Um Estranho Impar Poesia

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⁠A grande divindade "criacional" universal na arte é a luz que fala por intermédio dos seus canais artísticos pelos movimentos, pelas vibrações, intercessões das formas e das cores.

Inserida por ricardovbarradas

⁠As leis dos homens livres devem ser iguais para todos mas a lei de Deus, nem sempre...existem movimentos que fogem a nossa compreensão.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Por maior que seja o numero de pessoas a nossa volta, em um momento único, percebemos que estamos sozinhos. Parece que o todo depende da gente mas que a gente não depende do todo. Viver bem é um ato solitário.

Inserida por ricardovbarradas

Quando alguém um belo dia acorda, vai para o banheiro e diante do espelho encardido e enferrujado mesmo com a cara amarrotada tem uma conclusão absurda e um desejo insano de que é e vai ser mais esperto do que todo mundo...neste momento magico, está nascendo pra vida mais um otário

Inserida por ricardovbarradas

O pequeno rio não tem medo de entrar no mar por que ele sabe muito alem de sua vontade terrena, que o mar é uma parte do grande oceano que desde sempre surgiu e continuará a se preservar vivo pela entrada de todos os rios do mundo.

Inserida por ricardovbarradas

Em verdade somos um mundo, o outro é um mundo, e no encontro de mundos é na renovação do que é dois que se fará um só.

Inserida por FranciscoFontes

O Deus de um não é maior e nem melhor que o Deus de outro. Entre nomes e imagens, a única possível diferença entre o Deus em um e o Deus em outro está na capacidade deste Deus de saber e mais que isso, realizar o que essencialmente provém do que é o amor.

Inserida por FranciscoFontes

⁠Deus não nos deu a liberdade ou a faculdade de escolhermos quem devemos amar,ele apenas deu-nos o dever de amar.

Inserida por Delvinosalomone

“Quem tem um não tem nenhum, quem tem dois tem um, há quem tenha dois e consiga ficar sem nem um.”

Inserida por DAmico

⁠Um dia de cada vez, cada dia superado, uma pequena conquista que alimenta a nossa força para seguirmos em frente.

Inserida por jefferson_freitas_1

Quando manifesta o amor
Pouco sabe manifestar.
Sabe bem dizer em um olhar,
Mas não lhe sabe em palavras falar.

Falando de sentimentos
Não sente as palavras.
Fala palavras ausentes
Ausenta palavras presentes .

Ah, mas se ele soubesse,
Se pudesse tanto assim falar;
Só se o olhar lhe calasse
Poderia assim as palavras falar.

O silêncio diz o necessário
Mas quando muito fala, pouco sente
Fala-se muito um amor estagiário
E os olhos falam no consciente.

Contar-te-ei eternamente as carícias do amor
Contar-te-ei os sonhos de um amor excessivo
Contar-te-ei a sanidade para minha dor
Contar-te eternamente por um olhar cativo
Embarcando em pensamentos incomparáveis;
Não te contarei meus sentimentos,
Pois são inexplicáveis.

Logo de lágrimas fez-se a alegria.
E do ramalhar veio o silêncio.
Meu mundo todo em um só canto
No canto dos pássaros de meu sertão.
Se asas eu tivesse, junto a eles;
Em todos os cantos eu cantaria.
Em doce encanto eu lhe teria.
Ansiando os desejos de minha paixão.

Ela é assim
Um tanto lua
Um tanto mar
É feita de fases
Regida por suas próprias marés

Ela é mulher.

O poeta é sim um bom fingidor,
Porém reconhece seu amor.
Diferencia o luxo com simplicidade,
Para viver em tranquilidade.
Esquece o tempo do tempo,
E vive sem perceber o passar do tempo.

Era um beijo gostoso
Demorado, de tirar o fôlego
Porém era fogo morno
Que com um só sopro
Virou fumaça
Apagou-se

laura tem um corpo
e um nome que lhe pertencem
laura de vermont presente!
foi assassinada pela nossa indiferença
e pela polícia brasileira
tinha 18 anos

BORBELA

A borboleta amarela
Saiu de uma aquarela
Para um dia de Cinderela
Nunca vi coisa mais bela

Voou em glória só dela
Espalhando pó de pérola
Todos encantados por ela
De pé aplaudiram Borbela

Tudo acabou num segundo
Caiu por terra o seu mundo
Findou a hora encantada

A borboleta voou pela janela
Deixando um rastro de brilho
Do pó de suas asas caído

Um dia
ainda eu hei de morar nas terras do Sem-Fim.
Vou andando, caminhando, caminhando;
me misturo rio ventre do mato, mordendo raízes.
Depois
faço puçanga de flor de tajá de lagoa
e mando chamar a Cobra Norato.
— Quero contar-te uma história:
Vamos passear naquelas ilhas decotadas?
Faz de conta que há luar.
A noite chega mansinho.
Estrelas conversam em voz baixa.
O mato já se vestiu.
Brinco então de amarrar uma fita no pescoço
e estrangulo a cobra.
Agora, sim,
me enfio nessa pele de seda elástica
e saio a correr mundo:

Vou visitar a rainha Luzia.
Quero me casar com sua filha.
— Então você tem que apagar os olhos primeiro.
O sono desceu devagar pelas pálpebras pesadas.
Um chão de lama rouba a força dos meus passos.

ontem eu fui feliz
sonhei demais
brinquei até mais tarde
hoje virei cicatriz
de um tempo
que não volta mais.