
E as dos outros são diferentes
Faça aquilo que acredita que é certo
Por que no futuro os resultados de cada um de nós sempre serão diferentes.
Será que a minha consciência poderia ficar tranquila ao saber que enquanto uma pequena parte da população mundial está com o bolso cheio de grana, grande parte passa fome? Meu olhar poderia não ser triste?
Nesse dia de tantas homenagens ao dia das mães, veio a minha mente uma profunda reflexão. Quando nos tornamos mãe, automaticamente está relação mãe e filho, está vinculado à uma terceira pessoa. Óbvio que estamos falando de relacionamentos que em sua maioria, acaba em desgaste, frustrações, fortes decepções. Nesse processo, desgastante, o amor de mãe, tratado como intocável nesse dia, afeta a relação com Seu filho, por que acabamos transferindo para eles nossos traumas, frustrações. Autômaticamente estamos fornecendo lixos, que serão transferidos nos relacionamentos futuros dos nossos filhos. Percebe que o amor puro e verdadeiro qualificado apenas as mães , sofreu alterações . Eu falo como mãe, carregada de traumas e frustrações no relacionamento direto afetivo, e um casamento também tóxico. Ser mulher Maravilha, longe de ser! O meu amor por minha filha não quebra este círculo vicioso das instabilidades conjugais. Infelizmente, a heroína do dia não tem fórmulas mágicas para preservar os filhos dos lixos tóxicos gerados em relacionamentos conjugais opressivo. A reprodução independente, também não sana está questão. Gera outros tipos de traumas e frustrações. Hoje penso, que ser mãe, e uma conquista ambiciosa, que satisfaz apenas nosso ego. São tantos os contras, colocados na balança . E na atualidade, vemos que mais é mais mulheres estão renunciando a maternidade. Estão erradas! Do meu ponto de vista, estão certíssima. Filhos? pra que te los. Filhos não são gerados para sofrer as consequências das nossas escolhas erradas.
Corpo.
Zona de conforto..
Meu coração é uma zona Proibida;
Minha alma é uma ave que voa;
Meu cérebro lateja com a força dos ventos;
Meu corpo todo se torna uma zona desconfortável e indefesa se eu não usar meu cérebro para censurá-lo;
Nele só toca o que meu cérebro autorizar.
Constantemente busco filtros para vedar aquilo que minha Alma rejeita,
Uma escolha errada já é o suficiente para ele despurificar.
Meus olhos são uma zona apreciadora de outros olhares,
Eles filmam e observam cada movimento.
Todos nós temos essas zonas:
Conforto ou desconforto,
Cabe a cada um saber usufruir positivamente as suas.
Mas lembrem-se:
-Nem tudo que é proibido causa conforto.
-Nem tudo que é conforto é proibido ou permitido.
-Nem tudo que é censurado podemos dexar de mostrar.
Mas o que está no coração e na alma,
Somente você sabe.
Decifre-se !
Autor:ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Minha nova estrada
Era como uma estrada
de terra, na madrugada,
que trouxe para mim
poesia e um jardim.
E, de mim não quer nada
só ser amada,
e eu, que só desejo,
ser seu desejo.
Nesta linda caminhada,
então, fazia lua no céu,
com gosto de amor, de noite estrelada.
que, agora, coloco agora no papel.
Não se prendam à minha imagem.
Ela é uma mera "carcaça" que o tempo
se irá encarregar de apodrecer.
Leiam antes os meus versos.
É neles que íntima e verdadeiramente me podem encontrar ...
Solidão.
Sento-me debaixo de uma árvore,
O vento refresca a sombra que se faz de minha amiga e me ponho a escrever.
Pensando...
O sol ja se foi.
Ainda com nitidez nos olhos , prossigo.
Com uma simples atitude junto alguns adjetivos e simplesmente introduzo um substantivo único: "Solidão".
Solidão, É viver ou perecer ?
Julgo-me capaz no substancial sentimento,
E incapaz nesse refrescado vento.
E algo faz-me enaltecer junto essas ideias que tentam rasgar em pedaços minhas inspirações.
