Um Estranho Impar Poesia
🔥 Paixão Ardente 🔥 (Letra Original)
(Verso 1)
Quando o corpo clama e a mente se perde,
Teu olhar é chama, e o fogo me invade.
Eu sinto o desejo em cada gesto teu,
No silêncio quente, a noite é só meu e teu.
(Pré-refrão)
Teu toque é chama que me queima por dentro,
Cada movimento, é como um alento.
A gente se perde, não quer mais encontrar,
Na dança do desejo, só sei te amar.
(Refrão)
Estou cheia de desejo, tua paixão é meu ar,
Teu corpo é um mistério que não quero desvendar.
Na tua pele, encontro a perdição,
Sou toda tua, sem direção.
(Verso 2)
No beijo ardente, o tempo se apaga,
A única verdade é o que o corpo propaga.
Teu cheiro no ar me faz delirar,
Em teus braços, me deixo encontrar.
(Pré-refrão)
Teu toque é chama que me queima por dentro,
Cada movimento, é como um alento.
A gente se perde, não quer mais encontrar,
Na dança do desejo, só sei te amar.
(Refrão)
Estou cheia de desejo, tua paixão é meu ar,
Teu corpo é um mistério que não quero desvendar.
Na tua pele, encontro a perdição,
Sou toda tua, sem direção.
(Ponte)
E quando a noite se vai, ainda tenho tua marca,
O fogo do teu amor me toma e me arranca.
Não há retorno, não há mais razão,
Só sigo contigo, no ritmo da paixão.
(Refrão Final)
Estou cheia de desejo, tua paixão é meu ar,
Teu corpo é um mistério que não quero desvendar.
Na tua pele, encontro a perdição,
Sou toda tua, sem direção.
(Outro)
E se o mundo acabar, que seja no calor,
A chama que nos queima é o nosso amor.
Eu sou tua, sem dúvida, sem medo,
Nesse fogo ardente, me perco em segredo.
Soneto de autopostumação
Sensações póstumas devem ser reconfortantes,
pelo alívio do sofrimento de uma vida inteira,
tornando todo o peso do dia a dia uma besteira,
uma vez do outro lado nada mais será como antes...
Preocupações de outrora em vida serão irrelevantes,
parte de uma extinta realidade passageira,
meu espírito, móvel velho em que se tirou poeira;
renovado, fará de angústias e mágoas coisas distantes...
Não há medo, confio no que mereço, por tudo que fiz;
a morte é um processo natural, calmo e bem-vindo,
finalmente terei a chance de ser bem mais feliz...
Ao partir sei que a caminho do maior estarei indo,
será bom, jamais vi uma caveira com semblante infeliz,
todas espontaneamente estão sempre sorrindo.
Soneto de metamorfose
Vida de lagarta.... Total limitação...
A sina de uma existência asquerosa,
de uma condição naturalmente desairosa,
melancólica, frágil e sem opção...
Destino de incomoda sujeição,
uma vida sofrida, triste e morosa,
de uma falta de perspectivas pavorosa,
onde há apenas a morte como solução...
Quando minha alma, este fulgor tépido;
de meu velho corpo irá se separar;
meu caixão, morada do cadáver fétido;
será o casulo que irei abandonar;
e estarei livre, me sentirei lépido;
borboleta pronta para voar.
Soneto de realidade
Outra vez uma história mal contada...
E acada frágil argumentolançado,
quebro, como umvaso despedaçado,
retrato da minha alma machucada...
A decepção bruscamente instaurada...
O afeto assim se fez, menosprezado,
a confiança, este bem tão estimado,
destruída, implodida; reduzida a nada...
Humilhado, sem ter tidoo ônus de errar,
iludido, perdido no limbo desse ínterim,
até sentir o açoite da traição aestalar...
Respiro consternado, perante o fim,
quizera eu, apenas a utopia de amar,
sem que fosse usado isso, contra mim.
Normose
Uma triste epidemia assola a humanidade,
sintomas claros, quase sempre ignorados,
produzindo indivíduos massificados,
destruindo toda e qualquer individualidade...
Um distúrbio coletivo de personalidade,
criando humanos cada vez mais alienados,
com estilos e pensamentos padronizados,
Impostos por nossa hipócrita sociedade...
Condenando-os a este mar de mediocridade,
onde impera uma absurda falta de criatividade,
aliada a medo, conformismo e incapacidade...
Eu... Tento preservar a minha integridade,
permanecendo fiel a minha própria identidade,
mas isso soa para a maioria como insanidade.
Escravo do sistema
Segunda-feira, obrigação de ter que ir trabalhar.
O sono ainda reside em meu corpo, me sinto cansado,
o relógio já despertou, e me vejo novamente atrasado,
ainda há estrelas no céu, mas tenho que levantar...
Tomar banho, escovar dentes, enfim me arrumar...
Acelerando meu próprio ritmo ainda que contrariado,
rumo ao ponto de ônibus rezando que não venha lotado,
esquecendo o café da manhã; sem tempo para tomar.
Mero detalhe diante de tantas outras adversidades,
que durante a semana inteira irão me aborrecer...
No fim de semana o cansaço esgotará as possibilidades.
Trabalhar, trabalhar; trabalhar... E não viver.
Escravo do sistema, encurralado por minhas próprias necessidades,
não tenho direito a nada que me dê prazer.
Soneto da paixão recente
É felicidade plena,
senti logo de início,
por ti, todo sacrifício,
se torna coisa pequena...
