Vc foi uma coisa Boa na minha Vida
PALAVRAS QUE FALTARAM
Tenho sentido uma falta absurda da minha vó, não sei o motivo, mas tá pesado, insuportável, quase impossível. Ela que segurava a família, era, foi ou é sei lá a base todos que considero família. Mulher firme e justa, dava carinho com o olhar, reconfortava com suas palavras, faz muita a senhora vó.
O tempo é só uma dimensão da realidade física, é lógico. minha experiência, experiência de quem sabe pouco a respeito, mas que já sentiu seus efeitos até a última terminação nervosa, a mais distal
enfim, é relativa na maneira com que nós o experimentamos (ou não).
Temo o senhor
Recebi uma ríspida manifestação, percebo que essa minha carne grita, medonho pelos acontecimentos terrenos, eu creio, eu quero, eu posso, essa é a fé que coloco nos meus lábios e anseio brotar no coração, perante uma mente serena e decidida, mas senhor, pensar que o desastre pode se abater no meu lar, que minha família se pereça, que o devaneio dos meus amigos consumam teus dias, que meus filhinhos/irmãos rejeitados, aniquilados, abandonados e humilhados não saciem do teu Espírito, oh Giovane, duvidas de mim, de minha providência, da minha misericórdia, do meu amor, da minha benignidade, olha filho, olha Giovane, abra os olhos e assista me diariamente fartando o trigo, perece muitos pela dureza, tu sabes, perdoe senhor, perdoe o pai, é que realmente a natureza carnal, material, tende a querer gritar.
Mas o meu clamor diário é pelo acreditar, em ti, no amado Jesus, Altíssimo, sei que na botija do teu povo, aqui, nesta nação, vai se fartar, guardará minha família, seja pelo que se suceda, és sabedor, certamente que deves triunfar da tua maneira e assim seja a tua vontade.
Giovane Silva Santos
Meu amor vive em uma cabana
No final da estrada
A porta está aberta
Mas minha alma está trancada
A solidão senta ao meu lado
Descortinando qualquer desculpa
Que impeça o famigerado amor próprio
De revelar a sua culpa
O vazio inebriante nada oferece
Mas entristece minha esperança
Sigo o sentido do vento que me chama a fugir
Mesmo sendo difícil existir, me tire daqui
Me deixe correr
Me ensina a viver
Me permita estar inteira para quando eu te ver
Não perecer
Não consigo não te esperar, só sei te esperar
O faço porque a ti pertenço
Vem ao meu encontro, que seja em sonho, meu coração grita
Mas permaneço em silêncio
Em algum lugar do cosmo reside uma alma inquieta
Compartilhando a mesma dor
Sucumbindo em ruínas, assistindo apagar
As fagulhas desse pseudo amor
Meu anjo desapareceu
Na penumbra luz do dia
Sem tempo de defesa
Sem hora predefinida
Vejo o denso vazio que guarda escondido o eco de suas carícias
Os rascunhos de minhas declarações
O desejo de mais, mas não há, ainda que intrínseco, nada concreto
Do que parecia infinito nesse imenso deserto
A solidão singela e lenta retira de mim um pouquinho a cada dia
Corrói minha vontade de ser, tão forte e fria
Carnaval sem alegria, o arco-íris cinza
O amor em cadeados a cada esquina
Nas lágrimas não há violência, são brandas, mas constantes
A saudade latente suga e consome
Vago a sua procura
Meu anjo codinome
Exponho a vulnerabilidade do meu sentimento
Me mostrando em toda luz e sombra
É ardiloso explicar para nossa alma que ainda temos que esperar o momento
Pra viver lá fora o que já existe aqui dentro.
Essa passa a ser uma realidade
A minha dependência do meu Senhor
Cantar a Tua força pela manhã
É de fato meu melhor louvor
Tenho uma enorme gratidão pela minha família, por ter sempre guiado os meus passos e me orientado nos bons e maus momentos. A família é mesmo um grande presente de Deus.
E se o amor é uma escolha, você vai ser sempre a minha, nessa e em todas as vidas que virão, pois meu coraçao saberá te reconhecer em todas elas quando te encontrar.
