Um dia Desses
" Se em 50 minutos de aula eu mudei as mentes desses jovens, imaginem com 60 minutos de banho de sol todos os dias em uma prisão que vão me colocar?" Glauco Marques.
Abrace-me forte e deixe me olhar bem lá no fundo
Desses teus olhos brilhantes com fome de mundo,
Não me deixe no escuro,
Arraste-me pra você
Mostre-me o amor.
Beijo...
Não há mulher que resista
a um beijo sem respiração
desses que escurece a vista
e acende a imaginação.
Desperdiçando Tempo...
Um dia desses estava lendo um dos escritos de Roberto Gaefke e parei pra pensar " Na tal Felicidade"...
É bem verdade que muitas vezes corremos atrás do vento... passamos tempos e tempos à espera de um acontecimento... de um sinal, até mesmo de um milagre...
Às vezes isso é apenas fase...
Triste é quando se torna crônico... quando abrimos mão de enxergar o óbvio... e fazer do momento que se tem, o melhor que pode ser...
Triste quando desperdiçamos a grande chance de fazer nova todas as coisas... ficamos à espera do dia perfeito... da pessoa perfeita... relacionamento perfeito... do eu perfeito... coisas que jamais iremos ter ou ser, porque simplesmente vivemos em constante transformação...
Ao ler aquele texto tão verdadeiro... acordei pra algumas coisas...
Coisas que às vezes a gente esquece... coisas que deixamos passar...
Como ele mesmo diz...
"A felicidade que me desculpe, mas eu quero mesmo é viver contente"...
Esperar pela felicidade é uma boa desculpa para se acomodar, ao invés de buscar soluções para hoje...
Nos acomodamos num emprego que não nos satisfaz... em relações falidas... em medos e inseguranças quanto ao que somos ou temos...
Deixamos de dar grandes passos por medo de errar... transferimos culpa por não saber o momento exato de largar a cumbuca, como o macaco que abriu mão da liberdade, por medo de perder a banana...
Às vezes somos escravos dos nossos próprios pensamentos... e neles é que moram os verdadeiros vilões... aqueles que não nos permitem seguir a diante... porque estamos sempre em busca da "tal felicidade"que só vem cercada de condições...
Na verdade o que vale é o hoje... o agora... esse exato momento, porque o amanhã é uma incerteza... e o passado é apenas uma história pra contar...
Às vezes desperdiçamos tempo e energia com coisas que não edificam... e mais uma vez abrimos mão de ter um momento especial...
O que verdadeiramente importa não é onde você vai chegar... mas, o caminho que você percorre até lá... pois, é no meio dele que você se descobre forte, frágil, criativo, curioso, esperançoso... fiel e determinado...
É nele que você encontra anjos... é nele que você também se torna um...
Os caminhos escolhidos pelo homem que determinam seu sucesso... são suas escolhas e a forma como encara os desafios...
Por isso, alegre-se com suas conquistas diárias... viva o hoje com intensidade sem perder nenhum detalhe... pois, o tempo perdido é algo que jamais recuperamos...
E acima de tudo, não se culpe pelos erros... cresça com eles...
O fracasso muitas vezes é um mal necessário, pois, homem precisa perder para aprender que não é senhor de todas coisas...
Há universo cheio de mistérios está à sua espera...
Comece agora a desvendar e verá que há muito por fazer, e terá toda razão do mundo pra se sentir importante e especial...
A felicidade nada mais é do que soma dos momentos felizes que você conquistou...
Portanto... não espere mais... e acredite em si mesmo... pois, esse é o primeiro passo...
Um dia desses, quem sabe, eu tire um tempinho para reclamar das tristezas e tribulações em minha vida. Por enquanto, estou muito ocupada, agradecendo as alegrias e bênçãos recebidas.
A verdade é que crescemos e nosso olhar e perspectivas das coisas mudam ao longo desses anos. Por isso, caso você estiver se sentindo triste e para baixo devido a monotonia de seus dias o convite é para que você viaje, não para um outro lugar, mas para dentro de você mesmo. Visite-se hoje e descubra o quanto você está bem mais confiante, seguro e capaz de suas realizações.
Franklin Oliver
By Romancista Iludido
https://www.facebook.com/RomancistaIludido?fref=ts
Porque o meu amor é desses amores burros, que levam tempo para largar a corda, que se confundem com necessidade.
Que bom é ser fotografado mas pelas retinas desses olhos lindos, ser exorcizado pela água benta desse olhar infindo e na lua namorar com você.