Você faz valer a pena,
tudo... Qualquer artifício,
mesmo sendo malefício,
ou qualquer insensatez terrena.
Por ti faço o que for...
Afim de que resolva,
abrigar-me em teu calor.
Vem... Me leve, me envolva...
Inebria-me com teu amor,
e nunca mais me devolva!
poesias são lágrimas, são falas, sussurros de amor,
é autoestima, mas também flagelo,
poesias e você, são sinônimos no meu dicionario, arrancas de mim sorrisos, mas também choros aos bocados,
és a minha glória, mas também o meu declínio,
sinceridade, mas também fingimento. fingimento que dói, que destrói a gente.
Aqui meus sentimentos viram cura
É onde existo, e tudo faz sentido
Onde despejo alegrias e medos
E também onde me permito sonhar
Onde conto minhas angústias, sem medo de me julgar.
Na sexta-feira, sigo a estrada da vida, Em baixo do sol que me aquece sinto sua guarida. Com força e ânimo, enfrento a jornada, Em cada passo, encontro meu alvorada.
É o dia da semana que me inspira a bailar, Onde desafios se tornam oportunidade de brilhar. Na sexta-feira, sou o autor do meu destino, declamando sonhos com determinação e tino.
Deixo para meu cansaço da semana corrida, Abraço a sexta-feira, aliada querida. Com entusiasmo e coragem, persigo meus anseios, Na sexta-feira, encontro força nos meus devaneios.
Então, que a sexta-feira seja meu guia e farol, motivando-me a seguir em busca do meu ideal. Com fé e paixão, sigo o cheiro da alegria, Na sexta-feira sorrio da noite ao raiar do dia.
O sol e a lua dois seres que se amam
A distância os separam
Não significa apenas que brigaram
Porque um dia se reencontram e se abraçam
O sol humildemente deixa a lua brilhar
A lua é vestida com o brilho do sol
Que faz sentir-se melhor
por isso ele sabe o que é amar
A lua passa vários anos longe do sol
Esse amor que parece ser sofrido
Mas que é completamente compreendido
Sabem que poderia ser pior se algum dos dois não tivesse existido
Eles sabem que um dia encontrar-se-ão
A lua com vossa beleza
O sol com vossa delicadeza
Alimentando cada vez mais essa paixão
Essa paixão os aproximam
Formando um belo eclipse solar
Uma bela analogia do que é amar
Então até eles nos ensinam
natureza é espetacular
É o momento em que eles muito esperam
Duram poucas horas
Mas é um pouco, que muito se importa
Pois eles, verdadeiramente, se entregam
A saudade é existente e exuberante
É muito tempo sem se ver
Mas eles conseguem compreender
Que cada um deles tem um papel importante
Ambos estão complementando-se
O sol com seu brilho charmoso
A lua com seu vestido maravilhoso
Que a deixa sua beleza semblante
Não importa a distância de quem tu amas
Um dia encontrá-lá-á
Uma oportunidade de demonstrar
Algo mais que um prazer na cama.
Como diz o poeta
Carlos Drummond de Andrade
Mãe, na sua graça, é eternidade
Eternidade do bolinho
Sentado no sofá
Assistindo desenho
Também daquele colo
De se esparramar
Que faz todo sentido
A doce fofura no olhar
Mais sério e derretido
Que toda filiação
Possa ser cuidada
Com preocupação
Amada e ensinada
Com todo coração
O eterno laço maternal
De um jeito, cada qual
Sempre merecerá
Todo cuidado
Todo respeito, igual
Seja quem for
Mãe nem sempre será
Quem gerou
Mas quem dá o amor
E com carinho amou
Obrigado por existir
Sem você
O que de mim seria?
Ainda bem
Eu poder sempre lembrar
Da sua companhia
Aonde quer que esteja
Sentimento abençoado
Para sempre me fará
Ao seu amor destinado
Feliz dia das mães!
Minha vida foi andar,
Pelas estradas da vida.
Pelos caminhos que eu passava.
Construía meu ninho.
Curtia rock e bebia vinho.
Hoje em dia vivo de história.
E o rock ficou na memória.
CONTROVERSIA
Nascemos e somos viciados.
Submetidos a princípios.
Desde o início do mundo.
Não queremos participar do seu assunto.
Crescemos e mudamos o rumo.
TRANSITAR
Olhe para o céu.
Veras uma estrela
E no pensamento
Torna-se uma quimera.
Impossível de tocá-la.
GRITO LITERÁRIO
Na minha cabeça.
Palavras e letras. Misturam-se.
Sem parar, minha arma.
É o livro na mão.
METAMORFOSEAR
Mudo meu corpo, meu jeito.
Mudo tudo.
Transformar é o que me resta.
Sou escritor, sou poeta, nesta festa.
RAZÃO
Sem a loucura
Das químicas.
Que anima.
A razão
Da loucura pura.
Da mente, da gente.
A loucura das aventuras.
Que esta nas escrituras.
AMOR IMPOSSÍVEL. – Ao meu genitor (em memória).
Autor: Gonçalves Colar de Arrudas.
Se você dissesse para mim, que me amaria para sempre!
E que para isso, teria que me dar um castigo.
Eu tivesse que catar, todos os grãos de areia da praia do mar,
Para que você fosse minha para sempre...
Eu sei que é impossível, mas eu tentaria: por quê?
Porque o mundo fica parado.
Porque com você ao meu lado.
Eu tentaria tudo até mesmo o impossível.
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