Dor,
É sentir naquilo que não sobrepõe uma situação de uma mera covardia em fugir de mim mesmo ?
Ou a lágrima que escorre e mancha a escrita naquilo que escrevo sem saber sua origem?
Saudade,
Falta daquilo que nem sei o que é ?
Ou aquilo que não virá ?
Ou virá e nem sei ainda o que é ?
Oh ! Glória é essa paz interna que sinto.
Versos que me vem,
Versos que se vão.
Respostas isoladas que se escondem de mim.
Acredito que nada substitui um olhar.
Acredito que nada é capaz de substituir um coração solitário quando ele se alimenta naquilo que quer.
Pois !
Ser solitário é uma opção.
Mas o orgulho não pode fazer parte desse substantivo que me domina e insiste em me devorar.
Por um lado é tudo flores, ao meus olhos é claro.
Dar sentido a um silêncio que é meu amigo,
É o mesmo que viver e sem saber que estou vivendo em
Paz...
Autor :Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
-
"SILÊNCIO"
O silêncio é como uma brisa mansa
Que suavemente alcança
A profundeza da minha alma
Que lembrança, saudade e nostalgia
Dentro de mim fique calma.
Minha Velha Tia
Minha velha tia me contava muitas histórias. E entre uma história e outra, ela me ensinava muitas coisas. Minha tia me contou que houve um tempo em que os animais falavam. Ela me ensinou que a Terra é redonda e que se eu sair andando sempre em frente, acabo voltando ao mesmo lugar. Minha tia me ensinou que Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil e que Santos Dumont inventou o avião. As histórias de minha tia eram sempre assim. As coisas mais difíceis ela explicava do jeito mais simples. Era preciso que cada coisa tivesse o seu inventor ou o seu descobridor. Se Santos Dumont não tivesse inventado o avião, até hoje estaríamos andando só a pé ou de carro.
Um dia minha tia me ensinou um acróstico: Minha Velha Tia Mandou Jogar Sal Úmido Nas Plantas. Para que eu nunca esquecesse os nomes dos nove planetas do Sistema Solar. Nunca me esqueci dessa tarefa que, é bem verdade, não cheguei a realizar; mas nunca me esqueci dos nomes dos nove planetas.
Eu sempre ouvia maravilhado as histórias de minha tia e nunca me esquecia de nada do que ela me falava. E ela dizia que quando eu crescesse iria saber muito mais do que ela. Talvez esse tenha sido o ensinamento que mais me intrigou. Eu não fazia idéia de como isso seria possível, embora soubesse que tudo o que ela me dizia era verdade. Lembro-me de quando comecei também a contar a minha tia as coisas que tinha aprendido sem ela. Minha tia sorria e ouvia atentamente tudo o que eu lhe dizia. Sei que às vezes ela achava que era tudo bobagem, mas nunca me dizia isso. Ficava feliz por eu estar aprendendo. E eu sempre esperava que ela complementasse as minhas descobertas com o que ela sabia. Minha tia é que sabia verdadeiramente das coisas; e só com o seu aval é que eu podia acreditar em tudo o que aprendia.
Vez ou outra eu a interpelava sobre algumas incoerências. Por que Colombo descobriu a América e Cabral descobriu o Brasil? Eles não descobriram, na verdade, a mesma coisa? Por que foi Colombo quem descobriu a América, e não os índios, que já estavam aqui? Minha tia sorriu e me explicou que os índios não tinham consciência de quem eram, nem de onde estavam, mas Colombo sim. Por isso os chamou de índios.
Lembro-me do dia em que contei à minha tia que a professora tinha dito que não foram nem Cabral, nem Colombo os nossos descobridores, e sim outros homens que estiveram aqui antes, mas que se nos perguntassem, era preciso dizer o que estava no livro. Minha tia abriu o mesmo sorriso carinhoso, sem dizer nenhuma palavra. Sei que ela nunca mais se lembrou dos nomes que eu havia dito a ela, mas, para dizer a verdade, eu também não me lembrei.
