Vaidades
“Nem toda luz que exibimos vem da alma; algumas claridades ainda são vaidades procurando reconhecimento.”
Do livro O Espelho da Alma Livre — Amor, Consciência e Dissolução do Ego no Silêncio Divino, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Em volta da enorme fogueira de vaidades, quadrilhas dançam, padres fakes celebram casamentos políticos e pamonhas rezam para pneus!
Caminhamos no próprio caos...
Na ilha que habitamos o sonho apenas mergulha no oceano de vaidades....
Somos máquinas dos fatos dominam nossas mentes...
Dentro das crônicas a inteligência artificial é o espelho negro da existência contemporânea, homens Dentro do mundo digital servido a outros homens,
A ilha tem contraste de solidão e incompreensão e resiliência daqueles que ousam ser crítico num silêncio da alienação.
Olhos mercantilistas
no tramitar
das bolsas de vaidades.
Se ancoram ferozmente
nas costas
de um triste corcunda.
Curvado aos pés
do majestoso
Níquel.
Tudo passa na vida, as vaidades, as fantasias, os sonhos, mas a dignidade e o respeito por seres tão frágeis nunca devem morrer. Deus jamais esquecerá na terra dos filhos que não se esquecerem dos seus pais na velhice. Selma Domingos de Oliveira
Não tenho tempo para massagear egos, conciliar com a inveja, as vaidades e a cobiça. Penso que cada um tem a sua estrela com brilho próprio e que juntos, podemos ser uma constelação!
Nossa vida é feita por vaidades e cheias de ilusões, porque fazemos escolhas que muitas das vezes achamos que são as corretas, mais em algum momento algumas das decisões tomadas simplesmente se tornam erradas.
nas sombras a chuva que caie
rebento que chora em tuas vaidades,
escolhas mortas por vontades,
desejos que se esvaíra por querer
ainda assim quero mero destino.
entre tantos caminhos o seu prazer...
dizendo entre linhas e curvas
terminam em tuas cavas
como sonhos que desaguam em sombras
que te fazem gemer
entre abito de línguas e linguajares
o sopro que delimita o desejo,
sendo intenso mais e mais seu querer
mais fundo faz mais
tudo que se embriaga nos dito amor.
A vida é um oceano de vaidades, e você um barco a vela sem quilha quando se deixa levar pelo padrão do mundo.
As coisas do mundo nos cegam os olhos, com vaidades e bens materiais, com isto vivemos como se o céu e o inferno não existissem.
Vivemos distraídos pela vaidade das vaidades e o que realmente importa deixamos quase sempre para depois ou culpabilizamos o mundo pela sua ausência.
O corpo deve se santificar se defendendo das vaidades, a mente deve se santificar se defendendo das maldades e
o espirito deve se santificar se defendendo das soberbas.
no horizonte de tuas vaidades
sou um criminoso...
desvirtuo seu corpo e alma
nas minha perdições,
sois tudo que quero,
mesmo nas horas inesperadas
a pegada torna se alvo
da tradução do caos da minha mente...
sabe nos desejos mais instáveis,
seus adores transcende...
num tumulo de vaidades
temos ainda a madrugada
entre espinhos da virtude
um abraço da morte
e mais desejos,
numa faixa se repete
arranhaduras na pausas
prazeres na luz que se apaga
num embriado
rumores num dia de sucesso
o lírios do algoz da perdição,
sombras que amam se,
puramente por amar
seus exemplos flutuam em memorias,
riscadas num disco,
mais trago de um cigarro,
seria a vertente do veneno
que te faz sentir melhor,
muitos instantes a frente
se cogita tanto até que noite acabe.
e tudo se expulsa até meio dia,
e o ato acompanha o sono,
glamour da nudez,
estupido momento
persistir a angustia mais um gole,
faz se arrepender sob as horas perdidas,
fica bocejares o tito das madrugadas
até quando aguentar,
aurora e seus de repente amores,
que rotulam divórcios e bebedeiras
as inversões do destino...
titubear sobre as sombras
sobras num copo quente de cerveja,
sequencias translucida
num disco de compaixão...
um presente sobre o paira
a fumaça dispersa num lista
que torna atraente num recipiente
curvas que magoam quando terminam.
torna se agradável se deliciar...
num jeito notar que balbuciam
tantos relatos de um lembrança perfeita.
o melhor sempre está por vir...
ainda deseja outra noite...
surgi o gaz num privilegio,
tantos motivos do nada para o nada.
se arrasta pela sarjeta...
e passa se outra roupa
para se ter outra noite...
propensão divina do medo...
lábios secos no auge,
emoções da paralisia seus olhos mortos,
num espaço do tempo...
mais um gole de satisfação...
insegurança no caos da mente,
sem distinção tantos traumas
o drama da ressaca,
outro grupo que dispõem
vultos do abandono mais um motivo,
laços da madrugada,
sussurros repassados da velha canção
seria longe os caminhos mais perto
que dias de domingo adiverte a sobras
na medida que passa a semana...
a conta marca é lembrada,
no almoço tudo revira,
nas sombras o sono que chama
angustia que se quebra nas curvas do seu corpo.
