Um dia a Gente se Conheceu
O monólogo etnocêntrico pode, pois, seguir um caminho lógico mais ou menos assim: [...] Eles só podem estar errados ou tudo que sei está errado. [...] O grupo do "eu" faz, então, sua visão a única possível ou, mais discretamente se for o caso, a melhor, a natural, a superior, a certa.
Com você eu beberia até um mar
Ficaria ébrio, e acordaria aprendendo a te amar
Te ter por perto e nunca te machucar
Dar carinho, e sempre ter coisas boas pra cuidar.
Feliz demais, por saber que sou correspondido a altura de minha determinação, a um ditado que se diz aqui se faz ali se colhe e hoje estou tendo a oportunidade de colher o que a de mais precioso em jornada, por essa vida torta mais que esta ficando reta, o amor correspondido, o companheirismo, a atenção, a proteção,a dedicação e bota ao nisso... Amem!
"Quem rejeita um amigo no momento da dor, perderá a dignidade para ser consolado quando chorar também."
Pelo jeito era assim , eu e você em um tremendo mar sem fim , você me olhava hesitei ate o momento de não poder negar meus sentimentos , me entreguei ao momento, corri em direção ao meu amor ; Ai me dera se fosse verdade , ai me dera me deparar em um mar de rosas vermelhar e beijar-te ate o sol se por, é quando a noite cair voltar a dormir pra poder te ter pra só pra mim.
Vai mas me devolve pro mundo, imperativo meiotorto meiomudo.
Um pedaço de mim por aqui, pra se esvair entre os teus dedos, credos e medos.
Um minuto de silêncio pro peso do teu olhar, que eu carrego nos ombros.
Um gole de café pros teus julgamentos que se espalham em todas as vírgulas do meu corpo, e qualquer verdade pra eu fingir acreditar.
Um beijo de vento pra bagunçar os teus cabelos, um beijo da minha língua pra te bagunçar inteiro, e asas.
Um par de asas que te mantenham voando bem longe de mim.
Alguma espera pra começar a agir, mas vem cá, me diz: Quem é o tempo pra me dizer o quanto, o tanto, o quando… Devo evoluir?
Volta e me rouba pra si, apanha o amor que eu deixei pendurado no varal.
Me procura nos quatro cantos do quintal
da sua alma.
E dá vida aos beijos pensados que eu prendi nos galhos talvez mais verdes que eu.
Nunca mais entrelaçados, doidos, fartos,
e seus.
Por amor.
"Achei que a amizade seria a cura pra um coração partido, mas vejo que em casos, ela é uma pedra pra dificultar ainda mais sua vida"
Acredito que cada um de nós temos uma missão... Leva um tempo pra sabermos qual é a nossa,eu ainda não sei a minha... Mas a gente tem que buscar, e entender que esse é o sentido da vida. NÃO VINHEMOS E NEM IREMOS EM VÃO. Vinhemos pra deixar, e/ou buscar ensinamentos.
Existe também uma missão em comum para todos nós (além da particular), que é a de fazer o BEM ao próximo e assim, ajuda-lo a encontrar sua missão. E fazer o bem não estar somente em fazer doações ou participar de campanhas solidárias... Você pode fazer o bem, não julgando, não invejando, não tendo preconceito... Exalando energia positiva, já é um meio de fazer o bem a todos. E vc tb faz isso se cuidando e se policiando para não deixar energias ruins lhe atingirem. É como se fosse uma troca... Alias, é assim que acredito que deve ser.
Se todos nós fizéssemos isso, o mundo seria bem melhor.
Tudo tem sempre um gosto de novo
Tudo, sempre tem um gosto de diferente
Sempre, tudo é tão individual
pra explicar todo este plural
Ah sei la o por que, mas sabe quando dá aquela vontade absurda de chegar naquela epifania absurdamente megalofantástica de arrepiar até as sobrancelhas?