Um dia desses me perguntaram se não tenho medo de ficar só. Respondi, que não tenho medo,
pois sempre fui só, quando sofro é sózinha, fico alegre sózinha, choro na solidão que me cerca,
enfrento os problemas sem ninguém, mas tenho amigos sim, meus anjos peludinhos, que me
enchem de amor e dedicação.
Já convivi com outras pessoas, mas a sensação de solidão era a mesma que sinto agora,
nada mudava o vazio que me angustiava.
E hoje sinto de apesar de não ter presença física de alguém ao meu lado, sinto Deus me consolando
e amparando, e nos momentos mais difíceis, sei que ele está presente.
Obrigada Senhor Jesus, meu único salvador!
Aquele cantinho que é só seu, desses cantinho que é só meu, onde o bicho não come, a poeira não esconde, onde ninguém toca e nem tem como ver, aquele seu eu materializado, aquele que o valor real não compra o sentimental, aquele local em só quem te conhece te reconhece neles, aquele que ninguém limpa, deve respeitar, onde o ar é rarefeito, onde o afago insinua teus trejeitos, que sua irmã não saberá o que você pensa e estima, muito mais que seu lugarzinho, aquele é o canto do seu canto, que é só seu, onde cada folha traz as risadas, os choros de crianças ou os pesadelos, é do seu jeito, é seu e por seu só seu que só você tem que tirar e por, arrumar ou jogar, não tem como descrever apenas sentir, doa a quem doer, é do desse jeito que é por ser verdadeiro, embora não tenha carne nem osso, se torna eternamente responsável pelo que transmite e transborda, não somos capazes de demonstrar nem descrever o que é INESGOTÁVEL! O canto do meu CANTO, o que eu canto é espantando os males, eu gosto de cantar e rir e gosto de quem me faz sair do chão, voar em terra firme! Acho que as pessoas chamam de FELICIDADE, mas não gosto chamar não sou definir, acho que limita, sou de sentir e viver sou de encher e derramar, sou de TRANSBORDAR! Saro qualquer coisa que precisa-se Sarar, me chamam de Sarita mas me batizaram de Sara, mas de verdade só quem susurra Sarinha, com aquele cuidado de quem revela segredo é quem atendo com respaldo levo na mala o cola da minha mãe Rosa, levo também as risadas do terreiro de vó Judite, as gargalhadas do meu pai Zaca, levo a cumplicidade de Lara e Pedro, meus irmãos, o cheiro das flores e a saudade no bolso bem escondida, quase que intrínseca pra que ninguém que ame nunca mais sentir, e levo a vida como o balanço do forró, que é leve e doce como a ciranda da infância, levo a vida leve, como uma boba, mas que não é inocente, onde sonha curar doentes e ajudar a humanidade e curá-la dos males, quem sabe, até acho que essa sou eu, mas talves só uma personagem que vai e vem e quando se quer se representa e se faz e cantinho que é só meu, onde o bicho não come, a poeira não esconde, onde ninguém toca e nem tem como ver, aquele seu eu materializado, aquele que o valor real não compra o sentimental, aquele local em só quem te conhece te reconhece neles, aquele que ninguém limpa, deve respeitar, onde o ar é rarefeito, onde o afago insinua teus trejeitos, que sua irmã não saberá o que você pensa e estima, muito mais que seu lugarzinho, aquele é o canto do seu canto, que é só seu, onde cada folha traz as risadas, os choros de crianças ou os pesadelos, é do seu jeito, é seu e por seu só seu que só você tem que tirar e por, arrumar ou jogar, não tem como descrever apenas sentir, doa a quem doer, é do desse jeito que é por ser verdadeiro, embora não tenha carne nem osso, se torna eternamente responsável pelo que transmite e transborda, não somos capazes de demonstrar nem descrever o que é INESGOTÁVEL! O canto do meu CANTO, o que eu canto é espantando os males, eu gosto de cantar e rir e gosto de quem me faz sair do chão, voar em terra firme! Acho que as pessoas chamam de FELICIDADE, mas não gosto chamar não sou definir, acho que limita, sou de sentir e viver sou de encher e derramar, sou de TRANSBORDAR! Saro qualquer coisa que precisa-se Sarar, me chamam de Sarita mas me batizaram de Sara, mas de verdade só quem susurra Sarinha, com aquele cuidado de quem revela segredo é quem atendo com respaldo levo na mala o cola da minha mãe Rosa, levo também as risadas do terreiro