Um Estranho Impar Poesia
Acreditar na sua capacidade de mudar é um passo essencial para aumentar a sua autoestima e realizar seus ideais.
Não posso dar-me ao luxo da política. Numa ocasião, fiquei cinco minutos a escutar um político e morreu-me um velhinho em Calcutá.
Começo dezembro com um sorriso no rosto. Com a alegria de que um novo ano vem por aí e que sensações novas surgirão. Novos amores, novas amizades, novos sentimentos. Esqueça os problemas passados, esqueça aquele seu ex namorado que tanto te fez sofrer esse ano, esqueça aquela amiga falsa que te decepcionou, esqueça as notas ruins e o esforço em vão, esqueça as brigas com seus pais, os ciúmes desgastantes e o ódio que corrói. Preencha seu coração com sentimentos bons, abra seus braços e abrace esse novo ano. Essa nova oportunidade de fazer tudo dar certo. Porque fazer o certo… Só depende de você.
O que conta para fazer um casamento feliz não é tanto quanto você é compatível, mas como você lida com a incompatibilidade.
Eu vejo-me como um ser humano sensível e inteligente, mas com um coração de palhaço que me obriga a estragar tudo nos momentos mais importantes.
Que o fato de eu ter passado os últimos dez meses considerando seriamente essa proposta seja um testemunho de como eu amo desesperadamente esse cara.
Lanternas japonesas são um símbolo de deixar o passado para trás. Bem, novidade: Não somos japoneses.
Viva com alegria, sem culpa, viva totalmente, viva intensamente. E então o céu não é mais um conceito metafísico, é sua própria experiência.
Não quero amar mais ninguém, prefiro me considerar um psicopata e usar as pessoas a beneficio próprio... dói menos!
Uma consciência culpada é o maior tesouro de um ser humano. Quem foge dela corre direto para o lixo.
“Não há um modelo a ser seguido para alcançar a felicidade. Existe a felicidade das crianças, que brincam esquecidas de si mesmas, ou dos apaixonados. Tudo isso é muito bonito. Mas, nesse sentido, realização não é felicidade. É estar em harmonia com a grandeza, mas também com o sofrimento e com a morte. Isso possibilita um reconhecimento profundo, dá peso e serenidade. É algo bem tranqüilo. É a felicidade como conquista. E não tem a ver com ficar esquecido. Tem a ver com a força interior.
Roubar, não resta dúvida, é um crime, e é próprio de quem não tem nenhuma educação. Mas como a maioria das coisas que faz quem não tem nenhuma educação, é desculpável dependendo das circunstâncias. Roubar não é desculpável, por exemplo, se a pessoa está num museu, resolve que um determinado quadro ficaria melhor em sua casa e simplesmente leva o quadro para casa. Mas se a pessoa está morrendo de fome e não tem outro meio de conseguir dinheiro, é desculpável que ela leve o quadro para casa e o coma.
Às vezes os ventos de tempestade sopram com tanta força que um homem não tem alternativa exceto guardar as velas.
Há muito o que se aprender com gatos. Se você se afasta de um gato, ele pula de volta para seu colo. Se você quiser pega-lo, aí ele foge de você.
Um dia a gente cansa de bater na porta que não quer abrir, e prefere pular uma janela que já estava aberta.
A meditação nada mais é do que pegar um microscópio e observar bem de perto os padrões racionais que acontecem dentro da gente.
Não devemos deixar passar um dia sem agradecer a Deus por Sua misericórdia e graça para nós em Jesus Cristo.
Tudo nessa vida tem um preço e brincar com o sentimento custa muito caro. Hoje você não valoriza o amor que te é oferecido com tanta sinceridade e paixão, amanhã, quando você acordar desse delírio de status medíocre que você quer mostrar aos outros, pode perceber que destruiu esse amor com suas próprias atidudes. A longanimidade é uma qualidade que eu tenho, mas ela tem limite.
Aprenda a enxergar a diferença entre amigos e colegas para conhecer a personalidade de cada um. Não crie expectativas e nem se decepcione com pessoas que compartilham somente bons momentos ao seu lado.
Talvez nunca mais se cruzem. Talvez ela mude de emprego, alugue um apartamento novo de frente para um pracinha com uma única árvore, comece a acordar às cinco da manhã, passe o café enquanto procura um par de meias, venda o carro, comece a pegar duas lotações para chegar no novo emprego, ache até bonito o uniforme, quem sabe canse no fim do dia, chegue atrasada no ponto de ônibus, não tenha o dinheiro para o táxi. Ele deve ter escolhido ficar em São Paulo, ou no Rio de Janeiro ou em Brasília, não importa aonde ele tenha ficado, talvez ele queira ganhar muito dinheiro, comprar um flat de frente para o mar, viajar para Dubai no próximo feriado, comprar um carro novo, pedir para alguém fazer seu café, ter uma sala só para ele no andar mais alto do prédio, sapatos de couro, meias bem alinhadas, talvez ele preferisse ternos mais claros, um cartão com limite mais alto. Eles não souberam quando começaram ou terminaram, se por algum momento a mágica do “nós” chegou a acontecer, se podia ser amor ter vontade de dividir uma pizza. Talvez ela quisesse somente uma companhia, alguém para chamar de “amor”, um par de meias novas no Natal e passear na pracinha que tem apenas uma árvore. Ele quis um apartamento maior, a estabilidade que pode ser superficialmente alcançada, um salário mais proveitoso. Nunca disseram adeus, nem até mais, nem qualquer outra coisa que desse possibilidade de um fim ou de um próximo encontro; terminavam as conversas com beijos, quando mais frios com abraços. Talvez ele a ame. Talvez ela quisesse saber disso. Por causa da mudez das emoções que sentiam, eles não sabiam que destino davam a si. O bonito deles é a coisa mais simples em suas histórias: de alguma forma silenciosa e cheia de esperança, eles esperavam um pelo outro, embora nenhum pedido tenha sido feito.
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