Um Estranho Impar Poesia
E ao tempo que ainda me restar quero:
Fazer poesia, contar as estrelas tantas distrações.
Quero rever um caminho, que tenha um moinho que traga canções.
Querer é poder, em toda a forma de ser.
Quero tudo, quero o mundo, o outono, inverno e verão
Primavera todos os dias.
A alegria e também a nostalgia.
Eu escolhi a música porque nasci pra voar.
Em minha alma a poesia veio para ficar.
Minha essência é amar.
Eu não deixo a poesia
Porque ela não me deixa,
E quem sente as minhas mágoas,
Só a ela eu faço queixa;
É luz que nunca se apaga,
Porta que nunca se fecha.
Hoje meu dia foi uma poesia…
Repleto de versos doces e de magia
Pois não saberia explicar tanta perfeição
Em comunhão com o sol, um céu azul
Uma refrescante brisa vinda do mar me abraçava;
Enquanto os anjos que por ela voavam;
Em meus ouvidos cantavam, uma linda canção;
Falando de amor, paz e compreensão,
Independente da cor, raça ou religião;
Hoje meu dia foi uma poesia…
Repletos de sonhos e fantasias.
Como ha muitos anos já não vivia…
Pois tinha esquecido;
que criança também já fui um dia
Antes mesmo de aprender
as responsabilidades que o homem deve ter
Sabia exatamente o que no dia conseguia fazer.
Há amores que maltratam, ferindo o corpo e ate os “pelos” da pobre alma sem direção…
A poesia pode ser de dor e agonia,mas também pode ser canção de verão.
Tecnologia de viver
Perdi minha poesia
para a tecnologia
perdi meu sonho
para a tecnologia
perdi minha literatura
para a tecnologia.
Apenas uma pessoa
uma tecnologia
destruiu o sonho
de uma menina.
Tecnologia de viver...
Hoje sonhei uma poesia... e dentro do sonho queria anotá-la num caderno, num pedaço de papel de pão, em um guardanapo, num cantinho da parede... em algum lugar qualquer.
Mas o sono não quis acordar, continuou dormindo e deixou a poesia voar...
A ciência é a poesia da sabedoria.
A sabedoria é a poesia da experiência.
A experiência é a poesia da felicidade.
A felicidade é a poesia do amor.
O amor é a poesia da esperança.
A esperança é a poesia da Fé.
A Fé é a poesia de DEUS!!!!
Sem textos, sem poesia.
uma relação saudável entre a mente e o coração para resolver qualquer situação.
A Música é a imaginação do Universo.
A poesia é uma ponte para o sentimento.
O sentimento é a chave para o AUTOCONHECIMENTO!
Nel Oliveira
Tem poesia na moça da cidade e na moça da favela
Num clássico de Beethoven e num samba da Portela
No sangue que corre pelas veias dos valentes generais
E no sangue que escorre das tão cheias notícias de jornais
Tem poesia em uma criança que nasce e em seu comemorativo porre
Em uma pessoa que esvai-se e lentamente morre
No operário que luta pelo seu pão
No pobre salafrário que acaba na prisão
Nas águas que inundam o sul e se esquecem do sertão
Nos batuques, nas cachaças que rolam pelos botequins
Nos preconceitos sem graça dos cabelos pixains
É poeta quem aprecia e solta
Não fica mudo
Quem vê a poesia
Em todos e em tudo
Do Livro da poesia
poesia calma
feito água da fonte
toca a me banhar.
versejar constante
beijo de amante
pode incendiar.
poesia breve
perpassar de vento
posso te escutar.
poesia vinho
branco – doce – tinto
vem me embriagar.
Nem toda a poesia do mundo, nem todos os versos dos grandes poetas podem ser comparados a imagem do amor ...
O amor só pode ser descrito por quem dele e para ele vive ...
Poeta & Poesia
Poesia além de tudo ser é perfume no ar!
Poesia além de tudo ser é música no silêncio!
Poesia além de tudo ser é Luz dos meus olhos!
Poeta e Poesia algo íntimo é a minha Felicidade!….