DENSO VAZIO - Dentro de mim é tronco, mas me falta o chão. Minha alma flutua como uma bolha de sabão. Me afogo em água pura, tento afundar em vão. O corpo cada vez mais denso, mas a madeira no fundo é oca. Ninguém na escuta, eu penso; às vezes a mente é louca. Quase sinto a minha raiz; o que me falta é coisa pouca. Meu equilíbrio segue por um triz.
E se você me perguntar se sou uma pessoa rica, te mostro meu tesouro estampado nesta foto, minha família, aqui o amor se multiplica absurdamente.
Na minha poesia viajo mais rápido que à luz, a ponto de me ver nascendo em uma curva do espaço tempo.
Convívios,há uma pergunta que me é recorrente e ela vem e vai sobre força de minha prestatividade ao próximo :se eu não for a parte boa disto quem será? ...e a recorrência interrogatoria força-me a conviver cada vez mais para que haja esperança de respostas sobre os convívios.
Ao dar uma opinião, saiba que estarei disposta a escuta-la ; também darei a minha, mas não estarei disposta a repetir a sua apenas para agradar-lhe.
Silenciosa viagem.
Ah! A luz fugaz...
Minha primeira refeição do dia:
Uma taça de vinho da garrafa vazia.
Água da vida para um vagabundo?
Sopa de pedras para o jantar!
Maldita libido!
Antes um cigarro, agora um lago.
Grito mudo na porta de luar!
Amor? Mais amor!
A viajante solitária no encontro de si mesma.
Página a página.
Ei-los: A rosa - O vento (No jardim íntimo, onde cada solilóquio é confessado).
Harmonia e confusão.
Balão suspenso.
Bocas seladas, casas desabitadas.
Piada ou conto de fadas?
Aquele mofo por trás das cortinas.
O pó mágico que entorpece a língua.
Anestesia para as narinas cansadas.
Sem cheiro, sem pelo, nenhuma cor.
Amor e ódio na tela da TV.
Amor e ódio no jornal, na varanda e no quintal.
Na cama sempre é doce!
Meias verdades calçando sapatos de lã.
Ou será essa também uma laranja inteira?
A mulher piano certa nas mãos do pianista errado.
Mais uma folha de papel timbrado, amassado e rasgado.
Um mar de silêncio do quarto, grito mudo outra vez.
Loucura, remédio sem cura, lixo, fumaça, embriaguez!
Juízes equilibristas.
Deputados malabaristas.
Sorrisos de elástico vomitando dúvidas.
Alimentam bocas pela certeza.
E as calçadas estão repletas deles.
O vento que afaga meus cabelos, ele também me beija.
E a morte me belisca a cada nova piscada.
Ah! A luz fugaz...
Amor, mais amor.
Grito mudo na porta de luar!
O que dizer de minha mãe???
Ela era uma força
Uma determinação.
Guerreira,
Que reconhecia seu valor.
De mulher,
Mãe.
Avó.
Uma linda mulher
Seu sorriso iluminava o dia
Seu abraço dava força e
Alento.
Saudades mãezinha
Sempre te amarei
Hoje um vazio preencheu minh'alma
Uma tristeza tirou minha calma
Pairou no ar um instante
Um zumbido, algo inquietante
Como se no mundo todo, de uma só vez
Em coro, todos numa só voz
Gritassem bem alto
BASTA
Não sei se foi sonho
Mas foi ao mesmo tempo medonho
E infinitamente estranho
O silêncio que se deu depois
Nem uma folha caiu
Nem um sussurro se ouviu
NADA
Pra findar o silêncio absurdo
Como num passe de mágica
Desses de contos de fadas,
Assobiei bem alto
NADA
Repeti o assobio
NADA
No terceiro, veio...
Primeiro uma brisa leve,
Um assopro
Depois um vento
E veio o som
A forma
Fechei os olhos
Pra absorver melhor o aroma
O perfume da flor
E aí, então,
- Brilhando qual raio de sol
Cobrindo de cor qual primavera
Transformando tudo que se deu outrora
Acolhendo quem estava de fora -
O Amor se revelou :
Uma quimera
Colheita para uma nova era!
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