Um Navio está...
Sou um navio cansado, que lotou contra fortes mares e ventanias. Mas, ainda há uma ou duas velas que levam.
Para um navio, não existe paisagem mais esplêndida do que o oceano à sua frente, esperando para ser navegado. Mas o navio só poderá partir se levantar âncoras...
SEM ANCORA
Na beira do cais...
Um olhar sem distancia
um navio sem ancora
... Atracam sob as asas da saudade
e voam sobre o ar,
da infinita esperança.
Antonio Montes
Sou um navio de sentimentos sempre em partida, quase nunca em chegada. Que prefere as tempestades dos sentimentos e das palavras, do que a mediocridade das águas calma do não sentir.
Estava a sonhar
Quando deparei com um navio sem o mar
E o luaceiro sem brilhar
Que sentido faz viver e não amar
E está e não adorar
Quero amar e viver o meu adorar...
RESGATA-ME SENHOR...
Estou como um navio quem busca de um porto seguro as tempestades o arrasta deixando-o a deriva perdido na escuridão,..Senhor assuma o comando da minha vida!!!....
"lamentar um sentimento, é como pular de um navio num mar sombrio, além de correr o risco de se afogar, você pode até nunca mais volta a terra firme."
Deus faz uma Jangada ter mais direção no mar, do que um Grande Navio cargueiro num oceano.
O que você carrega na sua jangada com Deus tem mais valor do que milhões de containers do Cargueiro.
Quando a embarcação deles afundarem a sua jangada já estará em porto seguro.
Um navio é cercado pelas águas do oceano, mas não afunda enquanto a água não entrar no casco. Da mesma forma, as coisas ruins que nos cercam só podem nos atingir se permitirmos que invadam o nosso interior.
Ó minha querida!
Ó meu amor!
O que tanto te maltrata e te traz tanta dor?
Como um navio perdido em um mar sem farol,
Você se perde em um oceano choroso e eu te puxo pelo anzol.
Sabes que a culpa não é minha, nem tua,
É culpa do ser que te deixa na mágoa mútua
(-E te larga a toa)
Maldito seja aquele que magoa meu amor,
Minha menina,
Minha menina que fica sozinha
E se deixa levar pela noite azinha.
Minha menina é fria e de pele neve,
É bela e serena
É a minha menina,
Minha querida, meu amor.
Qual embarcação sem timoneiro é a operação sem a tática. Tal navio sem um capitão e seus mapas é a tática sem estratégia: condenado está à imensidão dos mares.
No alto mar, o navio petroleiro
Com seu casco robusto e imponente,
E em suas águas um profissional tripulante de moços de convés,
Que enfrentam desafios com bravura e coragem ardente.
A bordo deste navio, a vida é intensa,
Com trabalho duro e dedicação,
Mas estes profissional tripulante de moços de convés
Enfrentam a jornada com resiliência e determinação.
Eles lidam com tempestades e mares bravios,
Com o sol escaldante ou o frio cortante,
Mas mesmo quando a luta parece impossível,
Não se rendem, continuam adiante.
Esses jovens são a alma do navio,
São a força que move a embarcação,
Com sua disciplina e esforço,
Fazem a diferença, mostram sua dedicação.
E assim, com o vento nos cabelos,
E o mar revolto a se agitar,
Esses moços de convés mostram,
Que qualquer desafio é possível superar.
Então, se você se sente desanimado,
E acredita que nada pode mudar,
Lembre-se desses bravos jovens,
E siga em frente, sem jamais desanimar.
Pois como o navio petroleiro,
Que enfrenta os mares mais violentos,
Com determinação e coragem,
Você também pode superar todos os momentos
Em um mar tempestuoso de emoções inconstantes
Sou lançado como um navio no oceano
Eu ajustei o curso para os ventos da sorte
Mas eu ouço as vozes dizerem
Siga em frente, meu filho rebelde
Não importa se você escolheu ser um navio em alto mar, ou o farol que guia o navio, o importante é ser útil a quem precisar de você. Se você escolher ser um navio, conduza com paciência e prudência, e se escolher ser um farol, guie com sabedoria.
QUEM SÃO?
Há muitos e muitos anos, um poeta revoltado
Escreveu Navio Negreiro, pois estava indignado
Com o povo que emprestava a bandeira para cobrir
A infâmia e a covardia que se viam por aqui!
E no palco da cidade, ao som do toque do tambor
Ouvia-se o poeta clamando ao Nosso Senhor:
“Senhor Deus dos desgraçados!
dizei-me vós, Senhor Deus!
Se é loucura...ou se é verdade,
tanto horror perante os céus?!”
Quem são estes miseráveis sem acesso a habitação?
Nas praças, sob as marquises
Buscam no lixo seu pão
Quem são? E de onde vieram?
Quem são? E por que miseram?
Quem são? E o que fizeram
Para tal condenação?
Quem são estes que, transportados, piores do que gados, vão?
Subempregados, suburbanos, exaustos na condução
Sem ter moradia digna, nem acesso à educação
Sem saneamento básico, com parca alimentação
Quem são estes cidadãos?
Quem são? Quem são? Quem são?
Tantos anos se passaram, mas tão pouca evolução
Ainda se usa a bandeira para encobrir a inação!
E no centro da cidade, ao som do toque do tambor
Ressoa a voz do poeta, clamando ao Nosso Senhor:
“Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se eu deliro...ou se é verdade,
tanto horror perante os céus?!”
