Vaidades

Cerca de 302 frases e pensamentos: Vaidades

Deus não se afastou do coração humano,
foi o homem que o preencheu de ruídos,
de vaidades e distrações
e já não há silêncio para ouvir o divino.

Como a vida é bela,
Uma feira de vaidades,
Com vitrines de aparência,
Cheia de entretenimento barato.

O último prego do caixão,
Da existência intelectual,
Cérebros atrofiados,
Regresso, vestido de progresso.

Cedados pela dopamina,
Esperando a próxima notificação
Sem se importar com o peso do grilhão,
A forma mais degradante da escravidão.

Ó mundo belo, povo lindo,
mãe natureza, mãe perfeita,
destino sensato, destino exato,
bela humanidade, livre na cidade.

Como é bela, essa ilusão,
o homem, já não escolhe sua vida,
condenado a ser um ator, a representa-la,
decorando falas, cumprindo a missão.

Por conveniência ou medo,
fingi que o roteiro é seu,
tantos anos fingindo,
não sabe que mente

O homem, na sua rotina,
já não escolhe, perdeu a direção,
apenas atua na pantomima,
encenando vidas, esquecendo sua paixão.

O que sustenta as vaidades humana, é a própria sociedade em sua organização separatista e narcisista que faz esquecer a humanidade!

⁠10

10
De vez
10 verdades
E desta vez,
Sem vaidades
Te amo sem limites
Porque 10 vezes o meu amor
Igual cem beijos sensíveis

E 10,
Desta vez
10 verdades
Te amo
Te amo muito
Te amo com tudo
Te amo por tudo
Te amo como criança
Te amo na saúde e na doença
Te amo como problema
Te amo com elegância
Te amo com toda importância
Te amo de vez!

Se 10
Tudo para mim
Farei valer este amor de vez
E desta vez,
Sem tentar
Só praticar
De vez

Nos bastidores... Sem as sombras do brilho da evidência

Revisito-me na nudez das minhas vaidades

Visto-me das minhas verdades empoeiradas, há tanto abandonadas

Para me encobrir em véus de ilusões que enfeitavam minha aparente realidade

E agora, despida de tantas sombras, e em mim recolhida

Resgato minhas verdades empoeiradas, quase esquecidas, e me visto de mim mesma.



O valor da vida estão nos pequenos detalhes
A vida é muito curta pra perder tempo com vaidades
Eu valorizo o que tenho sem precisar pisar em ninguém
Pois a vida é passageira pra se gastar com o que não convém.⁠

Exercitar tolerância para com as vaidades humanas é tão somente deixar que acreditem que acreditamos no que querem que acreditemos! Não nos cabe expor ou contestar as imagens projetadas por outrem.

Melhor não fazer nada,
Do que perder-se em vaidades fugazes,
Pois no nada que se escolhe, há essência,
E na pausa, a força de ser inteiro.


Então se não a o que fazer
Então é melhor não fazer nada.

Gloriosa é a morte,
que cala egos, apaga vaidades e recicla idiotas.

A BÊNÇÃO E O CASTIGO DA LUCIDEZ


Viver sem fantasia é ver o mundo sem vaidades e sentimentalismo.


É existir sem o consolo das imagens mentais,sem os espelhos do passado,
sem o teatro das lembranças e seus ideais inalcançáveis de futuro.


Caminho entre silêncio e fatos, presente e gratidão.


Não sonho.
Não recordo.
Reconheço.
A realidade me atravessa crua.
Sem filtros.
Sem refúgio.


Chamam de deficiência o que é clareza.
Chamam de vazio o que é consciência.
O mundo vive do que inventa para suportar o império restrito da hiperfantasia de poucos egoístas.


Eu sobrevivo do que é real.


Ser lúcido é morar entre abismos.
É saber demais e sentir o necessário.
É compreender o todo e ainda carregar o silêncio ao observar o absurdo.