de vó Judite, as gargalhadas do meu pai Zaca, levo a cumplicidade de Lara e Pedro, meus irmãos, o cheiro das flores e a saudade no bolso bem escondida, quase que intrínseca pra que ninguém que ame nunca mais sentir, e levo a vida como o balanço do forró, que é leve e doce como a ciranda da infância, levo a vida leve, como uma boba, mas que não é inocente, onde sonha curar doentes e ajudar a humanidade e curá-la dos males, quem sabe, até acho que essa sou eu, mas talves só uma personagem que vai e vem e quando se quer se representa e se faz meu, onde o bicho não come, a poeira não esconde, onde ninguém toca e nem tem como ver, aquele seu eu materializado, aquele que o valor real não compra o sentimental, aquele local em só quem te conhece te reconhece neles, aquele que ninguém limpa, deve respeitar, onde o ar é rarefeito, onde o afago insinua teus trejeitos, que sua irmã não saberá o que você pensa e estima, muito mais que seu lugarzinho, aquele é o canto do seu canto, que é só seu, onde cada folha traz as risadas, os choros de crianças ou os pesadelos, é do seu jeito, é seu e por seu só seu que só você tem que tirar e por, arrumar ou jogar, não tem como descrever apenas sentir, doa a quem doer, é do desse jeito que é por ser verdadeiro, embora não tenha carne nem osso, se torna eternamente responsável pelo que transmite e transborda, não somos capazes de demonstrar nem descrever o que é INESGOTÁVEL! O canto do meu CANTO, o que eu canto é espantando os males, eu gosto de cantar e rir e gosto de quem me faz sair do chão, voar em terra firme! Acho que as pessoas chamam de FELICIDADE, mas não gosto chamar não sou definir, acho que limita, sou de sentir e viver sou de encher e derramar, sou de TRANSBORDAR! Saro qualquer coisa que precisa-se Sarar, me chamam de Sarita mas me batizaram de Sara, mas de verdade só quem susurra Sarinha, com aquele cuidado de quem revela segredo é quem atendo com respaldo levo na mala o cola da minha mãe Rosa, levo também as risadas do terreiro de vó Judite, as gargalhadas do meu pai Zaca, levo a cumplicidade de Lara e Pedro, meus irmãos, o cheiro das flores e a saudade no bolso bem escondida, quase que intrínseca pra que ninguém que ame nunca mais sentir, e levo a vida como o balanço do forró, que é leve e doce como a ciranda da infância, levo a vida leve, como uma boba, mas que não é inocente, onde sonha curar doentes e ajudar a humanidade e curá-la dos males, quem sabe, até acho que essa sou eu, mas talves só uma personagem que vai e vem e quando se quer se representa e se faz presente!
O tempo passa e no decorrer desses dias varias decepçoes voce encontra no caminho,como o seu primeiro AMOR...
Procura-se PESSOAS Profundas, deslocadas no ar rarefeito desses dias fúteis.
Alguém que Queira Mais que algumas horas de lisonjas e Promessas rasas.
Alguém que Queira Realmente Alguém ...
Um Inteiro Metades SEM ...
Duas metades inteiramente...
Esse foi o anúncio que vi dentro de mim...
A tomar poeira...
Eu não quero amanhecer amanhã com os defeitos de hoje, eu quero que alguma coisa desses defeitos esteja parcialmente curada, já que eu não posso curar tudo de uma vez!
Eu quero que uma parte desse meu defeito esteja mais leve amanhã; e aí, surge a dimensão profética,onde ao me dar condições e coragem de denunciar em mim aquilo que ainda esta desarmônico.
Um dia desses. Desses qualquer, quem sabe a gente se reencontra e tenta de novo. Somente deixa rolar. E se tiver que passar. Que passe. Que se vá. Que seja feliz. E se ficar. Que fique. Simples assim.
O cheiro da morte
Em um desses dias de calor infernal
e sol rijo posto no meio do céu,
a morte nos abraça e não nos larga mais.
Rouba-nos o último sopro de vida restante em nossos pulmões
e deleita-se com esta nossa nova condição.
Tripudiando sobre nossos corpos mortos e frios
caídos em uma esquina qualquer da cidade,
em um canto imundo qualquer da periferia a morte sorri,
enquanto ajeita em uma das mãos um ramo de cravos e girassóis.
Quanta ironia!
O cheiro que a morte tem
é o mesmo cheiro que tem a vida.
Qualquer dia desses arranco o meu coração do peito e entrego em suas mãos. Faça o que quiser com ele, eu não estarei mais aqui.
