Um Poema para as Maes Drummond
A fresta de deixar entrar, olha que eu nem tava ali, só soube de tudo pelo que ouvi, deitado um homem sozinho com seus travesseiros, uma viola pra tocar e um matulão parado no armario me pedindo rua a me esperar.
Vivemos em um mundo grande, bonito, despido para tudo e todos, contudo, sofrido, mal cuidado e destruído, pelos “cegos” que não querem ver, “surdos” que não querem ouvir, “mudos” que não querem falar, “anosmáticos” que não querem cheirar; os “CEGOS” que veem os sofrimentos de todos , possui o poder da mudança, mas não querem mudar, “SURDOS” que deixam de ouvir a voz da razão, do correto, e permanece no erro em meio à destruição, “MUDOS” que por muitas vezes decidem ficar calados nos momentos de escancarar, falar, expressar em uma só voz, a voz de todos, mas se calam, omitindo-se à verdade, “ANOSMÁTICOS” que buscam a destruição do mais puro cheiro das rosas, da brisa lançada de uma linda floresta à uma grande multidão, do mais puro ar, que a cada inspirar e expirar, nos faz viver, mas, contudo, permanecem para devastar, desmatar, queimar e apagar tudo e todos que nesse mundo vivem a sonhar em um dia acordar em um mundo grande, bonito e despido para tudo e todos, sendo retribuído por tudo que ele nos veio a ofertar.
Não precisamos estar perto fisicamente, para estarmos perto de coração. Um fator independe do outro para acontecer.
Que tempo estamos, se o que era bom ficou nas páginas escuras e amassadas, ou fazem parte de um tempo que não volta mais.
Tentar ser o que as pessoas esperam que você seja é igual um labirinto sem saída, você caminha e caminha, mas não chega a lugar algum.
As dores corporais e um sinal de alerta, de que algo não vai bem. O corpo e uma máquina e precisa estar totalmente saudavel para operar em perfeita harmonia.
Podem até dizerem e pensarem que não, mas um homem só se tornará completo quando encontrar a metade da mulher que também o procura!
Um estado de emergência num Estado sem condições básica de sobrevivência das famílias, sair a rua em busca de alimentação é de extrema urgência!
Um dia a tempestade chegará até no sertão mais seco e não vos assuste, apenas abra os braços e se encharque.
Subiu mais um degrau parabéns, agora esqueça o que você teve que deixar pra trás e conte o que ficou.
Bom agora não pare você já começou já está fazendo sacrifícios então continue depois quando estiver mais alto e pensar se vale a pena sacrificar tudo isso lembre-se se desistir a resposta é sim caso contrário verá a resposta
Nada adianta , um homem bonito e alinhado, se não possui inteligência suficiente, para conquistar o coração de uma mulher.
Está aí um fato inegável: preconceito não traz felicidade à criança, mas uma criação cercada de carinho e respeito sim.
Todos temos dentro de nós; Um juiz, um crítico, um médico, um louco, um pacificador, um anarquista e principalmente o DIREITO DE ESCOLHA!
Já fazia um tempo e de um tempo pra cá , tudo mudou rápido demais mesmo assim sempre correndo atrás, o vento que sopra do outro lado do rio ,bem frio me recorda um tempo atrás onde tudo era bom demais sem saber que aquela cena acaba o som do vento traZ a lembrança do tempo de muleque onde era mais fácil se sentir vivo, tudo isso do outro lado do rio.
Sobre essa brincadeira criminosa do bullying. Lembrei de um episódio acontecido quando eu era menino o dos Ricardos. Um deles , inclusive, totalmente careca de nascenca, a personificação do bullying, mas, mesmo assim não se tocava, mas, não é neles que eu quero me deter, havia a Margarida a bulinada. Pois bem na hora que a professora Silvia saiu da sala para ir ao banheiro ficaram mexendo com essa moça se aproveitando da ausência da mestra, subitamente Margarida que não era de agora que sofria o assedio moral (outra expressao que nao existia na epoca) levantou-se da cadeira desesperada, pegou a garrafinha de K'suco de sua lancherinha, e começou a sacudir neles aos gritos e prantos e foi K'suco pra tudo que é lado, inclusive no quadro negro, manchando-o. Foi bem nessa hora que dona Silvia chegou e perguntou, assustada, parada na porta: "- Quer isso Margarida!" Margarida explicou incontida: " - Foi por causa deles" apontando pros Ricardos. Dona Silvia disse, pra minha surpresa, com rispidez: - "Margarida! Pegue um balde no banheiro, encha d'agua, traga um pano e limpe o quadro, agora!" E assim ela o fez na frente de todos e ainda teve de presenciar dona Silvia passar a mão na cabeça dos anjinhos Ricardos , condenando-a: "Ela que não sabe brincar!" Era a mentalidade da época. Achei certo não. Foi assim que geraram o terrorista de Realenfo e os assassinos de Suzano, pegaram em bomba! Ou como se diz, popularnente: "a desgraca de um doido é outro doido na porta". Alguns disseram a TV depois que era por um motivo fútil, que não era pra tanto, que todo mundo passou por esse tipo de coisa e nao sairam matando, mas, cada um reage de uma maneira, e vamos ver o tipo de brincadeiras sofridas, sem querer justicar, logicamente.
Enquanto houver um suspiro haverá esperança. Ela só acaba definitivamente, no cessar da vida humana.
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