Um dia Percebemos Mário Quintana
Aprendendo a viver
Muito tempo passa e percebemos
que o verdadeiro sentido da vida não esteja no futuro,
mas talvez que tivesse no passado...
Em uma pessoa que não demos muita importância;
num sentimento que achavamos não ser verdadeiro;
numa palavra que não fazia sentido;
num amigo que tenhamos deixado para traz;
em pessoas que não demos chances de nos conhecer...
em pequenos instantes que julgavamos não ter qualquer significado.
Então o que esperar de um presente;
se não soubemos aproveitar o passado
se deixamos para traz pessoas que verdadeiramente nos amava,
para viver uma ilusão que apesar de não ter certeza sabiamos que não ia dar certo...
se muitas vezes nos fechamos para o mundo, qdo deveríamos fazer com q tudo valece a pena...
Se:
os tropeços da vida apenas nos fazem fortalecer;
se nas quedas nos levantemos mais fortes.
Somos seres vivos...
VIVOS...
Então deveriamos viver.. não nos prender a sentimentos falsos...
a coisas fúteis... a pessoas que apenas nos fazem sofrer!
A vida é para se aproveitar, é para ser vivida...
Temos capacidade, inteligencia... temos tudo para se feliz;
e porque muitas vezes não somos??
Diante de certas coisas, levamos um murro na cara e um estalo. Percebemos num susto o quanto a vida é frágil, rara, única, que daríamos tudo pra voltar um dia atrás, ou alguns muitos dias atrás, que a maioria das coisas que pensamos ou nos preocupamos é tudo bobagem, que o essencial muitas vezes passa despercebido...que fazemos planos englobando coisas banais, e que raramente fazemos o que queremos por medo, ou insegurança de simplesmente VIVER. Ser autêntico. E quando vemos passaram-se muitos dias. Estamos sempre acomodados no presente, imaginando um futuro melhor, e dias melhores.
Mesmo nesses momentos, na maioria das vezes o máximo que fazemos é postar no facebook nossa descoberta e percepção pela vida. Mas ela segue, e muito igual como sempre.
O autoritarismo fica muito evidente quando percebemos que só existe uma única regra no jogo:
CARA EU GANHO E COROA VOCÊ PERDE!
Convivendo com um cônjuge nós percebemos que, na verdade, as brigas não desaparecem, diminuem, acabam; nós apenas aprendemos a relevar situações que são muito mais irrelevantes do que a paz e a serenidade do momento.
Diminua a ansiedade de querer modificar os outros...
Só percebemos aquilo que refletimos no nosso mundo íntimo.
"Aquele que entendeu o propósito vai saber que quando andamos na escuridão percebemos que a luz não está no fim do túnel e sim em nós mesmo, não é a vontade de chegar ao fim do túnel e sim a esperança de ter a luz própria da vitória em si"
Percebemos a proximidade da sabedoria quando deixamos de educar pelas palavras e começamos a fazê-lo pelos exemplos.
Quanto mais nos conhecemos, tanto percebemos como Deus é dentro de nós. Ele é o cuidador, o orientador do nosso coração.
Quando conhecemos Deus, olhamos para nós mesmos e percebemos que somos pecadores redimidos pela graça e bondade dele.
Quanto mais conhecimento de nós mesmos, mais percebemos quão benignamente o Eterno Deus continua derramando sua graça para conosco
Percebemos que mais um passo foi dado em direção ao Crescimento ao descobrir a inutilidade de nossos esforços de mudar o mundo, em vez de apenas aprender com ele.
Deus não controla o Homem nem os eventos da natureza
Frequentemente percebemos os eventos tenebrosos da natureza. Esses eventos são atribuídos pelo homem a um Deus bondoso e ao mesmo tempo vingador e castigador. Assim o Titanic, John Lennon, Raul Seixas, Chuvas, Terremotos, Guerras e outros..., são as referências para homens da fé, que vestidos de santidades atribuem aos castigos dos Deuses.
A Plebe também transfere parte do poder de Deus ao corpo clerical. o que acaba por transformar o Deus bondoso em um Deus mau. Usam-se os Deuses para todo e qualquer evento, seja para a vingança ou para a amenização da dor. Quando Deus não evita nenhuma dessas tragédias, apesar das suplicas de seus fiéis, resta a ele todo o poderoso amenizar a dor desatinada dos corpos destroçados.
Todos os eventos citados, vistos e percebidos, naturalmente ocorrem sem intervenção onipotente e a oração não garante a amenização dos conflitos e dores, apenas acontece em um plano eventualmente da natureza, pois se “eu rezar para acalmar a tempestade ela por sua força espontânea naturalmente acalmará”. O homem em seu livre arbítrio não controla suas ações nem os eventos da natureza. Deus não evite a tragédia nas causas do homem, porém se acredita que consola um ou outro vivente, lentamente, em um processo natural do organismo.
Deus por seu total controle atribuído pelo homem lhe falta o cuidado para evitar todas as tragédias da natureza e da humanidade, deverá então suplicar desculpas ao homem pelo fato de o homem confiá-lo tal proteção. Deus devia na sua condição de existência no mínimo transferir o seu poder absoluto ao homem, visto que o homem é presente, é perceptível e previsível quanto a todos os eventos, seja da origem humano quanto da origem da natureza, faltando-lhe cuidados e poder.
O homem por sua falta de controle atribui poder absoluto a Deus para então reger sua vida desregrada e todos os eventos, mas não é o que se percebe no cotidiano porque todas as tragédias e todos os males permanecem em evolução. Deus é um instinto do humano dominado por um sistema chamado religião
Um dia simplesmente acordamos e derrepente percebemos que as melhores provas de amor, são aquelas mais simples que podíamos imaginar, escrito por Armando Nascimento
