Vamos fazer Loucuras os dois
“Quem é mais nocivo? O mentiroso ou o ingrato? Os dois fabricam incertezas e suas fraquezas são perigo permanente.”
Nessa sociedade há dois papéis: o de opressor e o de oprimido. Quando você se recusa a assumir o papel de opressor, assume-se que você aceitou o papel de oprimido.
Quando tudo que você vê são os meus erros, você esquece de reparar os seus,
Nós somos dois imperfeitos, querido
Não se mede o meu erro com o seu
E não piora os meus defeitos diminuindo os seus
Mas cabe a nós reconhecermos e nos concertar a cada dia
Nós temos que nos completar dando um pouco de cada para que seja 100% todos os dias
Você me julga e foge do seu julgamento,
Você aponta meus erros pra deixar os seus no esquecimento,
Você passa por cima da minha fala para me contradizer, e não consegue enxergar que não é uma luta entre eu e você
mas é uma luta para que nós dois possamos ficar juntos
Tudo como é, matéria ou não, pode estar em qualquer lugar, em um só lugar como em dois ou mais lugares ao mesmo tempo ou viajando por ele (tempo) segundo um designio que lhe é próprio.
Teoria metafísica.
Adaga de dois gumes
Parar de ser eu, para ser o que
a sociedade quer que eu seja,
Eu prefiro a morte.
Você me disse isso, sinceramente
eu não entendia.
Mas quanto mais eu te conheço,
mais eu te entendo.
Esse teu amor que te protege,
É o mesmo que te prende.
É como uma cela cheia de
espinhos, não deixa que
ninguém se aproxime, porém,
Você também não consegue sair.
Não fazia sentido para mim
esse teu jeito rebelde,
Agora eu entendo, sua maneira de se expressar.
Você é forte, a cada dia que
se passa eu te admiro mais.
Quero mais tempo ao teu lado.
Um mais um é dois, isso é certeiro.
Quem não poupa um, nunca terá dinheiro. Pense bem nisso, mantenha-se centrado nas finanças,
seja sempre bem orientado.
Livro: O Respiro da Inspiração
Recomeço a Dois
No silêncio após a última estação,
floresceu um olhar sem pressa,
um sopro novo no coração,
como quem planta e não se esqueça.
Não era pressa, era presença,
nem ilusão, mas intenção.
Um gesto simples, sem defesa,
mas cheio de conexão.
O amor veio como brisa leve,
sem prometer eternidade,
mas com vontade que se atreve
a ser verdade, não metade.
Te vi querer como se soubesse
que o querer precisa cuidar.
E eu, que já duvidei do sim,
quis ficar só pra te olhar.
Havia interesse, sim :nos dias,
nas histórias, no café,
no som da tua alegria,
no jeito que a alma é.
E no teu toque, encontrei resposta.
Reciprocidade: doce abrigo.
Não mais um “talvez” na porta,
mas um “eu fico, se for contigo”.
Eu e você contra o mundo é como em um conto.
Dois melhores amigos, se amando, brigando como irmãos,
Que se amam, se provocam mas se protegem acima de tudo.
Não é sobre nada contra, na verdade sobre muito a favor.
A favor de se doar, torcer, pertencer, permitir juntos.
Sempre juntos, sempre próximos para tudo. Em todos.
Para viver tudo, sentir tudo, alcançar tudo. Ganhar tanto.
E não é ganhar de vencer. Ganhar de se permitir.
É partilhar e viver, momentos, emoções e sentimentos.
Não é sobre mais pra menos. Maior ou menor. Melhor e pior.
É sobre conseguir, estar ali, de viver para saber.
Também é sobre construir. O amor, o afeto. Um abrigo.
Não conter, delimitar ou para desconstruir.
É destruir o apego, o medo de ir. Porque já vai voltar.
Não há perdas, só há ganhos. Lembranças, recomeços.
Chuva que não alaga represa. Só pode contribuir, retribuir.
Para que o amor recomece de onde o apego foi cego.
Nas curvas da vida
Na trilha do vento e do chão vermelho,
Dois sorrisos se encontram ao sol,
Na paisagem que dança ao longe,
Com montanhas, motores e farol.
Pai e filho, ou talvez irmãos de alma,
De camiseta e coragem no peito,
Vivem o agora com leveza e calma,
No tempo que passa do jeito perfeito.
A pista contorna histórias e sonhos,
Enquanto o céu azul tudo abençoa,
E cada gesto, simples e risonho,
É lembrança que o coração ecoa.
A vida é assim — curva e reta,
Aventura que nunca se desfaz,
Mas quem caminha com afeto na meta,
Faz do presente um instante de paz.
“Entre Rodas e Céus”
Na beira do mundo, onde o sol se deita,
Dois corações batem sob viseiras fechadas.
Uma moto os sustenta, veloz e perfeita,
Mas é o amor que os mantém nas jornadas.