Hoje me arrependo de ter deixado tão cedo de visitar a minha tia. Lembro-me de que nas últimas vezes em que a visitei, eu ouvia atentamente o que ela me dizia, e sorria. Às vezes gostaria que ela ainda estivesse aqui. Mas sei que não seria mais possível. Talvez o mais duro exemplo de uma das tantas coisas que ela me ensinou: “cada coisa tem o seu tempo”. No tempo de Cabral, de Santos Dumont e da minha tia, as coisas mudavam muito pouco. Ela pôde me ensinar o que havia aprendido com a tia dela. Hoje, ela certamente se sentiria enciumada por causa da Internet. Eu não saberia como dizer a ela que o seu acróstico não vale mais. Não saberia dizer a ela que Plutão não é mais um planeta. Minha velha tia não sabia muito bem o que era um planeta. Não saberia me explicar por que isso aconteceu. Talvez ela fosse sorrir e dizer “isso é bobagem”. E, para dizer a verdade, eu também não saberia explicar isso a ela. Minha tia tinha razão em tudo o que dizia. Teve razão ao dizer que eu saberia muito mais do que ela. Mas minha tia é que entendia verdadeiramente das coisas. E hoje eu não sei onde aprender as coisas que ela sabia.
Se minha luz te incomoda
Procure uma sombra
Não vou deixar de brilhar
Pra satisfazer tua vontade
@zeni.poeta
Na minha trajetória profissional e pessoal, deixei marcas dos passos que ficaram para trás, uma história desconhecida que ninguém tem a capacidade de julgar.
Construção!
Construir minha casinha em cima de uma rocha.
Na minha casinha tem: Vida, amor, ternura, doçura,
carisma, firmeza, sabedoria, humildade, família, Deus, amigos, frutos,
alimentos, água, jardins, utensílios, vestes, fartura, telhado, ferro, alegria,
felicidades, prosperidade, perfumes, limpeza, cultura, harmonia, união, gentileza,
humanidade, cativação, sonhos, realidade, imaginação,
coração, magia, transformação, esperança, caminhos e labirintos!
Amo minha casinha cheia de personalidades e prosperidades!
Adaildes Alves Moreira
Não eras uma miragem, quando surgiste do nada,
sei que existes e por isso me completo na minha existência.
E não éramos metades para nos completarmos!
Já éramos completos.
Cada um no seu todo
A gente seguia ardente,
Como fogo,
Dando-se em alianças, embora inexistente
Sentíamos-nos um do outro sempre presente.
Não eras uma miragem,
Já estivemos no mesmo lugar
Embora em outra vida, posso assim julgar
Você estava lá a cada viagem
Sorríamos,
Brincávamos,
Gritávamos,
Nos abraçávamos terminávamos em beijos.
Era sempre assim
Já vivíamos grandes momentos
Não existia nada que aqui chamam de sofrimento,
Já te chamava de meu amor
Mesmo que não sentes o mesmo valor
Apenas te encontrei nesta vida,
Você nunca foi uma miragem,
Eras tu a cada minha viagem…
Te procurava, sem saber onde estavas,
Era sempre você,
Nos poemas de amor que recitei
O predicado era você,
Viajava, sonhava e precisava concretizar…
Nunca foi uma miragem
Foi você a deixar meus sonhos se realizar.
Nunca foi uma miragem…
Não eras uma miragem, quando surgiste do nada,
sei que existes e por isso me completo na minha existência.
E não éramos metades para nos completarmos!
Já éramos completos.
não desisto
de você.
seria minha
pior perda.
e....
eu sou uma
mulher que existe pra vencer.
de preferência
com você.
Mãe, estou enlouquecendo sem você. É uma dor que invade minha alma, corrói os meus pensamentos. Não posso pedir para a senhora voltar, Deus não vai me ouvir, os milagres da ressurreição não acontecem nesse tempo.
Passei anos lutando uma guerra secreta, uma guerra perdida. Só que essa guerra entrou na minha casa, na minha família, no meu sangue.
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