Ambos sem o buscar fizemo-nos amados…
De tuas mãos Poeta só recebo Flores
Do coração o Amor!
Postado por roswyta ribeiro às 13:19
Saudades
Uma Poesia de Roberto Celestino
Saudades,
Transborda em meu coração.
Me subjuga,
Me sufoca.
Por vezes me leva ao chão,
Por vezes me eleva
Fazendo-me chegar a ti.
Pois hoje,
Só posso te encontrar
Nessa nuvem espessa:
Saudades.
Me envolve,
Me subjuga,
Sufoca-me.
Mas faz-me lembrar de ti,
Dos teus afagos,
De tuas carícias,
De nossas delícias.
Saudades.
Me causa dor
Dor de ver-te triste,
Prenunciando tua partida
Em um canto recolhida
Já não ousavas me olhar.
Dor,
Ao ver-te de mim sendo levada
Ver nossas esperanças jogadas
Misturando-se as cinzas
Enterrando meu amor!
Prisão.
Nascemos presos
E assim permanecemos,
Mas eu não percebi
Até o dia que te
Desprendeste de mim,
Só aí me dei conta
Da minha prisão,
Não de grades,ou de paredes,
Pois estou preso a tua lembrança.
Saudades.
Subjuga-me,
Sufoca-me,
Causa-me dor,
E paradoxalmente
Ajuda-me a viver.
Pois hoje é nesta saudade,
Que ainda posso
Encontrar-te
E sentir um pouco...
De você.
A Adélia Prado
A poesia me abandonou aos prantos.
A deixei no trem da saudade.
O mesmo que a trouxe até mim.
A caminho da estação, falou-me das flores
E como tão penas pedras me dizem das coisas.
As flores não eram mais flores,
Nem as pedras só pedras.
Foi formando dentro de mim
um vocábulo vazio
Que só a mim cabia a ela saber.
E me abandonando,
a poesia me fez poeta.
Poesia dos títulos
Busquei do mundo
A explicação das coisas.
Se as flores, as nuvens,
Os bichos e os homens
Diriam de alguma forma quem sou.
As flores disseram que eu era vegetal.
Que eu brotava,
Criava raízes,
Depois secava, enrugado,
Mas deixando no ventre da terra tantas outras sementes
As nuvens reclamaram
Que eu criei deuses
E agora com eles,
os céus teriam que dividir.
Os bichos fugiram.
Cheguei então aos homens
Para perguntar-lhes
Sobre a fuga dos bichos.
O homem me olhou e friamente respondeu:
Por que tu és homem.
Desde então eu sou flor, nuvem, bicho...
Na minha mais fraca poesia que nem rima tem,
Eu uso reticências
Pra dizer que o que a gente faz
Nesta vida,
Não pode ser considerado inútil.
Na minha mais frágil poesia.
Eu digo que certas atitudes são fúteis.
E que eu dispenso todas elas.
Na minha mais franca poesia.
Eu sou aquela que conta um conto
E aumento um ponto.
Contra voce!
Que me faz perder a graça
De entender
que a poesia, toda ela
Se se perde a rima.
Não tem quem a refaça.
Guerra
A poesia de Deus agora sangra.
Por falta de tolerância do ser humano.
A música da morte faz silêncio
Faz entende tudo sem nada dizer.
Marcas de pelejas
Onde agora restam...!
Relatos...!
Relatos de sofrimentos inimagináveis
Descritos de forma profunda
Tão profunda quanto ainda viver.
Nesta série de crueldades...
Correr e chorar...
Nada mais há!
Não, não há lugar para esconder...
A dor...
O medo
Tanto desespero
Tanto pavor
Não adianta correr
Esta em todo parte
Não tem onde se ocultar
E em minha face
Sempre permanecerá
O passado leva apenas o que ele quer
Ele não encontra a minha dor
De tão profunda que ficou
A Poesia é o sentimento em palavras
É a alma em letras
É o coração em frases...
A cada vírgula, uma pausa, a cada ponto uma parada
Em uma vida, uma história
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