Um Poema para as Maes Drummond
A questão é que pra mim, existiam regras pra assuntos do coração, que essas coisas levavam um tempo, em geral um tempão, mas para Deus nada é impossível.
Um olhar cândido de ternura em si refrigera me a alma e me convida a viajar nos sonhos com mais de mil de doces palavras.
Ao encontrar um amor é possível não reconhecer o que é de fato.
Estamos acostumados a paixões fugidias, então talvez possamos deixar algo tão sublime escapar por entre nossas mãos.
Ser poeta está muito além de escrever palavras bonitas em um papel.É preciso respirar aquilo que se escreve.Um poeta que não respira poesia não é poeta, é apenas mais um babaca tentando tirar onda.
A vida é delimitada,ela apresenta um início e um fim,o tempo é apressado e nós estamos aqui,neste mundo,perdendo cada segundo valioso com problemas e frustrações nos quais um dia iremos olhar para trás e simplesmente rir,pois iremos nos tocar que cada experiencia é uma porta para um novo recomeço.
"Felicidade é o ponto..."
A que ponto chegamos! E é preciso um ponto de exclamação para definir o lugar a que chegamos. Nada vale mais do que um ponto quando este ponto é um ponto final. Mas afinal, qual é o ponto da questão: “felicidade é o ponto...”? Ou seria uma vírgula, indicando que a felicidade é uma pausa, um pequeno intervalo entre: a dor e a dúvida? Ou seria um ponto e vírgula, acalentando a alma com a amplitude da pausa, numa espécie de férias prolongadas? É! Mas há aqueles que acreditam, fielmente, que a felicidade é um ponto, um ponto final. Feliz então... É quem dá ao corpo um ponto final e reticências para alma. Sim... A alma é infinita. Há sempre algo a ser: dito, descoberto e entendido. A alma não se fecha em um ponto final... A alma é um universo em infinita expansão.
Suspirou profundamente. Havia um cheiro estranho no ar, a zumbir nos estertores da madrugada. Os quilómetros que correra tinham-lhe causado dores no peito. Talvez tivesse exagerado. Pensou em adquirir umas sapatilhas novas. Desatou o cabelo e fechou os olhos húmidos, reprimindo as lágrimas. Engoliu-as uma a uma, até ficar com os olhos secos. As suas emoções haviam-se descontrolado por completo. Horas atrás. Dias atrás. Fechou a mente e apoiou as palmas das mãos nos joelhos, tentando respirar pausadamente, ao ritmo certo dos pulmões. Fazer com que as pessoas a odiassem era fácil. Conseguir que o homem, a quem amava profundamente, a desprezasse ainda mais, era fácil. Difícil era lidar com as ondas que a percorriam dentro de si. Buscava forças dentro dos pleonasmos mais densos do coração, porque já havia tentado todas as estratégias que sabia, para esquecer. Era vital rapar o fundo do poço, dececionar, fazer e dizer coisas que não eram de si, até não restar mais nada e chegar à dor aguda, àquela que a rasgaria por completo, para depois a curar. Deixar doer até não suportar a própria dor, até algo se romper dentro dela. Sabia disso por experiência própria. Sabia exatamente qual era a sua posição. Olhou para cima, centrando o azul dos seus olhos no azul do céu, e o seu rosto suavizou-se. “Quando chegar a chuva”, pensou. Talvez, algures, o silêncio do lugar em que se encontrava, sempre delicado, lhe trouxesse a resposta da sua infância, nas asas leves e perfumadas das flores silvestres que a seus pés cresciam em abundância.
Não vai ser uma boa bicicleta que vai te fazer um bom ciclista, mais pelo seu treino, esforço e nunca desistir.
É por um sincero e inocente “coração de criança” que um corrompido coração pecador encontra o caminho correto.
Tenho um desejo simples e tão singelo quanto as flores: que nosso amor permaneça criança correndo entre girassóis.
¿ Será que vale a pena macular a consciência, um bem personalíssimo, de valor eterno, espiritual, por um bem material, de valor limitado, por maior que seja?
Não é um crime recomeçar
Toda alma precisa ser alimentada de sonho, amizade verdadeira e paz, paz, paz.
Não é apenas um sonho, são desejos de viver algo maior, onde minha alma vive e meu corpo e viverá só basta acreditar.
Que a cada manhã eu seja como um vaso novo nas mãos do oleiro.
Com a capacidade de ser transformado, reformado, restaurado a cada situação.
As vezes um sorriso bobo me enche até de esperança , em um mundo onde já se perdeu até a graça de ser criança .
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