Uma Cidade Chamada Felicidade
O dinheiro não traz felicidade, Mas o dinheiro é uma fonte para se manter sustentável e saudável.
Assim a felicidade vem por meio de nós.
Defendo que há maior facilidade em encontrar a felicidade se se tiver uma vida instável onde exista maior esforço e dedicação, do que uma vida básica com uma rotina repetitiva e mais estável
A vida é uma busca incansável e sedenta por Amor, Dinheiro e Felicidade, busca essa que nos leva à tristeza, à miséria e, em seguida, à morte.
É excepcional quando existe a sinceridade de uma amizade entre duas ou mais mulheres, a felicidade de poder vibrar e se alegrar quando uma amiga vence, alcança a vitória e faz a sua estrela brilhar nesta imensidão de constelação de estrelas que todas nós somos.
A felicidade é uma semente que está em si e não nos outros...
Portanto, regue-a e deixe-a germinar.
Para muitas coisas, prefira viver na inocência, pois ela é uma das portas da felicidade,
Viver o momento é inocência,
viver sem o passado é inocência,
viver sem conclusões é inocência,
funcionar a partir do estado de não saber é inocência.
Saiba que, no momento em que você funciona a partir desse imenso silêncio, você não é sobrecarregado/a por qualquer passado, se você ter essa experiência vais conhecer a beleza da vida!
Quem abençoa com o coração puro experimenta uma felicidade que supera qualquer bênção que o universo possa lhe conceder.
"A felicidade não é um destino a ser alcançado, mas sim uma jornada de autodescoberta e aceitação, encontrada nos momentos mais simples da vida."
A felicidade é uma fase permanente quando aceitamos que ela depende somente de cada um de nós mesmos.
Sou feliz no que considero uma felicidade autêntica. Abrigo um complexo modo de ser que não cabe em mim, talvez porque seja imaginação e não haja nem caiba plenas certezas nisso. Somos e nos fazemos no caminho.
E o que chamei espinhos é o que melhor me enfeita. De que vale uma vida sem sacrifícios? Quando de nós todos os pedaços se partirem, ficaremos alma. Essa parte indivisível é a certeza do que sou. Nela; minhas asas.
A Dança da Felicidade
Na vida, a felicidade se apresenta de diversas formas, como uma dança que nos envolve e nos faz sentir vivos. É como se cada momento de alegria fosse um passo nessa coreografia da existência, onde os sorrisos são os movimentos que embalam nossos dias.
A felicidade pode ser encontrada nas pequenas coisas: no calor do sol acariciando a pele em uma manhã tranquila, no abraço apertado de um amigo querido, ou no sabor do café quente em uma tarde chuvosa. São esses instantes simples que nos lembram que a felicidade está sempre ao nosso redor, esperando para ser notada e apreciada.
Mas a felicidade também pode ser desafiadora. Às vezes, ela se esconde por trás das nuvens escuras da tristeza e da incerteza, exigindo de nós coragem e perseverança para dançar mesmo nos momentos difíceis. É nesses momentos de superação que descobrimos a verdadeira força da nossa alma e a capacidade de encontrar alegria mesmo nas adversidades.
Assim, a felicidade se revela como uma jornada interior, um constante equilíbrio entre os altos e baixos da vida. Cabe a nós aprender a dançar essa dança com leveza no coração e gratidão pela oportunidade de experimentar cada passo desse magnífico espetáculo chamado existência.
Que possamos dançar a dança da felicidade com graciosidade e sabedoria, celebrando cada momento como uma dádiva preciosa que enriquece nossa alma e ilumina nosso caminho.
A felicidade ou a tristeza não são destinos, são apenas trechos da nossa jornada, logo tanto uma, quanto a outra, passam.
Dinheiro por si só não garante felicidade, mas uma pessoa verdadeiramente feliz pode criar grande riqueza. Afinal, todos possuímos um potencial inexplorado de abundância, apenas aguardando para ser revelado. É por isso que a revelação mais impactante é que a felicidade não é algo a ser encontrado, mas algo que já reside profundamente em cada um de nós.
Que mude o ano, o mês, o dia, mas não os motivos de transformar a vida em uma felicidade constante.
A felicidade, assim como a tristeza, é um estado de espírito; uma é nada mais que a ausência da outra, e ambas nos visitam vez em quando.
Busco, agora, uma pausa para um alento, uma esperança.
Quero crer que é possível a felicidade, ainda que passageira.
Olho para longe, até onde a vista alcança,
Procuro a alegria p'ra companheira.
Mas tantos montes, infinitas montanhas
Me anuviam a visão,
Criam ilusões, artimanhas,
De que ser feliz não é possível, não.
Mas eu, teimosa e arrogante
Fecho e abro os olhos repetidamente,
Buscando ver ainda mais adiante
Do que permite minha descrente mente.
Tento ver com a alma, esta guardiã,
Tão mais profunda que a mente,
Mas a busca parece ser vã,
Mas não desisto, oh, mente inclemente!
Aí procuro lá, bem no fundo da alma,
Nas lembranças da alegria de outrora,
Aquele sensação de paz, de calma,
Aquela consciência de que pra tudo tem uma hora.
Respiro fundo, ouço com atenção,
O som do vento, o cheiro da noite que chegou,
Tão piedosa, sem nenhum sermão,
Me acolhe assim, me recebe como sou.
Me enveredo por suas entranhas,
Me torno parte dela e, logo cedo,
Me misturo também ao dia, sem barganhas,
É isso, este é o enredo.
Percebo, então, que sou parte, não o todo,
Desta complexa existência.
Mas há beleza sim, sem engodo,
Em pertencer, sem ser toda a essência.
E neste argumento, enxergo finalmente
Que não posso mudar o imutável
Só posso me amoldar a ele, meramente,
Aconchegar-me, fazê-lo aceitável.
Então a esperança poderá renascer da humildade,
Da crença de que para nada servirá a tristeza,
De que, já que cheguei aqui nesta solenidade,
Vou fazer o meu discurso, com certeza.
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