Um dia Percebemos Mário Quintana
Um dia simplesmente acordamos e derrepente percebemos que as melhores provas de amor, são aquelas mais simples que podíamos imaginar, escrito por Armando Nascimento
Quando nossa visão se expande, percebemos que existe algo além do visível, o que nos motiva a perseverar.
Como antenas que captam os rumores do mundo, penso que percebemos o que passa pelo imaginário coletivo e transformamos esta enorme quantidade de informação em arte.
É na fraqueza que percebemos nossa verdadeira humanidade, busque em suas falhas a oportunidade de crescer, de transformar sua história.
Sabe aquele momento em que buscamos recomeçar? Onde percebemos que tudo foi transformadamente iniciado, e que já não precisamos respirar os “poluentes” do passado, abrindo assim, um largo e frutuoso caminho para o despertar de novas aspirações...Assim, podemos dizer que o amor é um sentimento que se transforma, dentro de sua própria simplicidade, pois simples também é o coração que ama, por dentro da ávida alma que palpita...
Há um tempo em que julgamos
que a beleza da Vida está no brilho
do Novo...
até que percebemos que as estrias da madeira,
e as nódoas de ferrugem no metal,
guardam estórias de imensa sabedoria.
Nós, médiuns, percebemos a intenção por trás das palavras suaves e dos rostos amigáveis. Mas, às vezes, é melhor deixar que acreditem que confiamos em sua bondade, para que fiquem satisfeitos e sigam seu caminho, evitando conflitos desnecessários e preservando a paz. Não podemos esperar que os outros compreendam aquilo para o que ainda não estão prontos.
Dissipando as Ilusões da Vida
A forma como percebemos e vivenciamos a vida é frequentemente cercada por ilusões. Essas ilusões, compostas por preocupações cotidianas, desejos materiais, medos e apegos, nos distanciam de um entendimento mais profundo do ser e do sagrado. O despertar espiritual ocorre quando essas ilusões se dissipam, levando à realização da vida em Deus, uma compreensão elevada e purificada da existência. Esse estado de consciência nos permite reconhecer nossa conexão essencial com o divino e a unidade de toda a criação, vivendo em um estado de paz, harmonia e amor incondicional, longe das distrações e ilusões do mundo material.
Vivemos muitas vezes presos a falsas percepções e a uma visão limitada da vida, sem perceber a verdadeira natureza de nossa existência. Estamos condicionados por nossas crenças, hábitos e experiências passadas, que criam uma "realidade" que nem sempre reflete a verdade última. Desvencilhar-se da ilusão exige introspecção, meditação e uma busca sincera pela verdade. É um processo de desligamento das identidades superficiais e influências externas, que nos abre para a sabedoria interior e a presença divina inerente a cada um de nós.
No bosque há mágica no ar...
Elementos que pertencem ao lugar
dão o ar encantado que percebemos
quando entramos lá.
Nós só percebemos a necessidade de algo, quando esse algo está ausente em nossas vidas.
É capaz até sentir falta de ficar triste.
Quando a dor de uma amiga nos alcança...percebemos o quando somos uns dos outros, precisamos uns dos outros .
Viver é dividir
Caso contrário nada faz sentido.
Se amor um dia existiu no caminhar,
Não percebemos as flores morrendo.
O caminho alegre se entristeceu
E no horizonte ficou apenas o olhar.
Dos jovens que um dia nós fomos,
Ficou a presença nas tristes rugas.
Dos sonhos irrealizáveis sonhados,
Ficou a realidade do que somos.
A mudança é necessária quando percebemos que em nós existe insatisfação em continuar vivendo de uma maneira que não nos constrói.
Analisando o universo como um todo, percebemos embates entre fenômenos e matérias numa constante, qual vida própria manifesta, em constante modificação, sem contudo perder sua essência no todo. Quando efenece a vida animal, para onde esvae sua energia vital? Uma coisa é certa, o universo subsiste por infinita energia existencial, sem que humanos possam mensurar toda essa potência exponencial.
Estamos confinados e nem percebemos, e a cada instante vários são os eliminados. E nessa lida, quem poderia salvar a própria vida?
Nascemos neste mundo é a partir do momento que compreendemos as coisas percebemos que morre um pouquinho da gente a cada despedida de um querido ente. E os que vencem as barreiras do tempo sente o pesar da partida de tantas pessoas queridas, que nos deixam boas lembranças mas carregam um pedaço de nós. Porque ficamos diminuidos, sentindo um determinado vazio existencial daqueles os quais aprendemos a amar e considerar de uma forma incondicional.
Quando percebemos que a escuridão avança sobre nossas vidas, significa o abatimento de quem tem olhado muito para baixo buscando viver à sombra do desespero.
Nos falta a percepção de que devemos buscar olhar para o alto: É no alto que encontramos a luz que nos ilumina e o Deus que por tantas vezes clamamos.
Lembre-se: Um único gesto nosso pode mudar toda a nossa história.
De início parece que a dor apenas nos afundou ainda mais, mas logo percebemos que ela serviu para nos dar um grande empurrão.
Sabemos que a idade chegou quando:
Percebemos que fazemos ligações e vamos presencialmente aos lugares.
[...] E então percebemos que estamos aqui sentados, esperando um milagre, que talvez divino, mude, altere, transforme as cabeças e então as pessoas. E percebe mesmo que um ser não deve ser visto como mais que um simples ser, e que pessoas erram, falham, mentem e enganam, e somos todos luz e sombras. Ja diria Machado de Assis: "Suporta-se com paciência a cólica dos outros." - Pois quando alguém vive sua sombra, temos que acima de tudo entender, e respeitar. O Sol brilha para todos, e ele também tonar-se-é o melhor detergente ao qual possamos contar.
