Um Navio está...
IDEIA DE PARAÍSO
Um Jardineiro e uma Compositora estão viajando em um navio de cruzeiro. De repente, os dois começam a conversar sobre obras de artes, ela então pergunta:
– Você é feliz?
– Acho que, de alguma forma, todos somos – responde ele. – Eu não fico rindo o dia todo como um idiota se é o que quer dizer. E você é feliz?
Ela prontamente responde:
– Sim, estou sempre feliz, a não ser que me aborreçam.
– Graças a Deus sou um Homem livre! O que eu quero, o que eu penso e o que eu faço combina comigo perfeitamente. Na verdade, é a minha ideia de paraíso. E qual a sua ideia de paraíso?
– Ser eu mesma, é isso que eu quero, viajar, conhecer outras culturas, eu só quero me divertir, é a minha ideia de paraíso.
– Adoro a forma como você sorrir pra mim – diz ele, surpreso ao notar que ambos se combinam. – A maneira como você fala comigo me fascina, sabia disso?
Ela carinhosamente responde enquanto observa nele uma expressão serena:
– Eu quero viver, eu sou uma Mulher e não me arrisco a passar por baixo dos pés dos cegos, se isso significa que eu não sou uma dama, então eu não sou uma dama, pelo menos sou honesta.
– Você é diferente, sem dúvida que é, pra mim você é mais que uma dama, e eu posso jurar...
NÃO BASTA APENAS VIVER PARA SEMPRE
Um Homem e uma Mulher conversam a bordo de um navio mar adentro. Assim que o navio desaparece no horizonte, ela pergunta:
— O que foi? Você viu tudo, fez tudo, sobreviveu, é o jogo, não é?
— Não basta apenas viver para sempre, meu amor. O jogo é: saber conviver consigo para sempre.
— E a minha mamãe?
— Ela estará aqui.
Um navio pode perder tudo durante uma viagem, exceto sua tripulação. Cada papel é importante para superar o horizonte.
Bússola…
Imagine que a vida é como um grande navio navegando em alto-mar. Cada um de nós tem uma bússola interna, calibrada com nossos valores e princípios, que nos guia através das tempestades e calmarias.
Se começarmos a seguir a direção indicada por bússolas de outros navios, que apontam para polos diferentes dos nossos, corremos o risco de nos perder em águas desconhecidas e perigosas.
Assim como um capitão que confia na sua própria bússola, devemos ouvir apenas aqueles cuja direção ressoe com a nossa essência. Afinal, não é sobre a rota que os outros traçam, mas sobre a jornada que escolhemos fazer.
Toda mãe protege e guia seus filhos à procura da calmaria como um navio em alto mar, sem âncora e sem bússola, até passar toda a tempestade.
Um timoneiro inexperiente pode levar o navio a bancarrota.
Não é a mesma coisa que votar num candidato que não conhece política, para dirigir o país?
Quem não se abala diante das ameaças e das falsidades
a sua confiança é como um navio ancorado em alto mar.
Sou um navio antigo e eficiente, e quem vem a bordo não tem controle nenhum sobre ele, pois navega sob leis divinas e de acordo com as correntes maritimas da espiritualidade superior e do destino Supremo.
Lucius disse a um Psicólogo:
Minha mente tem sido como um navio quase à deriva, enfrentando intensas tempestades com ondas super gigantes! Redemoinhos, tufões, chuvas torrenciais, têm sido o que meu "barco" está a enfrentar. Porém, não nego, navego com arpão nas mãos, com vontade de matar tubarões. É uma mescla de medo, emoção, prazer, desgostoso e repugnância pelos "mares". Mas sigo em frente, nesse imenso turbilhão. Quando irei parar? Não sei! Só sei que prossigo. Ora com medo e ora com garra, na vontade de destruição total. Prossigo sempre avante. Talvez o medo do desconhecido me mantém vivo. Mas temo mesmo, perder o medo. Porque aí sei que perdendo o medo, é que irei morrer. Mas também poderei morrer, mesmo sentindo o medo que me mantém vivo diante da Morte.
Então tenho mesmo, é que está pronto a MORRER.
Às 10:57 in 13.05.2025”
Um navio saiu voando e furou os quatro pneus. Quantas melancias cabem dentro de um botijão de gás?
R.: Nenhuma, porque banana não tem caroço!
PARALELEPÍPEDO
Escrevo um poema num caroço de arroz,
Escrevo teu nome no meu navio de papel,
Onde navega um paralelepípedo apaixonado,
Jack sparrow e seus asseclas em busca de aventuras
E tesouros inimagináveis nalguma ilha misteriosa...
As lembranças mais doces que eu tinha,
Rimavam com jiló
Hoje sou um pirata pirado nesse mar imenso,
Nos pergaminhos das minhas saudades
Escrevo o silencio das minhas agruras,
Bando de surdos e mudos fazendo muito barulho,
Conversando sobre maremotos e temporais,
No triângulo das bermudas
Femeeiro mencionando transas’ memoráveis,
Escravos em fuga para um quilombo,
Na terra do nunca e do nada,
O meu poema no caroço de arroz,
Menciona uma noite clara,
Uma clara manhã, uma tarde clara,
Uma claridade vinda de santa clara,
Vinda de santa Clareana, com seus cabelos de fogo,
Com seus cabelos azul turquesa,
Com seus cabelos de turmalinas,
Com seus cabelos negros como a asa da graúna
E nesse oceano tem esquadras armadas,
Submarinos nucleares, cruzadores e porta-aviões,
E o meu barquinho de jornal,
Veleja incólume nessa incongruência,
Este paralelepípedo...
Esse mar imenso, piratas...
Servimos o amor como um verdadeiro comandante de um navio, que por amor ao cumprimento da sua nobre função, prefere naufragar entregue a sua paixão.
A maturidade é como o fogo
das caldeiras
de um grande navio,
que, pra continuar aceso,
deve ser continuamente alimentado
com aquelas máquinas
num movimentoconstante
queimando carvão
como deve ser o amadurecimento
que aprendizado consome,
pra que a embarcação
possa seguirseu trajeto
e enfrentar os possíveis desagrados,
não é certo pensar que ficaremos amadurecidos por completo
e nem que o roteiro será encurtado,
muito pelo contrário,
estamos sempre amadurecendo,
cada um no seu nó adequado.
"O ato de procrastinar atua em nossa mente como uma ÂNCORA para um navio. Nos mantêm preso no mesmo lugar, limitando nossos movimentos e sugando nossas energias."
"A sorte é o vento que impulsiona o navio da vida; nossos esforços, meros remos em um vasto oceano."
Somos como um navio em que os detritos do mar vão se grudando, em meio ao muito navegar. De tempos em tempos é preciso que o casco seja rasgado, para voltar de novo a deslizar suave pelas águas. (...) É preciso esquecer para poder ver com clareza. É preciso esquecer para que os olhos possam ver a beleza.