É, então... ainda não deu :(
O prestígio de um lugar é como a lua. Quando não cresce, necessariamente diminui.
Só posso falar do Guarujá a partir de 1.970, ano em que comecei a frequentar a cidade como turista de um dia, já que o apartamento da família era em Santos.
Tenho amigos que conheceram a cidade bem antes disso e a alegria daquelas lembranças contrasta com a tristeza de ver a cidade no estado em que se encontra. Alegrias e tristezas maiores que as minhas.
A única ligação da Ilha de Santo Amaro era a balsa e fazendo aquele trajeto sacolejante, de ida e volta, em cima de uma Honda 750 cc. eu me sentia um desbravador.
Andávamos sempre em pequenos grupos de quatro ou cinco, acompanhados de garotas que pretendiam demonstrar sua parte de rebeldia acompanhando os raros e tresloucados motociclistas.
Os motoqueiros eram tão poucos e quase sempres as mais bonitas já tinham namorado com quase todos.
Com exíguos biquínis de cortininha, aqueles que podiam ficar maiores ou menores, de acordo com a ocasião, elas quase sempre prometiam mais do que acabavam dando.
Em ambos os lados a Avenida Adhemar de Barros existiam grandes terrenos vazios e ao chegar à Praia de Pitangueiras a gente tinha a impressão de que se ali não fosse o paraíso era o mais próximo que se poderia chegar.
Mas não parávamos em Pitangueiras porque ali era grande a vigilância dos pais sobre as garotas que pegavam praia em frente aos seus prédios.Seus biquínis eram pequenos mas a vigilância dos pais era feroz.
Nosso destino era a Praia de Pernambuco.
Lá, as garotas santistas mais ousadas fugiam das areias escuras da praia de Itararé, José Menino e Gonzaga e depois de duas ou três caipirinhas especiais do Hotel Jequiti elas estavam sempre dispostas a montar nas motos sem discutir qual seria o destino.Ninguém falava em poluição, praia imprópria ou camisinha.
Nessa época pré-aids o que contava eram as pílulas anticoncepcionais e o risco de uma visita a uma das clínicas clandestinas de aborto que todo mundo conhecia, sendo a mais famosa delas na Rua João Moura em São Paulo, propriedade de um médico perito criminal da polícia. Guarujá era um sonho para nós.
Ninguém tinha apartamento por aqui, nós nos contentávamos em passar o dia e voltar a Santos para as noitadas no Clube da Orla, no Ilha Porchat, no Juá ou simplesmente trocando de garotas sempre que possível.
Nessa época o Hotel Casa Grande era o lugar mais badalado para se hospedar. Quando eu desejava impressionar alguma garota mais difícil, convidá-la para o fim de semana no Casa Grande era a última tentativa, a palavra-chave, a certeza de não errar.
Quarenta anos se passaram e o glamour que todos nós conhecemos transformou-se num amontoado de lixo em cada porta, um bando de moleques pedindo esmolas em cada esquina, praias impróprias e favelas.
Muitas favelas e muita bandidagem.
Tomaram conta de tal maneira da cidade que fizeram dos prédios verdadeiras gaiolas com grades.
As grandes casas da Enseada e do jardim Virgínia colocaram muros altos nas suas portas o que não impediu que perdessem muito do seu valor, porque para entrar ou sair desses muros, não há sistema de segurança que impeça roubos e mortes.
Em um ou outro condomínio fechado há a aparência de segurança.
A peso de ouro empresas privadas prometem o que nem sempre conseguem garantir.
Ainda é possível ver de vez em quando, carros lindos e caros, motos potentes, e gente bonita.
Alguns ainda mantém a esperança de que a cidade possa se recuperar de quarenta anos de maus tratos e voltar a ter glamour.
Eu não.
Não deixe que um sofrimento do passado,interfira no seu futuro,pois a vida continua e não vale apena chorar pelo que voce perdeu,mais sorria pelo que voce ira ganhar.
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