Um Estranho Impar Poesia
Pedaço de Mim
Te amo de varias maneiras
por muitas razões
Te amo em cada poesia
em muitas canções
Te amo de todos os modos
que possam existir
Te amo porque esse amor
Faz parte de mim
PALAVRA
Como podes ser tão doce , palavra
E ao mesmo tempo amarga .
Como podes ser usada , para definir o amor ?
És navalha afiada .
E quase no mesmo instante em que agradar o amante
Lhe causa tamanha dor ,que duvidasse do amor !
Como podes dar prazer
E causar o sofrimento ?
Como em um breve momento
Ressuscitas , e então matas ?
Como podes ser palavra , inconstante como o vento
A culpa é não entendo , da língua ou do coração ?
Ou será o pensamento que muda de opinião ?
Como causas dor palavra ao ouvido de quem ama
E no momento da cama dá prazer a quem te escuta ?
Como podes ser tão dura na boca de quem acusa ?
Já sei a culpa não é tua , a culpa é de quem te usa !
A culpa é de quem abusa , de você formosa dama
Prefiro você palavra na boca de quem me ama …
E no momento da cama , na música que se escuta !!
Meu amor ………
O que é o tempo perdido , senão nossa escravidão diária as convenções
E , obrigações sociais .
O tempo nos mostra como somos impotentes diante das leis imutáveis do universo
Esse tempo quando perdido , escraviza , fere , pune ,faz dos nossos dias horas intermináveis , posto que estamos tão distantes .
Mas tão próximas em sentimentos
Longe de minhas mãos , presente nos meus versos ,na minha canção
desperta no meu dormir , sonho do meu acordar .
Como posso te definir , como posso te decifrar ?
Se estás tão longe de mim
como assim eu vou te amar ?
Butterflay
Pose de leve em minhas mãos
Vou lhe acariciar bem de leve , para não machucar suas asas
Lhe aconchegar entre as minhas mãos suavemente para não quebrar nosso amor
Pose de leve o sentimento
No nosso breve momento
Estou feliz ,como estou
Butterfly ao meu lado
E esse imenso amor por dentro
Nada Nos Pertence
Minha alma foge por vezes de mim
Ou será que a alma é tua ,
e não parte constante desta inspiração ?
Minha fala calou-se em mim .
Servirá só a mim essa língua tão absurda ?
Chega a ser engraçado, como somos volúveis
em relação a paixão.
Já o amor, esse lindo...
Perdura, e se renova sempre.
Segurar os impulsos do coração, é uma das coisas mais difíceis da vida.
Saudade é coisa doida.
A falta faz doer, mas as lembranças do seu sorriso
Me faz querer te por no colo
E beijar teus olhos!
Não deveria ter beijado você.
Nem ter olhado no fundo dos teus olhos .
Nem deitar na maciez dos teus braços.
Nem sentir o pefume do teu ventre.
Não deveria ter me deixado apaixonar tão facilmente.
Por alguém que a outra pertence ...
Não deveria ter pedido que voltasse e dado aquele beijo de saudade, quando estavas indo embora.
Com aquele carro estacionado em meu portão ..
Pra te levar pros braços dela.
Pra me deixar na solidão.
Não deveria ter beijado a tua boca
Não deveria ter deixado me tocar...
Poque teu toque forte e ao mesmo
tempo doce, fez meu desejo o teu desejo despertar. então..
Nós nos perdemos para sempre uma na outra ...
Embora agora, eu que seja a outra da canção.
Queria não sentir a tua falta como sinto, não pensar em tua boca teu sorriso.
Memória olfativa
Da tua pele, e o meu sentido meu abraço quer você!
Não consigo..
Eu não quero, te esquecer.
A cabeça diz juizo!
Coração? Quer se perder, novamente em você❤️
Sempre quis ser piloto
Imagino como seria seria a sensação de me deparar com o nascer do sol em pleno vôo
Imagino que deva ser como acordar ao lado de alguém como você
O melhor estado dos corpos, é a agitação,
a asa se faz casa, se deita na inspiração;
assim como o pensamento exercita o voar.
Quero fugir com os girassóis no inverno,
quero me aquecer em cada pétala
onde o perfume se deita comigo.
Eu amo
Tu amado
Ele não imagina como é sagrado
Nós somos amor e vento
Voz dos sentires e
Eles veem de dentro
Êh, vento!
Esse que pelo meu subterrâneo transita
Agita a minha saudade
que num levitar se negrita
E me arrepia os poros
e sótãos.
Silêncio tudo sabe,
é meu volume baixo em plenitude,
É meu barulho de porta trancada,
sem posse da chave,
São os meus eus presos em mim
e livres qual uma ave.
Quis fotografar a gente em sentimento;
a máquina só captava a carne.
A carne é exibida.
A carne é passageira.
Quis fotografar a nossa alma;
ela é tão fotogênica, eu sei.
Mas a lente não alcança.
Criamos “nós” sem vírgula e
sem interrogação.
Viramos a mais bela expressão.
O nosso conceito é et cetera
seguida de reticência
e não é só isso.
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