No ronco do motor, promessas caladas,
No toque das mãos, destinos selados.
Ela no tanque, ele firme nas estradas,
Dois corpos, um voo — dois sonhos guiados.
Entre curvas, ventos e céus infinitos,
Desafiam o tempo, rompem os mitos.
Pois o amor, quando nasce em liberdade,
É estrada sem fim… é pura verdade.
E ali, onde o horizonte se esconde no mar,
Não é só a máquina que insiste em voar.
É o sentimento, sem pressa, sem freio,
Que acelera a alma… e toca o céu inteiro.
É A ULTIMA
Nós já nos despedimos tantas vezes, mas sejamos sinceros, nenhum dos dois sabe como ir embora.
Porque por mais que a gente diga adeus, o coração insiste em ficar, quieto, só esperando um sinal pra voltar.
Eu tento seguir, você finge esquecer, mas a verdade é que tem amor que nem os erros apagam.
é como se a gente tivesse criado um mundo só nosso, com códigos, lembranças, piadas internas, memes e promessas que a gente nunca teve coragem de cumprir.
E toda vez que eu digo "é a última", é só mais uma tentativa de me convencer de algo que eu não acredito.
No fundo, eu sei: tem sentimentos que a gente não escolhe, só sente.
E quando é assim, nem a distância consegue arrancar da alma. Porque quem foi abrigo, nunca vira rua.
A Dança das Ausências Preenchidas
O amor não é a cola que sela as fissuras de dois cacos, mas o abraço que permite a cada um ser vaso inteiro, ainda que rachado. Na completude de um relacionamento, não há soma de metades, mas a geometria sagrada de dois infinitos que se curvam até formar um círculo. Como ondas que se encontram no mesmo oceano, os amantes são feitos do mesmo sal e do mesmo desejo de voltar à origem — mas ali, na espuma do encontro, aprendem que a maré não os separa: os ensina a nadar juntos.
Sob o olhar simples, o amor é o espelho que não reflete o que falta, mas devolve o que sempre esteve lá, soterrado sob o medo de ser incompleto. Eu diria que desejamos no Outro aquilo que nos escapa, mas talvez, no amor maduro, deseje-se apenas *permitir* que o Outro escape, sem aprisioná-lo na cela do nosso vazio. Acredito que Eros como força que une, mas e se Eros fosse também o que nos desata? O amor que liberta é aquele que não teme as sombras alheias, pois sabe que a luz própria que cresce quando ilumina o escuro do outro.
O amor completo é um paradoxo: é pleno justamente por abraçar sua própria incompletude. Como escreveu Aristófanes no banquete de Platão, buscamos nossa “metade perdida”, mas a verdadeira, é completude está em entender que nunca fomos partes. Somos inteiros que se escolhem, não por carência, mas por reconhecer no outro um cosmos paralelo. Dois universos que, em órbita constante, criam sua própria gravidade — uma atração que não sufoca, mas sustenta.
Amar, então, é habitar o intervalo entre o “eu” e o “nós” sem colonizar nenhum dos territórios. É deixar que as raízes se entrelacem, mas não para se confundirem — para se fortalecerem. Na completude do amor, até o silêncio é diálogo, e a solidão, quando compartilhada, vira uma espécie de sagrado. Porque o todo não está no que preenchemos, mas no que ousamos deixar vazio: os espaços onde o mistério do outro respira, e nosso próprio desamparo aprende a dançar em sintonia 🙏❤️
"Melhor conhecer um ou dois livros de um único autor que de fato existiu, do que um compêndio com 66 ou 73 livros escritos por cerca de 40 personagens míticos e fantasmas inventados, recheados de mentiras, contradições e adulterações."
— Marcelo Carlos Rodrigues
O momento é uma das sensações dos dois lados da alegria e tristeza, os sintam por serem necessários, não liguem para horários, nem calendários, afinal é um momento deixem-os ser temporários.
Não importa se são dois ou três passos, se um passo for necessário para chegar onde você quer, já será o suficiente. Muitos acham que a quantidade valoriza o alcançar do objetivo, mas a verdade é que o efeito da primeira tentativa basta para dar ou não valor ao que você impõe o seu cansaço.
Somos dois poetas musicando um ao outro, enviando poesia para o fundo eterno da alma. Poesia não se faz, ela descreve, mostra e olha nos olhos das pessoas, demonstrando todo o amor que elas querem. Ela é a poesia da mãe, falando sobre ramos até o fim, independente da situação. Minha poesia é a minha arte da manhã.
A poesia é um fogo que arde e renasce, como a Fênix. É o amor incondicional de Deus, a melodia mais suave da arca de Noé. É a essência do trabalho, da compaixão, do carinho e do amor. A poesia é como uma chama que nos mantém quentes e nos traz alegria, iluminando nossos caminhos. Ela nos deixa livres para nos expressar e nos dá esperança de dias melhores. É o fogo que acende a chama da alma.
Reflexão do Marcos poeta
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