A solidão é real, mas também é o preço da verdade.Quem vê sem ilusão sustenta o peso do céu com as próprias mãos.


A lucidez é um exílio.


Mas é também o lugar da liberdade.
Abençoado quem suporta ver o mundo como ele é e ainda escolhe não se corromper.


Que se entrega ao dever do bem não sofre nas mãos do egoísta vaidoso.

Nem esse planeta é eterno, quem dirá as vaidades.

O Triunfo de uma Estrela — Sabrina M. Augusto
Num mundo de sombras, vaidades e falsidades,
onde a inveja vigia e a maldade espia,
ergue-se uma alma de brilho augusto:
força e ternura — Sabrina M. Augusto.
Por trilhas de espinhos que o tempo traçou,
sua essência jamais se ajoelhou.
Mesmo sob golpes de um juízo injusto,
venceu com nobreza Sabrina M. Augusto.
Enfermeira de mãos que devolvem razão,
onde o pulso se cala, renasce a canção.
Se a vida vacila, ela paga o custo:
sopro divino em Sabrina M. Augusto.
Das crianças esquecidas nasceu o primeiro amor,
sorrisos pequenos curando antiga dor.
Dos bichos e plantas, cuidado robusto
habita o peito de Sabrina M. Augusto.
Ouvinte sensível, de conselhos fiéis,
enxerga verdades além dos papéis.
Cresce com ética, sem truque ou susto,
pois honra é caminho de Sabrina M. Augusto.
Se a origem foi dura e a perda foi tamanha,
na falta materna que a alma acompanha,
o Criador, justo, mudou-lhe o arbusto
e ofertou novo colo a Sabrina Augusto.
Quando a mãe Rosa não pôde ficar,
um anjo na Terra veio para amar.
De mãos de ternura e amor por inteiro,
surgiu Cacilda Sarah de Oliveira.
Sem letras nos livros, mas sábia na vida,
fez da educação sua causa erguida.
Criou como filha, com luz verdadeira,
semeando eternidade: Cacilda Sarah de Oliveira.
Hoje repousa nos braços do Pai Celestial, no além,
pois quem planta o amor colhe o bem que vem.
Deixou seu legado, firme e certeiro,
guardiã de Sabrina — Cacilda Sarah de Oliveira.
Sabrina, prossiga: tua fé é teu norte.
DEUS te sustenta, te faz grande e forte.
Que o mundo reconheça teu brilho augusto,
pois o céu caminha com Sabrina Mendonça Augusto.

As vaidades...
Elas estão sempre a espreita...
Prontas a nos corromper...
Não possuem nenhum valor de fato.
Mas são tentadoras...

Entre taças e vaidades, a sociedade esconde sua mossa — pequena no rosto, enorme no caráter.

Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.

Bíblia Sagrada
Eclesiastes 1:2.

Não se prenda às vaidades, erros, vícios, ignorância, preconceitos ou paixões.
Esteja sempre em mudança, em aperfeiçoamento. Evolua!
Seja um vencedor.
Viva o hoje, e o amanhã virá!

“Nem toda luz que exibimos vem da alma; algumas claridades ainda são vaidades procurando reconhecimento.”
Do livro O Espelho da Alma Livre — Amor, Consciência e Dissolução do Ego no Silêncio Divino, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

Em volta da enorme fogueira de vaidades, quadrilhas dançam, padres fakes celebram casamentos políticos e pamonhas rezam para pneus!

E quando o vento da história sopra,
Levando embora folhas e vaidades,
Fica de pé apenas o que foi plantado
Nas raízes profundas da verdade.

Caminhamos no próprio caos...
Na ilha que habitamos o sonho apenas mergulha no oceano de vaidades....
Somos máquinas dos fatos dominam nossas mentes...
Dentro das crônicas a inteligência artificial é o espelho negro da existência contemporânea, homens Dentro do mundo digital servido a outros homens,
A ilha tem contraste de solidão e incompreensão e resiliência daqueles que ousam ser crítico num silêncio da alienação.